
Amigo aí, deputado Chu Carlos, abraço a todos, Paulo Ramos abraço. O senhor Rivaldo já se encontra
O Vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro falou sobre sua relação com Chiquinho Brasão, negando pressões para aprovar projetos de milícias. Participou de audiências sobre regularização fundiária, mas não lembra das posições de Marielle Franco. Discutiu a legislação de prorrogação de prazos para regularização de imóveis e comentou sobre a dificuldade de milicianos atuarem em áreas de tráfico.
O Vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro fala sobre projetos do Poder Executivo que visam regularizar loteamentos consolidados, respondendo a demandas da população para facilitar a legalização de condomínios já existentes.
Não né? E aqui Presidente só para fazer esclarecimento.
O vereador discute a inconstitucionalidade da lei 88, que visava regularizar áreas e edificações irregulares. Ele defende a legalização para aumentar a arrecadação e auxiliar moradores. Afirma não ver vínculos com milícias e que o intuito da lei era beneficiar a população. Finaliza destacando a importância de esclarecer os fatos relacionados às leis questionadas.
Pronto então,
O Vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro discute a existência de controle antidemocrático por milícias em áreas reservadas a candidatos, menciona sua experiência como candidato e desconhecimento sobre vínculos de um deputado com milícias, afirmando nunca ter observado atividades relacionadas a isso. Ele também nega conhecimento sobre a CPI das Milícias e sua relação com o deputado mencionado.
O Vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro mencionou que não leu o processo e, portanto, não pode opinar sobre sua veracidade. Ele elogiou a competência da justiça e da polícia federal, e comentou sobre sua experiência com o deputado Chiquinho Brasão, destacando sua gentileza e a falta de problemas. Concluiu que não tem base para afirmar se as acusações são reais ou fictícias.
O Vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro afirmou que a violência deve ser combatida, mas se mostrou incerto sobre a relação entre o assassinato da vereadora Marielle Franco e a violência política.
O vereador questiona sobre a obstrução de investigações e a relação do assassinato de Marielle Franco com o combate à violência política no Rio de Janeiro.
O Vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro afirmou que não pode comentar sobre o assunto, pois não esteve envolvido no projeto, no trabalho ou em audiências públicas relacionadas a ele.
O vereador destacou a boa relação com Marielle Franco, evidenciando respeito e ausência de desentendimentos na Câmara. Em relação à grilagem de terras, ele defendeu que o projeto tratava da regularização de loteamentos consolidados, visando beneficiar moradores e a cidade, ressaltando a importância de regularizar imóveis para facilitar transações financeiras.
O Vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro destacou a falta de debates sobre milícias na câmara, mencionou sua experiência na comissão de assuntos urbanos e a atuação de Chiquinho Brasão na regularização fundiária. Ressaltou que as audiências públicas focavam na regularização de imóveis, sem reclamações da população sobre segurança ou violência.
O Vereador da Câmara Municipal do Rio de Janeiro afirmou que a comissão não é lembrada e que não há debate sobre segurança da população carioca.
O Vereador questiona se a outra parte já participou de discussões legislativas ou investigações.
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