
O Presidente da ANIA/BR criticou falas cinicas e populistas de figuras responsáveis, elogiou o Conselho Nacional de Educação pela sua importância histórica e democraticidade, e repudiou a mercantilização da educação, que transforma pessoas autistas em produtos. Ele defendeu o respeito aos professores e denunciou interesses financeiros por trás de algumas práticas, enfatizando a necessidade de valorização do trabalho educacional.
O Presidente da ANIA/BR manifestou indignação contra o parecer nº 50 do Conselho Nacional de Educação, que vai contra a educação inclusiva e ignora a participação de pessoas com deficiência. Criticou a falta de transparência e possíveis conflitos de interesse, alertando para retrocessos na inclusão escolar e uma visão medicalizante. Defendeu a importância de respeitar a individualidade dos alunos autistas e pediu foco na pedagogia em vez de abordagens patologizantes.
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