
O representante da Sociedade Brasileira de Psicologia destacou a necessidade de entender o uso de tecnologias na primeira infância, a escassez de pesquisas no Brasil, a importância de ouvir crianças e adolescentes, os riscos do uso excessivo de telas e a mediação familiar, além dos efeitos negativos no desenvolvimento infantil e a importância de apoio às famílias e colaboração entre sociedade e tecnologia.
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