
A Oficial de Igualdade e Direitos para Todos - UNAIDS Brasil destacou a relevância da participação da sociedade civil no combate ao HIV/AIDS, a importância das redes de apoio para enfrentar o estigma e a necessidade de políticas públicas que integrem assistência social e saúde, promovendo cidadania e igualdade para grupos marginalizados. Agradeceu as contribuições dos participantes.
O Oficial de Igualdade e Direitos para Todos - UNAIDS Brasil destacou a lentidão nas leis para acesso à saúde de populações marginalizadas, a importância dos princípios feministas na resposta ao HIV, a necessidade de mudanças para combater a AIDS, o envolvimento da sociedade civil, a criação de dados sobre estigma, ações práticas e apoio a políticas públicas. Concluiu homenageando uma colega com legado significativo.
O Oficial de Igualdade e Direitos para Todos - UNAIDS Brasil destacou a importância de ações contra o HIV, as metas 95 95 95, a redução do estigma, a vulnerabilidade de jovens e populações negras, e a necessidade de monitorar políticas públicas. Alertou sobre a criminalização que prejudica o acesso a cuidados e a urgência de reformas no Brasil, mencionando que mudanças legislativas em outros países aumentaram infecções.
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