
O advogado lamenta o assassinato da vereadora Marieli e defende a inocência do deputado Chiquinho Brasão, criticando o relatório que desconsidera depoimentos favoráveis. Ele menciona testemunhas que não o associam a milícias e a falta de provas. Defende a importância de uma investigação adequada e expressa indignação pela injustiça enfrentada pelo deputado.
O advogado expressou seu respeito ao parlamento e solicitou a oportunidade de falar, mencionando dificuldades de áudio durante a comunicação.
O discurso aborda a defesa do deputado Chiquinho Brasão, acusado de ser mandante do homicídio da vereadora Marielle Franco. A defesa argumenta que Chiquinho não estava no exercício do mandato na época do crime, citando precedentes para sustentar que não se pode cassar um parlamentar por fatos anteriores ao mandato. É destacado que faltam provas que o liguem ao crime, citando delações de outros envolvidos que não apontam Chiquinho como mandante. Também se discute a relação com a milícia e a falta de investigação adequada. A defesa pede que o processo seja arquivado ou suspenso até nova avaliação do Judiciário.
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