
O Mecanismo Nacional de Combate e Prevenção à Tortura destacou a alarmante realidade das comunidades terapêuticas, como o Instituto Eu Sou, onde 60% dos acolhidos tentam fugir. Enfatizou a exploração do trabalho, apropriação de bens pessoais e práticas inadequadas na administração de medicamentos, além da repressão à liberdade. Ressaltou que essas instituições são financiadas pelo estado e são reconhecidas.
A apresentação da destacou a importância da reforma psiquiátrica no DF, mencionando a ilegalidade do Hospital Psiquiátrico São Vicente de Paulo, a baixa cobertura da RAPS e a necessidade de fechamento do hospital para expandir a rede de serviços. Foram abordadas as condições precárias do hospital, a falta de projetos terapêuticos, a violência das contenções mecânicas e os perfis socioeconômicos dos usuários, que refletem desigualdades. A oradora concluiu com recomendações para desinstitucionalização, controle social e melhoria na assistência de saúde mental.
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