
O Grupo Saúde Mental e Militância DF pede a criação de um comitê e propõe ação coletiva contra violências em instituições estatais. Convida a participar do fórum antimanicomial, solicita um relatório sobre a comunidade terapêutica, exige o fechamento do São Vicente de Paulo e a reestruturação da rede de atenção psicossocial, destacando a importância da desinstitucionalização.
O discurso enfatiza a importância da luta antimanicomial e critica as comunidades terapêuticas, caracterizando-as como instituições violentas e desumanas que recebem grandes verbas públicas, em contraste com os serviços de saúde mental que carecem de financiamento adequado. A fala destaca a necessidade de fechamento dessas comunidades, que são vistas como novos manicômios, e alerta para as violações de direitos que ocorrem nelas, revelando um padrão de abusos e coerções. Conclui com um apelo pela reforma do sistema de saúde mental, propondo o fim das instituições abusivas.
O grupo discute a comunicação via WhatsApp e questões sobre a apresentação na sala.
O Grupo Saúde Mental e Militância DF expressou o desejo de apresentar uma performance, mencionando a dualidade de papéis como poeta e professor. Manifestou contrariedade em relação a alguma situação mencionada.
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