
A Associação Brasileira de Epilepsia ressaltou a desinformação e a dificuldade de diagnóstico e tratamento da epilepsia no Brasil, afetando quatro milhões de pessoas. Enfatizou a necessidade de agilizar diagnósticos e incorporar tratamentos, especialmente para epilepsias raras, além de destacar os impactos sociais e financeiros nas famílias. Pediu melhorias na atenção básica e um sistema de saúde mais eficiente.
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