
A Diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES informou que houve grande interesse na seleção de gestores para o fundo, com doze potenciais concorrentes. Contudo, o início dos investimentos deve demorar alguns meses, possivelmente até o próximo ano, embora a replicação ocorra mais rapidamente após o início.
A Diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES destacou a necessidade de nacionalização na fabricação de equipamentos, enfrentando a competitividade da China. Mencionou o Fundo Clima, que recebeu recursos do Tesouro para financiar projetos de redução de carbono com custos mais baixos, ajudando a gerenciar riscos cambiais.
Oi Bráulio. Oi Luciana. Tudo bom? Tudo bem? E a Luciana
A Diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES destacou a necessidade de um ambiente regulatório estável para atrair investimentos na transição energética. O BNDES é crucial no financiamento de energia renovável e deve avançar em tecnologias de baixo carbono, como hidrogênio verde e biocombustíveis, posicionando o Brasil na descarbonização global e na exportação de produtos sustentáveis.
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