
Participante parabenizou pela realização do evento e destacou o trabalho do INESC na monitorização do orçamento público em direitos humanos. Apresentou análise do programa de gestão de riscos e desastres, que teve uma redução significativa de orçamento entre 2024 e 2025. Isso é preocupante, pois trata de emergências causadas por desastres climáticos. Outros programas de adaptação climática tiveram investimentos, mas a execução foi baixa. Além disso, emendas parlamentares voltadas para adaptações também tiveram queda. Participante ressaltou a importância de mais parlamentares destinarem emendas a essas ações e mencionou que materiais informativos foram produzidos e estão disponíveis online. Por fim, concordou com a necessidade de regularização fundiária nos territórios tradicionais como parte da adaptação climática.
Agradeceu a oportunidade de falar sobre patologias pouco discutidas, como púrpura trombocitopênica e fibromialgia. Destacou a dificuldade de diagnóstico, a importância da prevenção e a marginalização das pessoas afetadas. Defendeu a necessidade de integrar diferentes setores para abordar habitação, qualidade de vida e saúde mental. Encorajou a participação em associações e conselhos de saúde, enfatizando a importância de dados sobre doenças e a necessidade de políticas públicas. Reforçou a relevância do tema e a busca por visibilidade e diálogo.
Participante é filha de paciente falecido com doença de Parkinson; agradece cuidados paliativos por permitirmorte mais digna.
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