
A Procuradora Chefe da Procuradoria Regional do Trabalho no Pará e Amapá destacou a dura realidade de crianças e adolescentes, principalmente nas áreas vulneráveis. Salientou a exploração sexual como uma forma invisível de trabalho infantil e a necessidade urgente de mudança. A pobreza afeta desigualmente os direitos infantojuvenis, e a intersetorialidade entre políticas de educação, assistência social e saúde é essencial para enfrentar problemas complexos como o trabalho infantil. Também ressaltou a falta de atenção no orçamento público para as necessidades de crianças e adolescentes, e a importância de fortalecer a rede de proteção. A situação do trabalho infantil no Pará é alarmante, exigindo visibilidade e ação efetiva. Acredita na possibilidade de transformar a realidade social com o compromisso de todos.
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