
A . defende a reforma tributária para simplificação e segurança jurídica, criticando a inclusão somente de bebidas açucaradas no debate sobre obesidade. Destaca o impacto econômico da proposta, como o fechamento de empresas e a perda de empregos, além de dados que mostram que o consumo de refrigerantes caiu. A . sugere alternativas, como redução de açúcar e mais informação ao consumidor, e pede a retirada das bebidas açucaradas do imposto seletivo, argumentando que isso não combate a obesidade e penaliza os mais pobres. Conclui solicitando correções na proposta.
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