
O orador discute o imposto seletivo, enfatizando sua função de desestimular o consumo de produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente. Destaca a importância de um bom desenho das alíquotas para gerar impactos fiscais positivos, além de alertar sobre a necessidade de governança sólida para evitar o uso eleitoreiro da política. Menciona a inclusão de produtos no imposto seletivo e a ausência de uma taxação de carbono, que poderia gerar receitas significativas para financiar a transição energética. Finaliza expressando preocupações sobre a vulnerabilidade do imposto a pressões políticas, ressaltando que deve ser uma política de estado.
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