
Diretor-Geral Brasileiro da ITAIPU Binacional propõe conversas confidenciais sobre energia e tarifas, com ênfase em soberania nacional, realidades atuais e cautela na negociação com Paraguai. Itaipu desempenha papel importante em geração de energia, mas contribuição é pequena no Brasil. Redução no preço da energia em residências não seria perceptível. Atenção à segurança na usina e integração de estratégias nacionais com forças policiais e militares.
Itaipu construída sem software, benefício Brasil-Paraguai. Paraguai decidirá venda energia excedente no Mercado Livre ou Brasil. Preço energia barata atual, mas déficit em 8-10 anos. Anexo C define transição, 8 anos justo para Brasil. Itaipu retorna à investimentos ambientais e sociais, benefício municípios. Parceria na inovação tecnológica para agronegócio no Oeste do Paraná.
Discurso destaca a importância de Itaipu, que opera sob um tratado binacional de 1973 entre Brasil e Paraguai, com ênfase na igualdade de direitos e obrigações. A estrutura de gestão é descrita, abordando a governança e a presença de representantes de ambos os países. A missão da Itaipu inclui geração de energia elétrica com responsabilidade social e ambiental. O papel da usina evoluiu, tornando-se uma fonte de segurança operacional à medida que as energias renováveis crescem. O anexo C do tratado, que será revisado após 50 anos, regula questões financeiras e de venda de energia. A discussão sobre tarifas é complexa e envolve negociações entre os dois países. Itaipu também investe em transição energética e inovação, com compromissos com a sustentabilidade e a comunidade. O discurso conclui ressaltando os desafios futuros com a nova administração paraguaia e as negociações necessárias.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.