
Secretário de Cultura - Central Única dos Trabalhadores propôs política pública de alfabetização e formação profissional para trabalhadores precarizados e novas formas de trabalho, influenciada pela economia solidária e livre de controle do setor privado. Reafirma necessidade de uma EJA que atenda às novas tecnologias e propõe conselho nacional de ouvido a trabalhadores para debates sobre o assunto. Critica cursos rápidos e descontextualizados do passado.
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