
O Participante defende que a fiscalização seja feita por quem detém o conhecimento técnico específico do projeto, evitando as dificuldades e exigências inadequadas enfrentadas em modelos anteriores com fiscais generalistas.
O Participante relata dificuldades e excessiva burocracia na prestação de contas de editais gerenciados pela Caixa, destacando a incompatibilidade entre o perfil técnico dos avaliadores e a natureza das atividades ambientais.
Pergunta, esse recurso, ele é, depois, ele é fiscalizado pela Caixa, igual o PAC? Não, porque pela Caixa é uma burocracia desgamada.
O participante viabilizou a regularização jurídica de cooperativas e projetos de assistência animal por meio de parceria com a universidade, possibilitando o repasse de recursos.
O participante sugere que projetos com ações sociais ganham pontuação extra e facilidade na obtenção de recursos por competirem com menos candidatos.
O participante descreveu o apoio municipal a cooperativas de coleta seletiva, destacando a parceria na infraestrutura e o benefício social e ambiental para o aterro sanitário.
O Participante relatou a criação de um fundo municipal, financiado por taxa na conta de água e editais, para investir em serviços ambientais e recuperação de solos, garantindo a segurança hídrica local.
O Participante relata que o planejamento urbano é subordinado a demandas políticas imediatistas e ciclos eleitorais, impedindo a execução de projetos técnicos estruturantes.
O Participante aponta falhas na governança municipal e a falta de integração entre secretarias como entraves às soluções baseadas na natureza. Destaca a necessidade de maior capacitação técnica de arquitetos e engenheiros, visando superar a cultura da engenharia cinza e promover a preservação ambiental em obras públicas.
O Participante critica a falta de planejamento a longo prazo nos municípios e propõe atrair o setor privado para financiar soluções baseadas na natureza em áreas nobres, visando criar um modelo replicável para regiões periféricas.
O participante, biólogo e analista ambiental de Tangará da Serra (MT), busca integrar estratégias de Soluções Baseadas na Natureza ao município, que integra o programa Cidades Verdes Resilientes.
Participante marcou reunião para próxima quarta-feira, 18 de outubro, às 9 horas, no mesmo plenário, seguida de audiência pública. Também mencionou encerramento e agradeceu.
A cada três minutos nasce bebê misturado no mundo. É isso aí,
Participante apresentou slides para o grupo.
Projeto discute lei complementar, mas ainda não há prazo determinado para sua emissão.
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