
A Participante defende o apensamento da PEC 6 à PEC 55, o arquivamento da PEC 555 e a imediata aprovação do fim do confisco previdenciário como forma de valorização dos aposentados.
Eu sou a Eliana, sou representante do Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul. Primeiro acho que dizer do nosso, compromisso da psicologia né, quando a Marina nos convoca assim, pra que os CRPs né, ajudem a compor a as etapas estaduais, o de como a gente foi se inserindo, estava escutando vocês falar e pensando que acho que tem essa convocação social pra psicologia né, né, pra que a gente esteja ali opinando e e validando o luto e o trauma, né? Mas fico mais satisfeita ainda quando a gente consegue vim aqui marcar essa posição da psicologia de que isso não é sofrimento individual né, e muito menos 1, evento adverso aí que tem acontecido em algumas 700000 famílias né. Acho que é importante que a gente entenda e as e obviamente que nós nós, cumprimos o nosso papel aí ético profissional da psicologia de estar, atendendo individualmente essas pessoas né, e e dando conta disso e acho que é por isso que a gente se sensibiliza, quando a gente escuta as histórias do SUS né, eu sou trabalhadora do SUS e fiquei pra cada fala também como a deputada disse, fiquei aqui pensando em 1000 histórias assim de que a gente acompanha né, poderia dizer 1 lista interminável de CPFs aqui né, que eu fui lembrando ao longo do dia hoje, da nossa vivência aí, na pandemia E aí também é acho que é importante que a gente registre quando a gente e fala do compromisso da Psicologia do compromisso éticopolítico da psicologia, e acho que isso não é só da psicologia mas de todos nós aqui com a verdade, né? E e 1 verdade, é pra que a gente possa entender o que nós vivemos na pandemia, eu passei a pandemia inteira dizendo isso, de que o que ia ficar, o que a gente pudesse produzir de de registro, né, como é que nós vamos contar essa história daqui 20 anos, o que foi que aconteceu, né? Ai, de que nós tivemos, ficamos todos enclausurados, em sofrimentos individuais, com sintomas de stress, e aí tivemos que fazer tudo remoto, é como se todo mundo tivesse vivido isso desse jeito né, como se tivesse sido assim, simples sofrimento de estar recluso, né? Essa é 1 dimensão da verdade mas não é a única e a dimensão que nós estamos falando aqui, ela é muito mais profunda e tem efeito muito significativo na nossa vivência das políticas públicas até hoje, né? A pandemia não acabou, na perspectiva dos desdobramentos, né? Nós não estamos mais em em contaminação, em mortes, né? Mas nós vivemos efeitos cotidianos e diários é muito muito importantes ainda de tudo isso que nós vivemos né então acho que essa é a verdade que nós precisamos ter compromisso de sustentar o que nós estamos fazendo aqui e aí para encerrar assim acho que é muito importante que a gente pactue né como é que nós vamos sair daqui trabalhando isso no nosso dia a dia nos nossos espaços e e podendo agregar aos parceiros que é 1 das nossas dificuldades lá no Rio Grande do Sul inclusive né? E aí fico pensando que o nosso exemplo lá, talvez seja o que eu queria dizer que acho que pra isso nós vamos ter que ir romper algumas vaidades assim, né? A gente só vira a chave, a gente só consegue avançar quando a gente sai desse lugar de querer, ser o dono, o dono absoluto, né? Acho que pra gente estabelecer 1 rede de fato é preciso que a gente possa ter diálogo horizontal, é preciso de que a gente possa nominar o que está acontecendo, né, e é preciso que a gente possa validar a presença dos parceiros. E e isso dá muito trabalho né Muito trabalho é como as gurias contam a experiência no município eu fico eu trabalho muito assim também né vou por assim isso a gente é muitas vezes cansa mas é assim que a gente consegue resultados né, então acho que pactuar aqui, de que nós vamos retomar isso dentro das nossas possibilidades, mas também com o nosso compromisso com a verdade de que a gente possa estabelecer parâmetros de atuação pra pras nossas profissões, pra pra execução das nossas políticas, vai vai poder fazer com que a gente possa pactuar algumas coisas, porque quando a gente atravessa outros temas aqui que foram trazidos e números a gente pensa, tá mas isso não é o tema mas é o tema, né? Então, todas essas dimensões que nós fomos trazendo aqui, que são importantes pra a gente possa entender o que a gente está acontecendo, precisam ser validadas por essas nossas redes né, a dimensão é intersecional, a dimensão da desigualdade social do Brasil, a dimensão da realidade dos territórios, que cada território vai tendo a sua especificidade. Então acho que esse pacto é pacto importante que a gente a sua especificidade. Então acho que esse pacto é pacto importante que a gente sai daqui, eu pelo menos motivada né, mas acho que motivado e pra além da motivação, na perspectiva do compromisso político né então, obrigada pelo dia de hoje, e que a gente possa ainda seguir muito avançando, acho que o Brasil merece, o Brasil precisa disso né, assim, crianças, adolescentes, e o futuro aí do nosso país também. Obrigado. Obrigada.
Participante expressou forte emoção ao falar de ativismo, destacando a importância do protagonismo e visibilidade de negros e lésbicas. Mencionou a luta contra o heteronormatividade e pacto da branquitude na sociedade. Compartilhou sua esperança na juventude e passou o legado de luta por direitos e mudanças sociais. Ela referiu-se a um evento recente de ocupação Sapatão em sua cidade, no Rio Grande do Sul, realçando a importância da visibilidade, arte e defesa da cultura.
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