
A Participante denuncia casos de violência contra a mulher e assédio nas universidades, com foco específico na Universidade de Brasília, e defende a aprovação de projeto de lei para garantir a proteção e o reconhecimento feminino na sociedade.
A Participante questionou a falta de diálogo com a população e mencionou uma conversa informal com Sérgio Senna.
A Participante defendeu o foco exclusivo nas tarefas individuais para evitar interferências em outras áreas.
A Participante alerta para a superficialidade no debate sobre a lei, aconselhando a busca por fontes técnicas, e questiona o grupo sobre os impactos sociais da proposta.
Participante propõe o bloqueio e leilão de bens e a intervenção em empresas ligadas ao crime organizado, destacando que a maioria da população considera a medida eficaz ou parcialmente eficaz.
A Participante apresentou dados de uma pesquisa sobre o endurecimento de penas, revelando uma opinião pública polarizada e dividida quase igualmente entre favoráveis e contrários.
A Participante utilizou um fórum de pesquisa com 43 pessoas para identificar as percepções da sociedade sobre os impactos, positivos ou negativos, da aprovação ou reprovação de uma lei, definindo assim o foco do trabalho.
A Participante prefere a proposta da relatora por considerá-la mais objetiva.
A Participante apoia a alteração no artigo 3º, mas defende que a suspensão da venda para menores seja permanente para evitar riscos de retorno.
A participante apoia a inclusão de alertas sobre os riscos do fumo passivo dos cigarros eletrônicos para conscientizar os consumidores.
A Participante defende a junção das duas opções para garantir um resultado mais completo.
A participante defende que a responsabilidade pelo comportamento estudantil deve ser compartilhada com os pais e responsáveis.
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