Carlos Alberto Barreto

Carlos Alberto Barreto

Gerente de Produtos e Serviços - Banco Nordeste do Brasil

Últimos Discursos

05 de nov, 18:06

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

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Quero queria agradecer né a nossa participação nesse evento importante colocar o Banco do Nordeste de fato como dos atores aí que já vêm trabalhando e acima de tudo continuar nesse trabalho Eu eu concordo plenamente com as com a fala do doutor Maurício, quando ele fala da importância de nós termos aqui 1 1 comissão, grupo de trabalho. Banco Nordeste se se dispõe da escolha fazer parte do ensino de trabalho, já que a sua sede Maurício é aqui em Fortaleza fica fácil pra gente interagir né, fica fácil também interagir aqui com a BRAPA, com representantes do MPA, com representantes do SEBRAE, com representantes do do MAPA, Então assim, fazemos questão de fazer parte desse processo, estamos nesse processo já há muito tempo, se a Embrapa tem aí mais de 40 anos de pesquisa nesse trabalho, certamente o Banco Nordeste tem mais de 70 anos que financia não a sua caixa de cultura mas como todas outras econômicas então estamos juntos. Eu também sou entusiasta, já sou em geralgrama, trabalho aqui no há mais de 35 anos, e há mais de 35 anos que a gente também vem debatendo essa cadeia e também dos cadeias importantes como a governicultura como a como a governcapicultura, enfim, estamos juntos, podemos ser aquele momento contactados e pra fazer parte desses processos coletivos e de colégios coletivos em que a gente possa de fato dar 1 contribuição maior e de a gente fomentar aí todo processo de dezembro de 89 a partir também do lado da da da da da da da da da da da junto conosco. Estamos à disposição a todos.

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05 de nov, 17:00

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

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Boa tarde a todas e a todos aí cumprimentar aí todas as autoridades aqui no nome do deputado Bruno Neto. Dizer aí que o Banco do Nordeste se sente honrado em fazer parte aqui dessa audiência. Nós falamos aqui diretamente de Fortaleza, no caso aqui especificamente da Superintendência de Políticas de Desenvolvimento Sustentável, e ainda mais especificamente do ambiente de políticas de desenvolvimento territorial e de fundos de pesquisa. Esse nosso ambiente onde eu trabalho é o ambiente responsável coordenação do programa de desenvolvimento territorial do Banco do Nordeste. É programa que tem como os principais atores aí os nossos agentes de desenvolvimento que quero crer que são de bastante convencidos pelo menos aqui na área de atuação do banco evidentemente. E dentro lógica desse programa de texto retentorial nós estamos presentes nos nossos agentes de desenvolvimento muito fortemente na nos 3 estados aqui da área de atuação do banco, que tem a que tem na Cajicultura 1 1 1 importante atividade econômica, no caso o Piauí, Ceará e o Rio Grande do Norte. Então nesses 3 estados, né, o Banco Nordeste tem 1 atuação costumeira de financiamento dessa atividade, né, o Banco Nordeste ele responde aí por mais de 60, 70 por 100 de sua nossa necessidade rural. Na cajucultura não é diferente. E pra ser pouco mais específico em relação ao que nós fazemos aqui na nossa área, como eu falei, a gente trabalha aqui com os nossos agentes né, trabalhando na na no programa de desejo territorial. E, mais especificamente nesse trabalho também da da dessa cadeia produtiva que é estratégica pra esses 3 estados e aqui eu me referi. Então, o banco faz isso evidentemente dentro do seu papel de de estruturador de empresas positivas, naquilo que compete ao banco que é o financiamento. E pra isso a gente conta também com parceiros estratégicos nesse processo né? O banco não faz nada sozinho evidentemente. O banco atua aí fortemente com a Embrapa né? Eu estou vendo aqui o Gustavo Adolfo aqui inclusive no ano passado nós fizemos 1 visita né? O pessoal do Rio Grande do Norte veio visitar aqui a experiência da Embrapa no que diz respeito ao processamento do Pedúnculo do Cajus, de tantas outras oportunidades de alternativas que essa cultura traz em termos de econômico social aqui pro nosso território. Então, não só a Embrapa como o próprio Senac também é parceiro muito forte nosso, os as prefeituras municipais né, a as empresas de assistência técnica e assistência rural também estão conosco nesse trabalho, e que visa portanto a estruturação de cadeias reprodutivas a partir de plano de ação territorial. Esse plano de ação ele ele tem gargalo a ser resolvido, eu estou falando aqui especificamente no caso da cajucultura né. Esse plano ele traz problema específico e a partir desse problema são traçadas ações, e a gente imagina que num universo de 2 3 anos essas ações elas vêm para mitigar ou minimizar esse problema que foi detectado. E no caso aqui da casicultura, o problema principal que que está presente nesses planos de ação territorial é exatamente o que foi falado aqui pelo doutor Maurício, que tem muito a ver com a baixa produtividade né. A gente sabe que, a cajucultura nos imóveis tradicionais, nos imóveis antigos, a cajucultura, o momento do cajura não, desculpa, o o cajueiro gigante tem 1 produtividade muito baixa e a ideia que já vem sendo feito isso há muito tempo, a a Embrapa é precursora nisso, que é a questão da substituição de copa e também do plantio de variedades de cajueirão precoce que dão à cultura 1 produtividade bastante significativa e muito maior em relação ao cajudo comum, ao cajudo comum, ao cajudo de dados. A gente tem aí dentro desse programa de desenvolvimento territorial do banco, excelentes resultados da caju de cultura, principalmente lá no Rio Grande do Norte, eu acho que o doutor Gustavo sabe muito bem aqui aquilo que eu estou falando, no sentido de que nós introduzimos lá né e quando eu digo nós, onde nós juntos? Banco, Embrapa, parceiros de modo geral? Nós introduzimos lá 1 produto, produto inclusive natural, chamado hidrogel, e é produto que por acumular água, ou quem permite o acúmulo de água, que permite que a casicultura ela tenha 1 sobrevive e 1 produção razoável, mesmo nos períodos de estiagem, mesmo nos terem dificuldades, sobretudo no momento da implantação da cultura, que é muito comum a gente sabe que no nordeste sabe muito bem disso, que quando nós temos aqui 1 estação chuvosa pequena né que dura pouco tempo e isso gera importantes e esse e esse componente chamado hidrogênio ele que é polímero né de carbono bem interessante ele armazena água aí por por por bom período e faz e evita a mortandade dos cajueiros sobretudo dos cajueiros pra que são os que estão ainda no momento de pega. Então já já a prova contundente disso científica inclusive creio eu validado pelo EVAPA, doutor Gustavo pode confirmar isso aqui. De sorte que foi 1 tecnologia introduzida aí através do né, com parceiros estratégicos aí, prefeituras, a PRAPA, a Senar, e que vem dando bons resultados né, o caju Cultura hoje não é grande morte sobretudo naquela região ali das da Serra do Melo, tem 1 outra cara, tem muita refeição, tem 1 produtividade interessante. Está havendo lá também a implantação de algumas agroindústrias a partir do programa, a partir dos financiamentos do banco, a partir de assistência técnica de órgão como de órgãos como o MATER e outros mais, o próprio SEBRAE também que também é parceiro nosso desse trabalho. Então é isso, então a gente também tem no caso do Piauí no território de Picos, aquela região ali nós temos o agente de desenvolvimento lá também trabalhando muito fortemente né, Essa cadeia produtiva. E aqui no Ceará a gente tem na região de Aracati, na região de Beberibe. Os nossos agentes também trabalhando nessa cadeia produtiva tão importante, fortalecendo, trazendo pra vocês terem 1 ideia no no no ano passado nós trouxemos os nossos agentes do Rio Grande do Norte pro Ceará exatamente pra introduzir aqui no Ceará essa tecnologia do hidrogelo e já tendo aí os nossos primeiros resultados bem interessantes pra pra cadeia produtiva. Então é isso. Que a gente está falando aqui de estruturação de cadeias produtivas, no caso da Cavicultura e claro que o banco entrando fortemente também com os financiamentos que geram de praxe, que é o comum, o banco já financia tanto o custeio aí como os investimentos pra pra essa cultura e aí não só pra plantio do ano precoce mas também pra substituição de copa e tantas outras possibilidades aí. E aí assim a gente concorda plenamente com o Maurício de Souza falou né? Inclusive Maurício eu eu não sabia da existência do instituto, faço questão de conhecêlo pessoalmente e conhecer também aí AA0 instituto pra que a gente possa ir trabalhando possibilidades, vendo possibilidades de estendermos aí o nosso programa de desenvolvimento territorial. 1 em mais regiões e mais em mais territórios né? Pra pra gente poder avançar aí nesse processo. E assim dizer que podem contar com o Banco Nordeste a gente está aqui pra colaborar no que for possível. Inclusive assim passa aqui nas nossas mentes a gente fazer plano de ação aí digamos assim regional, no sentido de fomentarmos aí a caju cultura de forma saída essa lógica territorial ali do Ceará ou do Rio Grande do Norte e de repente 1 ideia e aqui está no canto das ideias mesmo, 1 ideia de a gente trabalhar plano de ação territorial, território extra englobando aí os 3 estados produtores né, de maior importância e relevância. Pra isso a gente está à disposição pra discussão, pra pra fazer as parcerias, fazer os acordos de cooperação, o acordo de cooperação são instrumentos que o banco normalmente utiliza pra viabilizar essas parcerias, e aí juntamente com o nosso programa de desenvolvimento territorial, e os demais parceiros do banco nesse processo a gente está aí na luta pra gente realmente tentar me fazer isso já já faz essa multa e agora de forma mais estruturada ah tentando revitalizar aí a cultura tentando dar realmente a cultura a importância que ela tem do ponto de vista em geração de de ocupação de fronteira. Estamos à oposição, prazer e estamos aqui pra pra o debate. Muito obrigado.

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