
Senhores, antes de encerrar a sessão, agradeço às autoridades presentes, e a todos que compartilharam suas perspectivas sobre o papel dos parlamentos na agenda do desenvolvimento do estado, à luz dos significativos desafios que a humanidade enfrenta hoje. Gostaria também de reiterar aos convidados que o presidente do Senado e eu, teremos imensa satisfação em reencontrálos no jantar oficial que ocorrerá às 20 horas no Palácio Itamaraty. Está convocada para amanhã às 9 e 30, a terceira sessão de trabalho da décima cúpula de presidentes dos parlamentos do G 20, com o tema, os parlamentos na construção de 1 governança global adaptada aos desafios do século 20 e Declaro encerrada a sessão.
Ao ocupar a tribuna, a próxima e a última moradora dos trabalhos de hoje senhora Telmina Pereira, membro do parlamento de Moçambique.
Próximo orador a ocupar a tribuna. Membro do parlamento da China, senhor Yange Zenhu.
Próximo ocupar a tribuna, o vicepresidente do parlamento dos Emirados Árabes Unidos, senhor Tarik Altair. Iorek.
Próximo a ocupar a tribuna, senhor Constantin Kozatschev, vicepresidente da Câmara Alta da Rússia.
Orador, o orador a ocupar a tribuna senhora Ana Lil Lutre, vicepresidente da câmara abaixo da África do Sul. Own book.
Orador a ocupar a tribuna, Lord Russel de Liverpool, vicepresidente da Câmara dos Lordes do Reino Unido.
Próximo a ocupar a tribuna deste evento, seu vicepresidente da Câmara Alta da Índia, Chile Arivanche.
Próximo orador ocupar a tribuna, senhor Alejandro Murahino Rosa, da Câmara Alta Doméstico.
Com a palavra da senhora Tulia Axon, presidente da União Interparlamentar.
Com a próxima oradora senhora Carolina Cerqueira, presidente do Parlamento de Angola. Senhora
Oradora escrita. Senhora Raymond Ganer, presidente do senado do Canadá.
Agradeço ao presidente Woo, a próxima escrita, é presidente da Indonésia, a senhora Poan Marahane.
Aberta a segunda sessão de trabalho da décima cúpula de presidentes dos parlamentos do G 20, com o tema, o papel dos parlamentos no enfrentamento da crise ambiental e sustentabilidade. Componho a mesa com essa presidência, a senhora presidente da união parlamentar, o IP, Tuliadson. Senhoras e senhores, chefes de delegação, colegas parlamentares, na cúpula do p 20 em Novadelli, no ano passado debatemos a transição energética como guia para futuro sustentável. Agora nesta décima edição do p 20, sugerimos avançar na busca de alternativas de transição ecológica justa e inclusiva. De alternativa de transição ecológica justa e inclusiva. O desenvolvimento sustentável em seus aspectos econômicos, sociais e ambientais, passa pelo que foi considerado como grande impulso para a transição ecológica. Nessa transição, cabe aos parlamentares ter a sensibilidade de não dissociar os desafios e distribuições de custos e de manter a integridade do conceito de desenvolvimento sustentável. Este conceito deve envolver na esteira da agenda 20 30 para o desenvolvimento sustentável e da declaração final da primeira reunião de mulheres parlamentares do P 20. O respeito e a garantia da dignidade e dos direitos humanos de todas as pessoas independentemente de sua raça, etnia, gênero ou qualquer outra característica. Nesse contexto, também destacamos que os eventos de desastres naturais, como cheias, secas, vendavais, furacões, incêndios e maremotos, somados às calamidades provocadas em decorrência de atividades humanas, têm gerado milhares de pessoas deslocadas, crises sanitárias e pobreza. A luz da preocupação com a intensificação dos eventos climáticos, extremos e os impactos humanitários causados pelas calamidades ambientais e humanas, convidamos os parlamentares a também compartilharem as boas práticas para prevenção e resposta a esses desafios. Feitas essas considerações iniciais, concedo a palavra ao senhor Won Chik Bou, presidente do parlamento da república da Coréia.
Excelentíssimo senhor presidente do senado federal, senador Rodrigo Pacheco. Em seu nome, saúdo a todos os senadores e senadoras do Brasil, aqui presentes na cúpula do p 20. Excelentíssima senhora presidente da união interparlamentar, Tulia Axon, representando o ministro das relações exteriores, a senhora secretária geral das relações exteriores, embaixadora Maria Laura da Rocha. Mais 1 vez saudar o ministro tenente brigadeiro Duarte Francisco Joseli Parente Camilo, presidente do Superior Tribunal Militar. Da mesma forma, representando o presidente do tribunal de contas da união, o senhor ministro Jorge Oliveira. Aos senhores e senhoras senhoras membros das delegações em G 20, aqui já enumeradas e saudadas pelo presidente Rodrigo Pacheco, sejam todos muito bemvindos a todos os que participam desta solenidade de abertura da décima cúpula dos do do p 20 dos parlamentos mundiais. Senhoras e senhores, sejam todos muito bemvindos a Brasília, para a décima dos presidentes do parlamento do G 20. É 1 honra e 1 satisfação que recebemos no plenário denominado muito honrosamente Ulisses Guimarães da Câmara dos Deputados do Brasil, palco de momentos cruciais da história brasileira, e símbolo da nossa democracia. Os parlamentos e assembleias aqui reunidos, entre membros do P 20 e convidados, falam por mais de 2 terços da população mundial. Nossos países respondem por mais de 85 por 100 de todas as riquezas geradas no planeta. E de 75 por 100 do comércio internacional. Há parlamentos de todas as regiões e representando diversas tradições políticas e culturais. Isso nos avança especial 1 especial responsabilidade, que nos confere 1 particular legitimidade no que concerne as propostas que pretendemos apresentar à cúpula dos líderes do G 20 nos dias 18 e 19 deste mês no Rio de Janeiro. Senhoras e senhores, para esta décima cúpula do P 20, propomos discutir o papel dos parlamentares em 3 eixos prioritários. O combate à fome, à pobreza e à desigualdade. O desenvolvimento sustentável nos âmbitos econômico, social e ambiental. E a reforma da governança global. Não escapará a ninguém à semelhança entre esses temas e àqueles escolhidos pela presidência brasileira do GVinci. Com essa convergência, queremos reforçar sinergias, e ampliar a voz dos parlamentares na cúpula do Rio de Janeiro. A desigualdade persiste, em alguns casos se aprofunda, penaliza centenas de milhões de seres humanos com a fome. A pobreza e a falta de perspectiva, sobretudo para mulheres e crianças. Segundo o programa das Nações Unidas para o desenvolvimento, o índice de desenvolvimento humano e DH, em metade dos países mais pobres do globo, regrediu nos últimos anos. Precisamos sim redobrar os esforços para melhor dividir dentro dos nossos países e entre as nações a mudança de bens, serviços e riqueza que a economia e a tecnologia nos fornecem hoje. Na esfera legislativa muito pode ser feito para mitigar os efeitos das desigualdades. Aqui no Brasil, por exemplo, estamos comprometidos com a reforma do nosso sistema tributário. Estamos caminhando para o modelo de tributação mais simplificado, racional e justo, corrigindo 1 oneração desproporcional sobre o consumo dos mais pobres, e aumentando a previsibilidade para quem gera investimentos, empregos e oportunidades. No eixo da sustentabilidade, estamos diante dos gentis da mudança climática. Eles se expressam de forma cada vez mais frequente em eventos extremos, de inundações como no sul do Brasil em maio, e seca, como estamos vivendo na região amazônica, para mencionar apenas situações em meu país. A crise climática atinge as populações de modo desigual. Investimentos e responsabilidades na mitigação dos seus efeitos devem ser, portanto, repartidos de forma proporcional e justa. É importante fortalecer o diálogo e a cooperação entre os países, evitandose o recurso a fórmulas unilaterais, punitivas ou desequilibradas. Ao participar da cúpula do P 20 em Nova Délhi, no ano passado, afirmei que a Câmara dos Deputados do Brasil estava comprometida com 1 pauta verde voltada para a transição energética e para a regulamentação do mercado de carbono. É pois 1 grata satisfação que digo às senhoras e aos senhores, meus caros colegas, que nos últimos meses foram profícos os avanços dessa agenda. Aprovamos projetos de lei para regrar a exploração eólica offshore, a produção de hidrogênio de baixa emissão, o fundo verde do programa de aceleração de transição energética, também continuamos empenhados em regulamentar o mercado de carbono no Brasil. No mês passado, foi sancionada a lei do combustível do futuro, considerada o maior programa de descarbonização da matriz dos transportes e mobilidades do planeta. Também recentemente os poderes legislativo, executivo e judiciário do Brasil firmaram o pacto pela transformação ecológica em torno de medidas que reforcem o papel central da sustentabilidade ecológica nos planos de desenvolvimento para o nosso país. Essas ações fortalecem marco normativo que já está entre os mais avançados e estritos em matéria ambiental do mundo. Consolidamos assim as credenciais do Brasil para liderar o debate internacional sobre o desenvolvimento sustentável. Senhoras e senhores, em nosso terceiro eixo de debates, trataremos nessa cúpula também do papel dos parlamentos na construção de 1 governança mundial adaptada ao século 20 e Estamos passando por período de grandes tensões entre diversas nações. Somamse a esse triste cenário, crises humanitárias, climáticas e sanitárias, que têm contribuído para o aumento das desigualdades. Ao reiterar nossa mais veemente condenação a todas as formas de terrorismo, renovamos o apelo a que todos os parlamentos se engajem na promoção da paz, com especial atenção à proteção da vida de civis inocentes. Parte importante deste processo, exige 1 renovação da governança global. Suas instituições e mecanismos refletem mundo que não existe mais. Suas respostas já não reúnem a legitimidade necessária a soluções que sejam simultaneamente eficazes e justas. Como representantes dos nossos povos, os parlamentos devem aumentar sua mobilização em torno de acordos internacionais, direcionados à paz, ao maior equilíbrio das relações comerciais, à segurança alimentar, à cooperação científica e tecnológica, a sustentabilidade ambiental e a prosperidade para todos. Neste sentido, a renovação do multilateralismo, proposta pelo pacto para o futuro, adotado em setembro na ONU, somente será alcançada se houver grande envolvimento dos parlamentos na construção de propostas que remodele a governança global. Senhoras e senhores, em todas essas discussões, aspecto é incontornável a participação das mulheres nos espaços de poder. Como parlamentos, temos a responsabilidade de promover medidas que possibilitem a presença feminina nas instâncias decisórias de todas as esferas. Em julho, realizamos a primeira reunião de mulheres parlamentares do P 20, que produziu conjunto de recomendações sobre a forma da carta de Alagoas, objeto dos debates do fórum parlamentar do G 20 realizado ontem. Este feito inédito já se inscreveu como marco na história do P 20 e do G 20, firmando o entendimento de que a representatividade feminina é primordial e inadiável para qualificar a tomada de decisões em nossas nações. Reitero o convite para que as próximas presidências do P 20, incluam a reunião das mulheres parlamentares como parte essencial da nossa agenda da diplomacia parlamentar. Minhas caras colegas e meus caros colegas, este evento reafirma o papel primordial dos parlamentos, num contexto internacional dos mais desafiadores da história humana. Estou certo de que saberemos aqui corresponder às expectativas dos nossos povos e sociedades. Que as sessões de trabalho sejam proveitosas e apontem propostas que nos ajudem a oferecer soluções sustentáveis para os problemas que somente a união e o comprometimento de todos podem resolver. A construção de mundo melhor está em nossas mãos. Muito obrigado a todos. Agradeço a sua excelência o presidente da
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