Lucia Maria dos Passos

Lucia Maria dos Passos

Vice-Presidente do Parlamento Pan-Africano

Últimos Discursos

08 de nov, 11:18

PLENÁRIO

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Os presidentes dos Parlamentos, ensinado aqui presentes e os senhores deputados, bem como os os membros de corpo diplomais. Com 1 voz que encarna as aspirações populares, os Parlamentos influenciam as decisões e ajudam a criar 1 governação global mais humana, resiliente, que permita enfrentar também grandes desafios, desde as atrações climáticas, as desigualdades socioeconómicas de Irigenio, migrações e a saúde pública, o turismo, governos inconstitucionais e até essas questões por vezes põem em causa o papel crucial dos parlamentos nesta vasta cena internacional. Os parlamentos são na espinha dorsal da democracia representativa, o que os torna essenciais para legitimar as iniciativas de governança global, em evolução no mundo, interligarlhe hoje, garantindo que as vozes do povo sejam tidas em conta nas tomares de decisões internacionais. Ao ratificar tratares internacionais, definir prioridades nacionais e responsabilizar os governos, os parlamentos possibilitam a fiscalização democrática de acordos globais, proporcionando a legitimidade democrática, a transparência, a responsabilização, tornando indispensáveis nos esforços da governação global à medida que enfrentamos os desafios do século 20 e como âncora da legitimidade democrática. Os desafios do século 20 e como as alterações climáticas, as pandemias, epidemias, migrações e turismo transnacional, não reconhecem fronteiras e exigem respostas coordenadas e transfronteiriças. A fiscalização parlamentar das contribuições nacionais para os órgãos internacionais, dotações orçamentais e implementação de compromissos globais, relatórios e análises regulares de acordos e orçamentos internacionais garantem que as instituições globais funcionem de forma eficiente e mantenham a confiança do público, aumentando a transparência EAA prestação de contas por parte das instruções. Comissões e grupos parlamentares centrados em questões de residências climática, justiça ambiental, inovação verde, combate à pobreza e à segurança alimentar, direitos humanos, igualdade de gênero, educação, saúde, comércio, transporte e segurança, podem servir de plataformas para o alinhamento legislativo com quadros globais, como o acordo de Paris, a organização mundial do comércio e os objetivos de desenvolvimento sustentável, ORES. As organizações interparlamentares como por exemplo a união interparlamentar, o parlamento panoficano, a união europeia, o Parlatino, Parlasul, o parlamento Argo, oferecem canais para troca de conhecimento, harmonização de leis e advocacia coletiva, permitindo que os parlamentos trabalhem juntos, além fronteiras, e a par disso serão aliados no cumprimento das resoluções da de futuro das nações unidas realizada recentemente em Nova Iorque. À medida que a tecnologia transforma rapidamente a sociedade, os parlamentos também podem e devem liderar estabelecendo quadros jurídicos para regulamentar as tecnologias emergentes, como a inteligência artificial e a segurança cibernética, garantindo que o avanço tecnológico apoie e não prejudique a governança democrática, aproveitando as ferramentas digitais para a governança, a transparência e ligar os parlamentos aos cidadãos, além fronteiras permitindo 1 participação mais ampla nos debates sobre a governança global. Num mundo em que enfrenta crise transnacionais, os parlamentos são aliados valiosos para aproximar os cidadãos da cena global, moldando 1 governança global mais participativa e humana. Cabe a nós parlamentares enfrentar os desafios desta governação em constante evolução com lucidez e empenho. O P 20 pode dar contributo valioso para a promoção da igualdade de género, e a mudança do ordenamento político global. Através da diplomacia parlamentar nos parlamentos nacionais para aprovação da lei da paridade 40 60 até 2030. Junto poremos. Muito obrigado.

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