
Bem, aí você o presente desse tempo, deputado, por causa de quanto tempo é presente, né? E estarmos aqui debatendo coisa tão importante, né? Quanto a condição de vida, né? Dos trabalhadores e trabalhadoras desse país é muito importante. Nós defendemos condições de trabalho digno, mas também defendemos também 1 condição de aposentadorias digna, né? Eu acho que aposentar depois que a gente não tem mais condições de nem sequer, vamos dizer assim, supõese, né? Que a gente vai aposentar e ver os netos, né, e não ter condições de correta dos netos, né, é muito ruim. Eu acho que essa é a nossa perspectiva enquanto classe trabalhadora. No momento estamos aqui nesse minuto que tem pra fazer as considerações, tem trabalhador lá respirando o benzeno, arsênico, né, nafta petroquímica, com risco de explosão. Né? Nesse minuto, né? Ele pode estar sujeito a não voltar pra casa. Nesse minuto ele pode estar sujeito de não aposentar porque 0A0 tempo dele de aposentar é daqui a 5 6 7 8 anos, né, que não vai conseguir chegar lá. Então nesse minuto está acontecendo muita coisa, eu acho que a gente tem que ter essa responsabilidade, tem que ter essa essa atenção e lembrar, né? Que quando fala da classe trabalhadora estamos falando, né? Do povo brasileiro. Em torno geral que todo mundo é a classe trabalhadora, não importa o nível, o grau, a função, né? A a tarefa, onde que ele esteja aqui, né, em todos os cantos do país. Então, olhar peculiarmente, olhar assim, essa disposição aos riscos, né, a essa questão dos ativos nocivos, né? Que aí a gente vai conseguir entender, né? Quem poderá ter esse direito ao poder especial. Muito obrigado pastor Iko, obrigado a todos.
Boa tarde a todas e todos, boa tarde pastor Eurico, boa tarde deputada federal Eric Kokai, parlamentar presente aqui nessa audiência pública. De muita importância de passagem, né que trata da aposentadoria especial da classe trabalhadora, né? Meu nome é Esteliano, sou da direção executiva nacional da CUT, a CUT 1 central sindical né mais de 40 e anos é a maior central central do país, a maior da América Latina a quinta maior do mundo, e o nossa fala hoje aqui vai se dar realmente, na defesa do pastor rico, né da classe trabalhadora, né num todo, né porque, como falou bem meu antecessor ali o o pessoal dos técnicos, né a gente aqui não consegue dividir, né trabalhadores e trabalhadoras, né, até no PL 42 que a gente tem também acompanhado muito de perto, nós temos observado que a grande questão, é o agente nocivo, né o que coloca em risco no caso né, a as trabalhadoras e trabalhadores que são exposto a ele cotidianamente, né a gente não pode permitir enquanto defensor da classe trabalhadora, alguns trabalhadores até mesmo também como defendida da sociedade brasileira, né? Que pais, mães de família, né? Não retornem pros seus lares. Né? E não por falta de de EPI, né? Que o evento de segurança individual, produção individual, nem de PC, né? O equipamento de produção coletiva, mas sim ao risco da qual ele está submetido a trabalhar todo dia, né? O digamos assim. Temos categorias é que se expõe ao risco entrando em túneis, que é o caso dos mineiros, Temos categorias que se expõe a radiações, temos categorias que se expõe ao risco elétrico, ao risco físico, ao risco químico, biológicos, né? Então, e quando a gente fala da categoria, a gente não pode também colocar o total dessa dessa categoria. Temos que especificar sim, né aqueles trabalhadores que estão exposto ao risco elétrico, ao risco químico, ao risco biológico, ao risco econômico. Né? Né? E não há condições né de trabalhadores desta forma dessa natureza, né nós, né talvez o estado, digamos assim proporcionar que eles fiquem há tempos colocando o seu a sua vida em risco, muito quanto, né ficar sequelados. Aí também entra aquelas contas né? Da questão da sequela, né? Quem que quem quem que arca com essas conta de trabalhador sequestrado? Né? Quem é que mantém trabalhador né atento ao seu trabalho com o passar dos anos. E observa que a nossa plateia e também a nossa mesa também, né? Muito de nós, né, a gente consegue lembrar a idade com que nós começamos a óculos. Acuidade visual diminui com o passar do tempo. E essa acuidade visual diminui os reflexos. E esses reflexos, traz acidente. E no caso aqui dos companheiros que me antecederam aqui vou citar o odor elétrico, né eu fiquei atentamente aqui as falas, no caso até pra se apropriar disso inclusive, qualquer descuido, né? É toque, ao toque, é 1 morte, se não é 1 morte, é 1 sequela. Então a gente pode estar aqui pastor Eurico, aqui com esse copo energizado ao nosso lado. Ele não faz barulho, ele não cheira, né? E nem sequer a gente vê a eletricidade. Mas ao tocar, é 1 vez só. Não dá segundas chances né a esses trabalhadores. E também a questão também social, não se preocupa muito, né, esses trabalhadores do ramo químico, petroleiros, plataforma, os os vigilantes, pessoal da saúde, né, que expõe as guardas municipais que expõe as suas vidas todo dia, né? A gente observa que ao fazer isso, ele reduz também a sua participação social. Né? Nós todo mundo acompanhou pelas pelas notícias né? A coisa mais que foi vinculada nas mídias aí a questão né das chuvas em São Paulo, e o tempo que a cidade, a capital maior cidade da América Latina, né, ficou sem energia elétrica. Né? Sem energia elétrica, sem hospitais operando, sem hospitais superando, sem indústrias produzindo. Né? E esses trabalhadores ninguém se deu conta, né, que estavam praticamente 18, 14, 14, 18, 22, 24 horas, trabalhando sobre a o risco elétrico, sobre o risco econômico, sobre o risco das intempéries, o risco biológico, né? O risco orgânicos, para restabelecer sistema. Isso estou dando como exemplo né? Porque eu acho que foi, a que a gente pode trazer assim de pontualmente falando, né, o que mais aconteceu, né recente, que ficou visível, né porque a gente não vê os mineiros embaixo do da da TA trabalhando. Quem vê os mineiros debaixo da terra trabalhando não sabe que ele trabalhou é a família dele quando recebe. Quando a gente vê no caso, alguns guardas quando não voltam. No caso né? Quando seria com os petroleiros né que há a exposição do risco químico né? Conorói a sua saúde. Então a gente consegue observar os trabalhadores da saúde no caso da companheira aí o Maria Ouvir aqui que teve se retirado, do radiológico, né, sabe quando ele começa a se limitar em seus movimentos pela corrosão que dá em seus membros e em suas articulações. Então a gente entende que, a política especial não é é não é privilégio de se trabalhar 15 anos somente, de 20 anos somente, 25 anos somente. Esses trabalhadores estão exposto todo dia a periculosidade, e a penosidade em suas vidas. Então, e pra não perder meu tempo, pastor Iki, todos aqui presente, nós entendemos o quê? Atrás, tempos atrás, existia essa compensação desses trabalhadores, né? Tivemos, como país, reformas estruturais, né? Talvez sim necessárias, talvez, mas a gente questiona a forma que foram feitos né, acho que devia ser feito pastor Rico, aquele olhar de lupa, em cada categorias pra ser pra ser fazer 1 reforma, e essas categorias né, principalmente, não dividindo das outras, deveriam estar contemplada e contidas ainda na sua poder especial, e não ser retiradas, né. Então se trata também de 1 questão de reparo, né. Eu acho que essa comissão, que tem sobre a presidência, o Pastorio como 1 pessoa muito sensível e também muito também entendido né da questões né que te trata da previdência, da ciência social, da infância, adolescência e da família, é 1 forma também de preservar tudo isso, né? Deixando que o trabalhador que colocou sua vida em tanto tempo em risco, né? Consiga gozar da sua aposentadoria, ainda com saúde. Né? E consiga também voltar pra sua casa né? Porque às vezes nem consegue voltar pra casa. Então pelo tempo de exposição, pelo tempo que é exposto ao risco, pelo tempo que ele corre esse risco. Então a CUT não tem ele não tem acho que nenhum, nada nada que a gente tenta argumentar, né? Eu vi bastante argumentos no caso aqui, né? A gente entende que esses trabalhadores, né, tem que ser, né dentro do seu risco da exposição, tem que ser avaliado, né, essa esse agente nocivo que corrói ou mata esses trabalhadores, e entendemos também que colocálo à exposição por muito mais tempo, né, do que o necessário, né, que se possa ter pra gozar 1 vida, né, a gente também não está fazendo preservação da vida. Então o que que nós trazemos aqui é primeiramente, né, é o apoio, né, a todas as categorias que estão aqui no caso reivindicando. Segundo, entender que, né, é necessário fazer o reparo àquelas categorias, né, que perderam essa essa questão, né e muitas delas ainda pastor Eurico, a gente observou isso com alguns dados do Ministério da Previdência, muitas dessas categorias ainda contribuem, para o regime especial. Muitas dessas categorias ainda, as empresas da qual elas são contratadas, ainda contribuem ainda meu querido amigo Reinaldo. Né? Então eles cumprem com o seu dever, com a contribuição, pra ter, mas não está tendo o seu direito deputada Érica Cokai. Né? Eu acho que é é essa esse é o grande reparo que nós temos que fazer, né? E não esquecer das outras categorias que talvez por 1 redação, por entendimento jurídico que é o que está acontecendo, né o nosso Supremo está cheio dessas ações, né? Que nós temos que trazer a segurança jurídica sim, como antecedeu aqui a representante da FIESC, né? Mas essa segurança jurídica também tem que ser também para os trabalhadores. O trabalhadores tem que ter a segurança não só de vida, não só social, mas também jurídica. De ir trabalhar e voltar para o seu do seu trabalho com essas condições e com essa segurança. Então, a gente pede que, seja feito também essa avaliação, esses estudos, dessas categorias que contribuem, ainda, acho que tem que ser feito o reparo, das categorias que estão pleiteando sim, observar o agente nocivo e a exposição desses riscos a essas categorias, né? E considerando assim que a gente consiga ter, né, em breve, né, aqui nessa comissão, essa análise e esse relatório, né, concluído pelo pastor Eurico, pelo deputado pastor Eurico, né, com esta visão, que estamos aqui preservando famílias, estamos aqui preservando a infância, ninguém cresce bem sem o pai e sem a mãe, né? E também a seguridade social e também a previdência desses trabalhadores e trabalhadoras de todo o nosso país. É pouco nossa contribuição aqui enquanto Central Única dos Trabalhadores. Ah, agradecemos o senhor
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