
Vem agora. Pronto, esse aqui Deu? Deu está melhor. Esse aqui, inclusive fica melhor pra mim também. Bom dia, bom dia a todas as pessoas. Eu sou Marina Polivas, eu sou conselheira do Conselho Federal de Psicologia e represento então Conselho Federal de Psicologia na presidência do COANANDA, o COANANDA que é o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, o órgão máximo de formulação de políticas públicas pra criança e adolescente no nosso país. Antes né de fazer a minha fala rápida e breve gostaria né que já quer compromisso também do CONANDA fazer minha áudio descrição. Eu sou 1 mulher branca de cabelos castanhos longos com luzes loiras, estou vestindo 1 camisa preta, 1 calça jeans, e 1 sandália, tenho mais ou menos e 63 metros de altura. Eu também de fato não vou me estender mas quero fazer 1 enorme agradecimento a deputada Juliana Cardoso né? Parabenizála pela condução e organização desse seminário nacional. A gente vem já desenvolvendo durante o o período de 2024 1 série de de de seminários estaduais que culminaram nesse momento tão importante pra nós hoje e no no decorrer desse percurso eu tenho escutado muito as pessoas repetirem e eu quero dizer que isso se trata de desafio estrutural que nós temos enfrentar no tema da da orfandade de que a orfandade não é tema novo, né? Não é tema novo, é tema que sempre existiu mas que de fato nós temos muito que caminhar num processo de corresponsabilização entre estado, família e sociedade como diz a constituição federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente pra que de fato o estado e a sociedade também se responsabilizem pelas situações de orfandade de crianças e adolescentes. Porque historicamente o que a gente percebe são os rearranjos familiares pra que as famílias possam sozinhas dar conta desses processos que são processos de grande sofrimento, dolorosos e que por vezes até criminosos né? Quando a gente fala de situações que envolveram a pandemia da coviddezenove. E outro grande desafio estrutural que nós temos pra enfrentar nesse tema é o negacionismo e a vontade de muitos colocarem esse assunto pra debaixo do tapete ou de tratarem o assunto como tema menos importante. Nesse ano nós fizemos a conferência nacional dos direitos da criança e do adolescente que discutiu os impactos da pandemia da covid 19 na garantia de direitos de crianças e adolescentes e comumente nós ouvimos as pessoas falarem. Mas por que que vocês estão falando da pandemia? A pandemia já passou a a pandemia já ficou lá atrás, vamos superar isso, vamos seguir em frente. Pra nós adultos pode ser que isso até seja simples ou até por vezes fácil. Mas a gente sabe que crianças e adolescentes não foram vítimas diretas da letalidade da pandemia e da covid mas são as principais vítimas dos impactos e das consequências da pandemia da covid 19. Então nós temos desafios estruturais pra enfrentar nessa temática mas também temos esse grande desafio que a mesa anterior apontou que é transformar esses dados, esses dados que já existe em proteções sociais devidas em todos os territórios brasileiros. À tarde eu vou dialogar pouquinho mais com vocês sobre o que o está se propondo a fazer então. Muito obrigada pela atenção de todos e de todas.
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