
Não bem, acho que testei alguns comentários bem rápidos, inclusive pra orientar pouco o dia de amanhã, quer dizer, a gente combinou seminário público institucional na câmara pra que a câmara federal né o parlamento avance no seu posicionamento, retome os mais de 40 projetos de lei que estão parados aqui, versando sobre esse tema né? Projetos que vão definir a orfandade como 1 certa prioridade pra determinados acessos de políticas públicas, que vão criar fundo específico pra essa finalidade, que organizam atenções específicas na saúde ou na educação pra isso enfim, e projetos que são mais amplos, que tentam pensar sistema né, nacional de de proteção a essas crianças, que estão em em discussão e justamente deles é justamente esse proposto, pelo estado do Rio Grande do Norte através da deputada Natália Bonavides, que eu não sei se está aqui a assessora dela mas acho que é importante dizer que tem projetos de todo o tipo na casa, né? Mas esse é projeto que guarda muita coerência com aquilo que a gente está defendendo, que é sistema e não ações que são importantes mas que no limite acabam sendo ações, circunstanciais, algumas pouco oportunistas, né, diante da comoção social e acho deputada que o desafio e a gente conta com a senhora pra isso é é 1 liderança que possa aglutinar isso né, não de 1 maneira vamos dizer assim, a hegemonizar né, mas a ter 1 1 referência na casa que de fato assuma esse esse tema. Gostaria só de fazer então menção antes de falar da parte da tarde, que nós temos aqui os comitês estaduais que estão produzindo práticas de desejo institucional muito importantes que a gente vai amanhã avançálas e organizar pra apresentar como proposta, então a gente tem visto o caso de Rondônia que distribuiu aí o material, que avançou na constituição de 1 rede institucional, foi citada aqui a participação da própria DPU, os outros estados vão seguir na mesma linha, mas nós temos também os atores que vão se se sensibilizando e tomando posições, seja a universidade, os governos estaduais, governos municipais, então citava aqui né, os anteriores mas não citei a a Paraíba, a Jéssica falou, diz olha Paraíba é é é o neste momento o único programa de de proteção à orfandade, de todos que existem no Brasil e a gente monitora todos, que de fato tem a universidade como parceiro na produção de conhecimento, no monitoramento dessa execução, então é importante que a gente tenha ali momento pra entender o que essa universidade está produzindo, nós temos no estado de São Paulo a gente viu aqui o maior número absoluto e relativo, 1 iniciativa importante lá do governo do estado, que acolheu né a demanda de não vou falar vou falar, não esqueci não, nunca esqueceria Gisele, eu não, não quero morrer, é mas vou chegar lá no Tocantins, é que eu estou falando do estado né, como o estado trouxe, como estado da universidade, isso, vou chegar lá, e no caso do do estado de São Paulo em que a secretária assumiu esse esse tema provocada pelos conselhos de assistência social na figura do Márcio, de criança e adolescente na figura das conselheiras que lá estão, e outros que estão na mesma linha. E situações em que a própria universidade, que é o caso então da Universidade Federal do Tocantins, mas também da Universidade Federal do Sul da Bahia, que produziram estão produzindo conhecimento e estão provocando o estado a se posicionar. Por isso que a mesa da da tarde ela é 1 mesa importante e na medida em que a gente avaliar aí o tempo, a gente possa também dar espaço pra esses exemplos falarem começando, eu sempre proponho começar por Manaqueri, porque Maraquiri é caso concreto de município que tem características próprias, que topou o desafio de localizar essas crianças e essas famílias e já cuidar delas, e não esperar o momento x pra isso ser feito, é o único que efetivamente trabalha assim é claro que a gente tem outras redes é o caso da rede aqui do DF também faz isso, mas eu estou falando aqui a partir da assistência social. Então essa é a nossa proposta pra parte da tarde, queria agradecer quem não puder porque outras pessoas têm né estão com disputa de agenda, não puder estar à tarde amanhã foi riquíssima, acho que a gente tem bastante trabalho pra trabalhar na sistematização né, que vai ser feito amanhã de manhã e novamente deputado agradecer só a generosidade atenção, quero posso contar só 1 fofoquinha que é importante pra gente entender como essa casa funciona? Se vocês sabem que pra ter evento nesta casa que valha, que possa de fato contar com todo esse apoio que vocês estão vendo, deputado tem que estar aqui, ele não pode mandar alguém no lugar dele, e são 8 horas ininterruptas de dedicação, se ele sai os o evento cai, isso não é qualquer coisa, é só ver quantos deputados podem ficar aqui, dos que vieram, isso não é nenhum de meta a quem não está, mas é 1 1 essa causa exige atenção física concreta, os discursos são muito importantes mas essa dedicação, essa sistematização, a gente agradece então deputada Juliana Cardoso.
É importante antes da do Cogemas se retirar, acho que a gente vai ter a tarde né a junto com a mesa do executivo federal o a apresentação rápida da experiência de Manaqueri que está aqui, Amazonas, que fez exatamente o que seria a função que a gente está propondo pra todos os gestores estaduais e municipais fazerem, que é identificar essa orfandade multi setorial viva no CadÚnico, e não de maneira só administrativa do estado fiscal. E a Edilene vai narrar AAA opere pro que ela botou a equipe de assistente social pra fazer, lá equipe extremamente aguerrida que só não está aqui por questões orçamentárias mas que estaria aqui. E quero lembrar também que Bruno, lá no fundo secretaria de estado de assistência social de Pernambuco, fez trabalho brilhante nessa linha de identificar essa orfandade viva dentro da assistência social, assim como desculpa Breno não. Bruno. Obrigado. Vanderson sempre me salvando, e que são atores concretos que estão produzindo isso nos nos estados e no municípios a quem eu saúdo, e ao saudálo saúdo os demais que não puderam estar aqui muito obrigado. Obrigada.
Oi oi oi, está contando? Está você lendo. É rapidamente só, conta mais 1 anedota importante, a Grazi e os conselheiros que aqui estão, e nos estados nos acompanhando, ela foi responsável por provar que o bacalhau tinha cabeça, que todo mundo dizia não tem dado de orfandade no cipia, ela foi lá e deu print na tela e os conselheiros não acreditavam, né? Os outros nunca acreditaram né Marina como a Marina falou nisso. Exato, aí ela mostrou, aí ela mostrou que era possível contabilizar o dado e o dado é 890 e casos de horfundade sendo acompanhados neste momento pelos conselhos superados que existem no Brasil, tem a tabela que está no grupo a gente disponibiliza se vocês pedirem mas ela vai constar aqui do nosso processo obrigado deputada. Obrigada.
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