
Que demais presentes nesta casa. Fábio. Meu nome é Fábio Macedo, atualmente estou como diretor da câmara de governança integridade compliance do sistema CFA CRAs. Pegando o primeiro ponto e debate levantado pela Maria Isabel, eu acho que 1 das coisas que a gente tem que ter 1 concepção muito clara, é que a ciência da administração ela se sobrepõe ao público e ao privado, indefere a existência, se é público ou se é privado, nós temos que fazer dentro dela efetividade, exercício, resultados e eu falo isso com muita propriedade por ser administrador público de carreira no estado do Acre, eu passei em primeiro lugar como especialista executivo no cargo de administrador, tramitei como consultor em todo o sistema S, o único que não fui foi do Senac, Senai por falta de tempo, mas passei em Senac, SESC, Sebrae, Cert Senat, Sesi, todos eles eu passei como consultor, instrutor, mediador e palestrante. Eu estudo afinco à ciência da administração, tanto é, que o meu mestrado agora eu estou defendendo dentro dele a lucratividade social, porque pra mim, eu tenho que buscar efetividade na aplicação dos recursos públicos ou privados, gerando resultado pra sociedade. De forma geral, eu já vi aqui alguns contrapontos. Hoje dentro do escopo doutrinário da própria administração, ela traz como prerrogativas privativas do profissional da administração, logística, marketing, orçamento, produção, organização sistemas e métodos, tudo e áreas conexas da administração, onde entra sim a administração pública. Foi suscitado aqui alguns pontos, até de registro, que eu estava conversando mais cedo com com dos colegas de vocês, acho que é Ricardo o nome dele, e eu citei a ele, Ricardo, vocês ele a gente não se sente representado que a gente não pode participar, por que que não pode? A legitimidade pra fazer parte do Conselho Federal de Administração e bem como dos conselhos regionais é estar registrado, primeiro ponto, segundo ponto, estar adimplente, terceiro ponto, ter 2 anos de registro e ter votado na eleição passada, isso já me credencia a fazer parte do processo. Quando eu não estava satisfeito no Acre, eu fui pra dentro, fiz processo de transformação, e hoje o CRA do Acre é 1 referência no Brasil pra todo o sistema CFA, CRAs. Então eu acho que 1 construção conjunta entre as partes, entre vocês que discute a parte pública e privada porque pra gente a gente discute a ciência da administração enquanto tentarmos diminuir dilacerar dividir a classe e a ciência da administração, não teremos 1 evolução pública na sociedade brasileira, porque médicos vão achar que são gestores, engenheiros vão achar que são gestores, administradores e todas as demais áreas, e aí eu pergunto a todo esse plenário aqui presente. Vocês chegando entre a vida e a morte em hospital, vocês queiram irão querer ser atendidos por médico ou ou por advogados? Vocês irão querer médico defendendo. Assim tem que ser a nossa defesa pra ciência da administração, tanto no ente público quanto no ente privado, com aperfeiçoamento, com o aprimoramento do conhecimento, com o aprimoramento dos escopos doutrinários da formação da administração, que permeia hoje aquilo que, está condizente com a ciência da administração, nós trouxemos pra dentro do arcabouço, deputada, hoje gestor público tem registro no conselho, várias áreas de formação tem registro. Então, meu muito obrigado, eu acho que o gênero citou muito bem, a gente precisa sentar, conversar, dialogar e discutir caminho não é querendo se apertar da profissão existente, que a gente vai construir 1 profissão forte. Obrigado. Eu agradeço. A senhora, a todos presentes, me desculpe com vocês por estar saindo porque nós estamos num, num congresso que.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.