
Deu? Obrigada muito obrigada deputada Erika Kocai, esse espaço sem dúvida é espaço de mais tijolinho, A gente sabe que tem luta pela frente são várias etapas seguintes, mas é muito importante a gente aprovar o PL. Já é caminho em que a gente vai, tem 2 sentidos a aprovação do PL. Primeiro é realmente regulamentar a nossa profissão mas é nos dá ainda mais sentido de campo, né? De campo multidisciplinar de saber e profissional, a gente já tem essa construção de identidade mas eu acho que a gente precisa desse desse respeito, né pra gente atuar profissionalmente. Na nossa intenção não é de forma alguma a reserva de mercado ou tem 1 dimensão corporativista, mas nós estamos realmente muito cansados como o próprio Andrei falou, de é muito desgastante a gente judicializar os processos, a gente correr atrás né de toda a tramitação necessária pra fazer pra garantir a inserção dos nossos egressos nas suas vagas que foram conquistados por concurso e que eles muitas vezes não não conseguem, né, a gente têm conseguido vencer alguns processos mas outros não porque perdem o tempo, né, de tomar posse, isso é muito triste, né? Então é por isso que a gente está aqui, Não é porque a gente quer, né inclusive a gente libera os nossos sempre liberamos nossos estudantes pra se associarem ao CFA, ao CRA, como eles quiserem, né? Se eles quiserem tudo bem. Não é isso que a gente quer. A gente quer respeito a gente quer garantir 1 atuação profissional, de corpo né de egressos e de novos profissionais que tenham identificação, com tudo o que já nós nos falamos aqui. Eu quero agradecer muito a presença de todos vocês, dos nossos professores do GPP professor Luiz Fernando Bessa professora Rosana Bulgosa professora Fernanda Natasha, e também do professor João, passador que veio de São Paulo, e nossos estudantes de GPP que estão aqui e que estavam mais né antes, e também dos estudantes que vieram de fora né da UFMG, da UFMG, não sei se tem mais algum de outro estado, mas que é muito importante a participação de vocês, os estudantes sempre fizeram diferença no campo né Caio, e a gente está aqui e vai precisar de vocês pros próximos passos, então muito obrigada de novo deputada Erika Cocaday, a gente vai precisar como o Andrei falou, tem 1 luta aí pela frente e nós estamos firmes nela e contamos com todo mundo que está aqui. Muito obrigada gente pela presença.
Oi oi oi. Bom dia boa tarde já né? Muito obrigada pela oportunidade a deputada Érica Kocai é prazer estar aqui com os meus colegas e amigos representantes da NEPCP, FINE CAP, Própública, ESBAP, RGS. Bem a gente está aqui com 1 missão né, de aproveitar esse espaço, esse fórum né que é 1 audiência pública pra defender e, mostrar né com argumentos como e que vocês já ouviram todos né, eu não vou me alongar muito, pro reconhecimento e valorização dos profissionais né do campo de públicas, com vários cursos que com várias nomenclaturas mas que convergem pra os interesses que o nosso campo tem trabalhado. Eu sou professora do curso gestão de políticas públicas, e estou nessa luta, desde as dcns pra administração pública desde 2010, e não tem sido 1 1 trajetória fácil, né, é que pena que o Fábio, Macedo né, não está aqui porque ele hoje é diretor da câmara de gestão pública, e eu lembro muito bem quando essa câmara que não existia, passou a ser criada no CFA, depois de muitas reuniões que fizemos com vocês que sempre nos receberam com muita cordialidade, não posso negar, mas que infelizmente não chegamos nunca a consenso sobre a diferença entre administração de empresas e administração pública, porque como o próprio Fábio colocou, na visão de vocês existe 1 grande ciência da administração, né em que todas as outras vêm embaixo. E é assim que a gente tem sido tratado, né como subárea, há muito tempo, e essa é 1 realidade muito brasileira por que, nos Estados Unidos por exemplo, essa separação já existe desde 1977. Os prédios, dos departamentos de administração de empresas e administração pública são bem separados e distintos. Então o que a gente tem lutado esse tempo todo é de não funcionar como 1 subárea da administração. E aí ele colocou muito bem né, todos os os fatores prérequisitos que constantes da preocupação né de vocês da administração como ciência e ele citou 2 campos, que é logística e marketing. E foi exatamente por aí que nós começamos como grupo de professores e estudantes desde 2010, a perceber que o exame nacional de desempenho dos estudantes, não contemplavam os nossos estudantes do campo de públicas dos cursos que estavam sendo criados, Por quê? Porque exigiam competências e habilidades que a gente não não estava trabalhando nos nossos cursos. E então nós começamos a lutar por INADE próprio, né Bel você lembra bem das reuniões que fizemos no INEP, ano de reunião, grupo de 10 professores de todo o Brasil constituídos pra que a gente pudesse pensar o nosso campo de forma diferente porque ele estava sendo avaliado como a área de administração de empresas. Então essa essa construção ela é ela é antiga, assim é nova e antiga, antiga porque eu estou até me denunciando né, estou há 15 anos nessa luta sentando à mesa com vocês, como eu disse, vendo a câmara, né, de gestão pública sendo criada a partir dessa rixa digamos assim desse conflito que a gente estava tendo, e então isso é muito antigo. Eu vou falar pouquinho aqui, acho que todos já falaram bastante, professor Edigilson foi muito completo na fala dele, mas a nossa preocupação é exatamente falar pouco aqui das várias competências e habilidades profissionais, que a gente tem trabalhado nos nossos cursos, EEA gente tem compreendido que isso tem feito 1 diferença muito grande, né? Inclusive na profissionalização do campo. Então essas competências e habilidades elas foram muito mas muito discutidas por professores e estudantes. O movimento estudantil, tem protagonismo, essencial pra construção das nossas diretrizes curriculares, né está todo mundo aqui tem muita gente aqui, e o auditório do Conselho Nacional de Educação também estava lotado, no dia da aprovação das dCNs então a nossa história é antiga e recheada de de muitas conquistas também né? Então nós estamos há muito tempo discutindo competências e habilidades, eu vou citar aqui, né, tem 3 pontos principais do artigo quarto, das dCNs, onde estão previstas né vou falar de forma resumida, alguns competências e habilidades que a gente se enxerga, né que nos ajudam, a nos enxergar como campo diferente. Reconhecer, definir e analisar problemas de interesse público. Estar preparado pro processo de tomada de decisão de formulação e avaliação de políticas públicas. Desenvolver raciocínio lógico, crítica e analítico na análise de processos políticos, mas também econômicos sociais administrativos. Né. São esses 3 pontos das competências e habilidades do da nossas DCN já nos distinguem, né? Possivelmente as DCNs de administração pública que a gente estudou bastante não as as a de 2014 se não me engano de vocês, de 15, 2010 mas a de 2005, porque os nossos cursos eram regidos pelos descens de 2005 da administração. E a gente não se via, né não tinha competências e habilidades que a gente hoje trabalha nos nossos cursos. E por fim eu só vou falar, gente já tem 7 minutos, vou falar só de 1 de recente estudo de tese de doutorado, de 1 orientando a minha aqui na UnB, né a Erica Carrasco, ela fez 1 análise de 29 projetos pedagógicos de curso, né, dos nossos cursos bacharelados presenciais, nós somos mais de 500, mas nós temos especificações diferentes técnicos e e EAD, né? E ela também entrevistou coordenadores de cursos. E, o que que foi possível a gente perceber, né? Que os nossos cursos, por meio desses projetos pedagógicos, a gente tem visto que os nossos cursos têm desenvolvido exatamente essas competências profissionais pro trabalho no setor público. Com base tanto nas DCNs a nossa comparação, né? Como na matriz de competências transversais construídas pela Enap que é a Escola Nacional de Administração Pública. O que é que isso significa pra finalizar? Né que nós estamos orientando nossos alunos e alunas dentro de fio condutor próprio, no nosso campo do nosso campo disciplinar, mas que é exatamente a diversidade na unidade né. Nós temos 1 grande diversidades e aí, os próprios projetos pedagógicos mostram né as especificidades de acordo com os territórios dos cursos, e das ênfases que cada curso tem dado. Bem, observamos diante dessa realidade, que nós temos, ajudado na profissionalização da administração pública por meio dos nossos cursos do campo de pública, né e estamos aqui hoje nesse fórum, nessa audiência pública, pra exatamente falar que a gente tem contribuído mas que a gente quer continuar contribuindo. E de 1 forma sistemática, de 1 forma é organizada e com 1 visibilidade em que nós possamos nos identificar, né com 1 legislação que nos caiba. É esse aqui né a nossa luta. E também lembrar que a gente mesmo estando aqui em Brasília eu e o nosso curso GPT estando em Brasília a gente tem trabalhado essas competências e habilidades pra atuar no serviço público, em estados e municípios também. Então a gente quer estar em estados e municípios, né como gestores de políticas públicas, gestores públicos, gestores sociais enfim, administração administradores públicos. E é isso que a gente quer quer fazer de agora pra frente, né e quer continuar contribuindo então agradecemos a oportunidade de estar aqui ampliando essa interlocução no parlamento. E cientes de estarmos colocando mais tijolinho né, na construção do campo de públicas 15 anos depois né a gente está aqui eu estava até falando com a com a professora Maria Isabel Bell parece que não acaba nunca né, a gente está aqui desde 2010, né tijolinho atrás do outro mas a gente vai continuar né CFA, colocando o nosso tijolinho porque a gente acredita muito nisso. Não é não é pra dividir como o o Fábio falou, não é a intenção não é dividir é o contrário, administração faz parte também das nossas competências, das nossas habilidades, nossos princípios, mas a gente precisa trabalhar a nossa identidade própria e e 1 regulamentação que nos nos nos represente melhor nos espaços que a gente tem ocupado. Obrigada.
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