Rosana

Rosana

Professora

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26 de nov, 12:56

COMISSÃO DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO

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Bom meu nome é Rosana Bolhosa, eu sou professora da universidade de brasília, do departamento de gestão de políticas públicas, sou também vicepresidente da associação internacional de políticas públicas e editora da revista inglesa crítica policy studies e eu gostaria de dizer que em todos esses espaços né não há a menor dúvida de que os cursos de que o campo de públicas se constitui de fato como como campo Eu eu fico achando muitas vezes que o nosso debate fica entre 1 1 discussão mais de ontológica né ligada a carreiras, a a constituição do do da profissão, quem é esse profissional, o que é que ele pode fazer ou não, e as disputas que estão todas envolvidas nisso, e entre 1 outra discussão que está mais no campo da odontologia do ser mesmo, da natureza do ser. E nesse sentido, não tem, quando a gente passa pro plano odontologia não tem nenhuma discussão. A gente, de fato, tem objeto que é muito próprio, não é, que são as polices, que são as políticas públicas, que é muito diferente da discussão de objetos que a administração tradicionalmente tem, que hora diz que a gestão, hora diz que a organização, hora diz que a que é b, mas pra gente não há essa essa essa diferença. Então o nosso saber, o nosso campo de saber é muito próprio da gente, e não tem tem interface com a administração tem, mas não tem confusão com a administração, não tem 1 III, é é muito mais 1 1 questão de ouro né? E aí eu fico imaginando o seguinte, nessa disputa, mais de ontológica, mais por carreira, muitas vezes o CFA fica se perdendo em 1 delimitação de querer nos colocar dentro do campo odontológico deles sem 1 independência, que é 1 independência que o nosso o nosso plano epistemológico, nosso plano antológico já nos deu há muito tempo. Então CFA, quero ser muito direta, não essa briga de carreiras não tem sentido. A gente está falando de algo muito importante que é a sociedade, que é o nosso desenvolvimento, que é a trajetória das políticas públicas no país, dentro de 1 de 1 implicação democrática extremamente forte. Na no plano internacional já que estou trazendo pouquinho dessa experiência pra aqui, a gente não encontra alunos professores de administração nesses espaços, só do campo de públicas. Se encontra ou outro ao ponto de que dá pra generalizar, a gente não encontra. Quando a gente vai pra esses espaços, as nossas implicações nós estamos movidos por 1 construção de 1 sociedade mais democrática, nós estamos movidos por teorias e estamos movidos por grupos corpos e tudo mais de análise que estão absolutamente situados dentro de outro, outro campo de saber, dentro de lugarzinho da ciência, que é lugar que a gente olha pra administração e vocês olham pra gente também porque temos coisas em comum, mas que tem 1 posicionalidade sistêmica própria, diferente, são saberes diferentes. Basta a gente colocar em junto 2 alunos, de administração e do campo de públicas. A gente vai entender que são conhecimentos diferentes, são formações diferentes, eles aprendem coisas diferentes, e não é que seja melhor do que o outro não, é só que são diferentes, e se f a gente tem que respeitar essas diferenças, nós precisamos ter o nosso campo regulamentado, campo de públicas, precisa de regulamentação, não podemos deixar esse essa discussão pra depois e nem mais fazermos essa discussão privadamente. O lugar da nossa discussão é agora aqui publicamente e não mais privadamente entre consensos e não consensos junto com o CFA muito

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