
Boa tarde, eu sou Viviane Siqueira Martins, sou representante do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro. Parabenizar a mesa, né? Através da deputada e falar que o Conselho Regional do Rio, a gente não conseguiu se envolver nessa discussão lá na região né por conta de falta de encontro de algumas agendas mas que a gente entendeu a importância e por isso que eu tô aqui hoje para a gente também adentrar nessa discussão já falei com as colegas ali do Rio né da volta como a gente pode se organizar no estado para fazer essa discussão e entendendo que como foi já dito que ao longo da manhã toda e agora nesse da tarde com Ampla é essa discussão ela não se cabe numa só discussão num lugar só e a importância de atravessar essa discussões em todos os lugares e os Ministérios como a gente viu aqui a contribuição de cada órgão programas específico mas que não se conversam que não se se entrelaçam na discussão né da da alfandede né e entender também da perspectiva de como a gente pode de fato contemplar essa essas famílias no âmbito do acolhimento eu não sabia da lei que prevê 1 benefício para 1 pessoa que foi a família foi vítima de feminicídio né que tá nessa discussão não e eu trabalho na política de assistência mais de 20 anos assim eu estou pouco afastado do front mas eu trabalho com essa política e aí as preocupações que se vem Porque apesar da gente querer ter 1 política que vai a acrescentar E aí fiquei preocupada da forma de acessar isso ao INSS como é que você comprova junto ao INSS o o para pedir o benefício né que eu vi ali que é inquérito policial o BO que não é mais BO que se chama né né e como é que se dá isso dentro de 1 lógica que às vezes você tem 1 investigação que mais de 70 por 100 da investigações de homicídio no Rio de Janeiro não são resolvidas ou se extingue sem nenhuma resolutividade ou que quando 1 família é ente desaparece se você não tem corpo você não tem registrado homicídio é desaparecido de forma forçada e no Rio de Janeiro a gente tem muito isso a gente não consegue alcançar esses dados de feminicídio porque ficam locados no desaparecimento forçado E aí fica anos num processo que essa criança está desassistida desse processo com a família tendo mais fardo para estar de em órgão em órgão pulando para conseguir 1 documentação para acessar outro benefício então de que forma a gente também pode construir equipamentos os espaços onde essa família pode ser acolhida de fato para que ela também acesso esse benefício eu não sei se equipamento da assistência como os Cras dão conta disso hoje ou dos creas né porque a gente tem vivenciado muito isso né a violência de estado diante dessas famílias é a falta de assistência nessas nessas violações e às vezes a gente acaba tentando garantir direito entregando essa família mais fardo de ter que ir buscar essa documentação em órgãos que não vão acolhêlas da forma que se precisa fazer E no meio de processo de luto, que é tão doloroso, você ter que falar novamente sobre aquilo, da forma que você fala novamente nesses órgãos, para simplesmente conseguir 1 documentação que vai validar a ausência daquela pessoa por situação de feminicídio. Então que a gente também possa ter essas atravessar essa conversa, essa discussão ampla como está tendo, de extrema importância pra que a gente realmente assegure direitos né, não crie mais empecilho às vezes numa garantia de direito e mais sofrimento ainda porque essa família fica incessantemente em outros espaços tentando realmente é a provar né que aquela pessoa foi vítima de feminicídio então a parte que cabe na discussão também que eu queria contribuir aqui para essa discussão e dizer que o Rio de Janeiro vai estar tentando com o conselho de psicologia se empenhar pouco nessa discussão mais com a ajeitar as agendas que ficava porque tem que caber, porque essa a sociedade, nossa sociedade, a gente não cuida das nossas crianças do nosso jovem, não cuidamos gente. A gente, no Rio de Janeiro crianças são assassinadas todo dia, desaparecem todo dia, e ninguém dá conta dessas crianças pra essas famílias, ninguém dá conta dessa segurança. Nossos jovens são assassinados. Se espera 1 reparação depois dessa juventude, é numa política reparativa para a sociedade e querem imputar eles prisões, mas não se faz reparação ainda na infância ou na adolescência pra essas pessoas, pra essas família, pra essas crianças. A sociedade quer dar a 1 resolutividade lá né, vamos prender depois quando chega 16 anos. Mas quando está, ainda é criança e adolescente a gente passa por elas todo dia na rua e não olha para elas e não enxerga elas porque elas estão sim na rua nas praças em todos os lugares e a gente não enxerga essas crianças era essa minha contribuição, obrigada gente. Para de fazer
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.