
Todas e todos. Estão me vendo? Hum sim. Eu sou a Mariana, tenho 44 anos, tenho cabelo cacheado, sou 1 mulher cis branca de olhos claros. Estou usando 1 camiseta da associação da BRAPSO, e vou dividir pouquinho aqui com vocês né? Quero primeiro agradecer toda a o convite e a confiança pra desse projeto foi muito importante poder colocar, em prática né o que a gente vem estudando e o que a gente vem lutando, dentre outros coletivos aí. Acho que a Dani foi foi muito, muito claro e muito muito precisa em tudo que ela trouxe né a respeito do trabalho. Então acho que e especialmente porque os vídeos também contam muito dos dos resultados que a gente obteve nesse com esse projeto né? Acho que elas contam mais do que nós podemos expressar aqui. Mas eu queria até pontuar principalmente a posição da, usar 1 psicologia social pra fazer trabalho como esse né, se recorrer esse repertório epistemológico que é crítico dialético e dialógico né, qual a diferença que isso faz? É justamente processo em que você vai tomando consciência dos processos de violência que você está vivendo e vai ganhando autonomia que significa poder criar estratégias de enfrentamento e de defesa, né, a partir dessa conscientização, e a gente encontrar lugar de autoridade que é o lugar da nossa fala, que é o lugar da nossa batalha, das e dos nossos objetivos aí políticos né principalmente. Então eu vou trazer pouquinho dos exemplos né do trabalho em si, como por exemplo né a gente pensar em discriminar o que é elogio de 1 sobrecarga, como é o caso do termo guerreira né do elogio guerreira, e reconhecer que a resiliência não é 1 capacidade só pra suportar o sofrimento sem crítica, né assumir cansaço em termos de frustração e raiva, nomear os afetos, né, como a professora Vera trouxe no no início da da abertura da mesa. Nomear esses afetos reconhecer e ter essa autoridade pra poder falar sobre isso, né, e e criar oportunidades legais, né, pra que a gente possa combater o racismo, 00A LGBTfobia, né e o machismo na sociedade. E especialmente acho que falando nas expectativas de 1 continuidade desse projeto né, não é à toa que a gente chama de terapêutico porque ele precisa ter 1 periodicidade e 1 continuidade, né? É trabalho que traz grande desconforto pra quem está lidando né, pra que está reconhecendo as situações e e muitas emoções e muitas e muitos repertórios da da sua própria identidade, da sua história de vida que precisam ser revistos, que precisam ser recolocados. Então a partir desse projeto que a gente está desenhando aí metodologias de suporte à saúde mental, né da pra essas mulheres que para as mulheres que estão ingressando na política, a gente visa 1 gradual diminuição dessa subrepresentação, nos espaços de poder. Além disso né nós estamos aí, a PROUNI que vem desenvolvendo 0AA0 eixo de pesquisa que pode subsidiar tanto outros projetos quanto políticas públicas né, que traga aí 1 é material rico e vigoroso em termos éticos, em termos científicos pra que a gente possa subsidiar novos projetos inclusive pensando aí né junto com o pessoal da da da UF da FG com a Julie aí, Como que a gente pode dar continuidade e oferecer inclusive de formações, né, pra que a gente possa diversificar e ampliar essa essas ações, no nosso país. Obrigada. Obrigada.
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