Paulo Fernando

Paulo Fernando

Professor

Últimos Discursos

18 de fev, 11:29

CENTRO DE ESTUDOS E DEBATES ESTRATÉGICOS

Resumo Inteligente

O Professor fez comentários sobre a situação das escolas sem acesso à internet e a falta de recursos básicos. Ele questionou a verdadeira natureza da inteligência artificial, destacando que ela depende da inteligência humana e não é realmente "inteligente". Também mencionou a importância do lítio na tecnologia e como as grandes empresas manipulam dados para fins lucrativos. O Professor ressaltou que a inteligência artificial não entende sentimentos humanos, levantando a questão sobre quem é realmente mais inteligente: o ser humano ou a inteligência artificial. Finalizou pedindo atenção para manter a essência humana.

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28 de nov, 15:37

COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, MINORIAS E IGUALDADE RACIAL

Transcrição automática

Senhor presidente, pessoas que nos acompanham, agradeço ao deputado Elopes pela referências elogiosas. Eu estou aqui há 37 anos. Comecei com office boy ainda na assembleia nacional Constant da saudosa professora Sandra Cavalcante do Rio de Janeiro. E na condição de professor apesar de não estar exercendo 1 data atualmente, que eu sou suplente, mas era membro ativa aqui dessa comissão de ex humanos, esse é assunto que me interessa profundamente. Porque mais do que o estudo da história, nós temos desafio que é com o olhar de hoje, interpretar a história do Brasil na formação da integração nacional. Eu tenho ascendência portuguesa, meu, tem inclusive nacionalidade portuguesa, né? E lá em Portugal, quando a gente chega no aeroporto tem 1 frase muito interessante que é assim, Portugal deu à luz ao mundo, que tem muito orgulho em relação ao êxito das navegações. Mas aqui nós somos país, né? Missigenado, eu diria até, 100 por 100 miscigenado, contribuição dos nossos irmãos portugueses, os povos indígenas, os nossos pretos e das outras colônias, italianas, polonesas, japonesas, croatas e tantas outras. O que faz, nós termos esse sentido do ser nacional brasileiro, e a nossa língua portuguesa, foi o fator da unidade nacional que nos deu, além desse grande território continental, a tradição e a cultura. Eu e o deputado Hélio Lopes fomos há mais tempo jovens, nascemos na década de 60, e na minha certidão de nascimento vinha assim, CUTIS, não é? Via lá, branco, que seria a película que recebe a pele das pessoas, do meu ainda tinha 1 particularidade parto por fósseis, já nasci dando trabalho pra minha mãe, de tal maneira, que é muito curioso como as coisas vão, mudando e evoluindo. Quando a gente olha ali, eu gostaria que vocês olhassem ali a galeria dos presidentes das da comissão de direitos humanos. Olha que coisa interessante, aí nós temos homens, temos mulheres, temos deputados mais jovens, mais idosos, tem pastor Marco Feliciano, tem o padre João, tem deputados do norte ali eu estou vendo ali Heraldo Trindade do Amapá, o de Alagoas nordestino meu xará Paulo Fernando o deputado Paulão de Alagoas, Hélio Bicudo de São Paulo, aqui do CentroOeste eu estou vendo ali Pedro Wilson, Pompeu de Março Rio Grande do Sul, ou seja, é 1 comissão também altamente miscigenada. E aí deputado, olha aqui o quadro atrás do senhor, veja o nome aqui da nossa comissão, deputada Adão Preto que é branco, né? De tal sorte, que nós temos 1 questão muitas vezes né, de interpretação e eu trago à baila, o Ministro do Supremo, senador Flávio Dino, ilustre batafoguense tem esse bom gosto, ele foi candidato ao governo do Maranhão e na declaração eleitoral ele se disse branco. Em 2018 na sua reeleição ele declarou que era pardo. Quando ele foi candidato ao Senado ele declarou que era pardo, e quando ele tomou posse no Supremo ele disse que seria o quinto ministro negro, ou seja, baseado no princípio né, da autodeclaração. De tal sorte que eu cumprimento vossa excelência pela iniciativa de trazer à discussão esse importante assunto, e dizermos que que nós devemos subir camisetas, não é? 100 por 100 miscigenado. Muito obrigado.

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20 de out, 15:32

PLENÁRIO

Resumo Inteligente

Professor retorna como ex-deputado e alta contagem de emendas na Assembleia Nacional Constituinte. Compara taquigrafia a forte e rápida escrita da origem grega, ligando-a à história e trabalho na casa. Ex-colega Eneas Carneiro usava taquigrafia e incentivava seu conhecimento. Alerta para importância do trabalho de taquígrafos e arquivistas para o futuro do Brasil.

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