
Diplomata e Escritor afirmou que: problemas nas relações internacionais durante o reinado de Dom Pedro foram causados por sua visão autoritária de relações exteriores; cita conflitos como questão de quem representa o Brasil, Cisplatina, tráfico e escravidão, e tratados de comércio; congresso deveria ter mais poder sobre relações internacionais e tratados, inclusive na denúncia deles.
Diplomata e Escritor se refere à constituição de 1824, escrita por Dom Pedro para Portugal, que ficou vigente por um tempo e foi preservada até o século XX. Ele elogia a análise do grande constitucionalista Afonso Arinos de Melo Franco sobre esse tema.
Diplomata e Escritor sugeriu ideia de lei semelhante à polaca, alterando decisões do STF.
Historiografia brasileira marcada por visão rio-centrada, influenciada por Von Martius e Evaldo Cabral de Melo argumenta que com prevalência de ideias liberais de 1817 e 1824, Brasil seria mais federalista e diferente, especialmente em excessiva centralização no Império e República, no Rio de Janeiro.
Tradição militarista e caudilhesca em Europa e Península Ibérica antes de século XIX; caudilhesca presente no Vice-Reino espanhol e em guerras no Brasil, mas exército surge após Guerra do Paraguai; militares envolvidos em política com pressão e golpes.
Processo revolucionário francês influenciou mundo latino; Cades representa liberalismo mais afirmado que França; Cades revela espírito parlamentarista em constituição brasileira; esta concebida no espírito parlamentarista, mas desviada ao presidencialismo; crises brasileiras resultam de tensão entre Parlamento e Executivo.
Diplomata e Escritor discutiu influência do liberalismo constitucional ibérico em constituição de 1823, citando constituição de Cádiz e monarquia constitucional inglesa e francesa. Mencionou Brasil, com suas múltiplas constituições, e impacto nos futuros constituintes e estadistas brasileiros.
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