
Tarde a todos, deputado Augusto Pupio, presidente do comitê paralímpico brasileiro Misael Conrado, que aqui eu deixo meus pra sempre agradecimentos pelos ensinamentos desses 4 anos. Ao teu lado, Misael, na vicepresidência do Comitê Paralimpo brasileiro. José Antônio Freire, futuro presidente do CPB, estou extremamente feliz em saber que eu terei essa continuidade junto com você, que brilhantemente comandou a CBDV nesses Jogos Paralímpicos de Paris conquistando 10 medalhas pra o nosso Brasil. Aos secretários aqui Fábio Araújo, secretário nacional do paradesporto meu amigo, abraço enorme tá? Parabéns por tudo que você vem fazendo pra o nosso Brasil. Lindemberg aqui também deixa o meus cumprimentos. Rosinha Estrela, que representa o presidente do CBCP. Seu João Batista, Luana Brito, parabéns, tá por toda a história por todo o seu comprometimento e eu tenho certeza que essa medalha douradinha de Jogos Paralímpicos virá em Los Angeles em 2028. Meu amigo Daniel Brito a quem eu saúdo aqui como todos nossos amigos funcionários colaboradores do CPB e a todas autoridades aqui presentes. Como é bom né saber que o esporte transforma. Vendo aqui o discurso da Luana Brito, eu fico imaginando como seria a vida da Luana, sem o esporte paralímpico. Como seria também a minha vida sem o esporte paralímpico? Eu saindo lá de Maceió, Lagoa, sem as 2 mãos, Misel Conrado José Antônio Freire, ambos do futebol de cegos. Como o esporte transforma tanta vida de jovens crianças adultos de todo o nosso Brasil. O CPB tem essa missão de estar em todo o território nacional. Me deixa muito feliz em saber que o CPB hoje com todos os programas vem abrindo portas abrindo caminhos pra toda essa juventude. Pra todas essas pessoas que não apenas mas vão enxergar deficiência, não vai ver a ausência de mãos, não vai ver ausência de visão. Está em 1 cadeira de rodas e vê sim a potencialidade do indivíduo. Awana quando chega no Amapá, você não chega mais 1 pessoa com deficiência no Amapá, você chega como 1 estrela amapaense, 1 vitoriosa, atleta que orgulha tanto o seu povo. Eu tenho certeza o Ana que você será 1 inspiração muito grande pra novos atletas que iniciarão o esporte paralímpico no Amapá. O comitê paralímpico brasileiro como o Mizel falou tem muito a avançar. Imagina aí o Brasil com mais de 200000000 de pessoas gigantesco o nosso país. Quantas e quantas crianças ainda que nem sequer sabem que serão legalistas em Brazplay em 2032. Mas eu tenho certeza que junto com José Antônio, Nezé, faremos que o esporte paralímpico avance cada vez mais em todo o nosso território. Sei que os desafios são grandes, como Mizel fala quando ele começou ali, 1500 100 de referência, opa Mizel, ainda bem que ele corrigiu antes que eu me assustasse, mas é número bem plausível esses 500 centros de referências espalhados por todo o nosso Brasil, e merece né mais de 5000 municípios no nosso país certeza que é extremamente possível. Saber que tantas crianças tantos projetos que o CPB vem fazendo é pensando nisso como está na nossa missão ser referência da iniciação ao alto rendimento e a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade através do esporte paralímpico. Minha fala será curta aqui senhores ainda, o nosso futuro presidente José Antônio vai estar falando aqui com vocês mas, certamente eu já deixo aqui meu comprometimento que vocês continuarão tendo orgulho do esporte paralímpico. Eu tenho certeza absoluta que em 2028, o Brasil continuará avançando ainda mais e conquistando medalhas e colocando o hino do Brasil no lugar mais alto do pódio. Muito obrigado.
Ex-atleta sem mãos, vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, compromissado em expandir o esporte paralímpico em todo o Brasil, visando proporcionar a mesma oportunidade para crianças deficientes em todas as regiões. Atualmente, atendem 670 referências no país, enfatizando a importância de um esporte limpo e gestão esportiva eficiente em cada estado.
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