
Só complementar aqui no âmbito da da da formação especializada, né, de profissionais pra atuar na, com a saúde do idoso, e aí reforçando desse papel, não só do médico geriátrica, mas de 1 equipe muito profissional qualificada, né, pra pra esse cuidado, de de pensar nessa interlocução de atuação e cuidado na em toda a rede de atenção, né, porque para além da formação de especialistas, esse idoso ele está em todo, em todos os serviços de atenção, então é importante a gente pensar nesse, nessa, nesse trânsito, né, e nesse cuidado qualificado. Então nós do ministério da saúde nós temos essa essa essa intenção no âmbito da política nacional de residências, né, como já citei, da gente estar priorizando determinadas especialidades e estar ampliando, né, com foco na em garantir essa atenção mais qualificada à população brasileira, tá. Agradeço mais 1 vez a oportunidade e me coloco disponível também pra pra esse debate. Muito
As informações trazidas por Lígia Alberto, né, aqui do Ministério da Saúde, eu vou trazer algumas informações referentes a formação especializada tanto em geriatria quanto em saúde do idoso, né, por meio das existências em saúde, nessa perspectiva da atenção integral à saúde do idoso, né. Eu inicio trazendo panorama da força de trabalho em geriatria, e aí que são dados de médicos geriatras, né, ativos no CFN, então dados do Conselho Federal de Medicina, 2750 médicos geriatras ativos, né, foi o registro deste ano e aqui é a distribuição de localidade desses médicos geriatras, né. E aí a considerar que esses médicos com com RQE, né, com registro de especialidade, então quando a gente procura dado de atuação pode ser pouco maior que isso. Pra trazer o papel das residências em saúde, né, que hoje é o padrão de excelência na pós graduação em saúde, a perspectiva de formar profissionais qualificados com a prática mais integrada em que é profissional resolutiva e humanizado e ética. A formação de especialistas focadas em áreas estratégias e religiões prioritárias para o sistema único de saúde. Tem o papel de contribuir com a implementação, fortalecimento e articulação das redes de atenção à saúde no SUS, então, no momento que a gente implementa algum programa, alguma política de saúde, a gente juntamente pensa na perspectiva de formação de profissionais qualificados para atuar na implementação de determinadas políticas e a produção de novos conhecimentos e tecnologias que promovam mudanças no processo de trabalho, né. Esses são os diferenciais da formação de especialistas por meio das residências em saúde. No âmbito do ministério da saúde a gente desenvolve já várias ações pra expansão e qualificação das residências, né, eu trouxe algumas pra citar, como ampliação das bolsas financiadas pelo Ministério da Saúde por meio do próresidência, formação e qualificação de preceptores de programas, né, assim como a formação e qualificação de coordenadores também, de avaliadores de programas. E a gente realiza também a constitucional criação de novos programas. Então quando determinada área ou especialidade é considerada estratégica, a gente desenvolve ações de mapeamento da das necessidades locais, né, dos gestores do SUS, pra estar identificando e possibilitando ampliação e criação de novos programas, né. Para além disso, no âmbito da qualificação dos programas, o Ministério da Saúde qualifica os cenários de prática, né, com incentivo financeiro aos municípios com residentes na atenção primária saúde, que é importante, né, que que é a é a ordenadora da do cuidado na saúde, então a gente tem esse incentivo por meio da SAPs, assim como a gente tem incentivos aos estabelecimentos de atenção especializada que possuem residentes. Então são aspectos também no sentido de de estruturar melhor e qualificar os programas de residência, né. Assim como a gente tem 1 1 situação forte tanto na comissão nacional de residência médica quanto na comissão nacional de residência multiprofissional em saúde. O próresidência é o programa nacional de apoio à formação de médicos especialistas, né, em áreas estratégicas, então a gente tem financiamento hoje por parte do Ministério da Saúde, a gente financia quase 18000 bolsas de residência médica e quase 10000 bolsas de residência em área profissional da saúde, e aí tem a distribuição, né, a nível regional aí. Em relação ao panorama da residência em geriatria, né, residência médica em geriatria. Esses são os dados no número de egressos de residência geriatria, então dados acumulados, né, do montante, então 1760 e egressos de programa de resistência médica em geriatria. Nós temos, né, 1 grande concentração em São Paulo, seguida por Minas, Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraná, e por aí vai, né, as regiões, os estados da região norte são os que têm menos egressos desses programas de residência. E atualmente a distribuição dos residentes em geriatria, né, por ano, são 2 anos de residência e aí tem os R1 e R2 que totalizam 335 médicos residentes atuando em 59 programas de residência médica. Tá? Aqui está 1 evolução do número de bolsas concedidas pelo Ministério da Saúde a programas de residência médica em geriatria, né, então a gente tem aqui essa essa expansão, né, o destaque para esse último ano que a gente fomentou a expansão de programas de residência e de financiamento de bolsas em áreas e especialidades estratégicas, né. Então, a geriatria foi beneficiada aí com esse aumento expressivo no último ano, tá? Em relação à distribuição regional, e aí eu trago no Brasil, né, também, o Ministério da Saúde financia 29 programas de geriatria, né, o que corresponde a 111 bolsas de residentes ativos. Mas a concessão de bolsas ela é bem maior, 168 bolsas de residência médica concedida pelo Ministério da Saúde. Então o que que isso significa? Aqui na região norte, por exemplo, né, nós temos 0 programas de residência geriatria e 0 residentes ativos, Mas tem programas com, tem bolsas concedidas pelo Ministério da Saúde, né, que possivelmente elas não estão ocupadas. Assim como nessas outras regiões também tem 1 discrepância, né, no número de bolsas concedidas serem maior do que as financiadas pelo Ministério da Saúde. E perspectivas de de panorama de novas vagas, né, então, são cadastros do CCNRM, que é o sistema que as instituições cadastram os programas para ter autorização de funcionamento de novos programas, né. Então tem 10 novos projetos pedagógicos, de geriatria, aguardando essa aprovação e sendo aprovado a gente se expande para mais 7 estados com novos programas, né. Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Pará, Pernambuco, Paraná e São Paulo. No caso, em relação a evolução do número de forças concedidas pelo Ministério da Saúde aos programas de residência multiprofissional em saúde do idoso, também, né, a gente tem esse destaque no último ano com a ampliação do financiamento de bolsas, em saúde do idoso, né, 1 área que é considerada prioritária e estratégica e aqui também tem a distribuição do panorama do próresidência, né, são 19 programas de residência multiprofissional financiados pelo Ministério da Saúde, 214 bolsas de residências financiadas e 328 bolsas de residência concedidas, né, então tem número maior de bolsas de residência, então são programas multiprofissionais o que significa que tem pelo menos 3 categorias profissionais envolvidas nesse cuidado da atenção e integrar à saúde do idoso. Assim como perspectivas também de de panorama de expansão de novas vagas e programas, né, tem 5 novos programas, né, em processos de avaliação para serem implementados a partir de agora 2025. Como perspectiva, né, a gente está construindo conjuntamente com o Ministério da Educação, né, a perspectiva de 1 portaria interministeriado de 1 política nacional de residências em saúde, que está em fase de elaboração, já está com solidariedade, né, já passou por consulta pública e estamos nas pactuações finais para a publicação, que tem 4 eixos, né, eixo de dimensionamento de especialistas, gestão das residências, financiamento das residências e qualificação e valorização das residências. Então que é importante destacar, especialmente no eixo de dimensionamento de especialistas para definição de territórios e regiões prioritários para o SUS e definição de especialidades e áreas estratégicas, né, para garantir o ordenamento da formação de especialistas alinhadas às necessidades do SUS. Como critérios e parâmetros a gente considera o perfil epidemiológico, né, então é importante acompanhar essa evolução epidemiológica e essa perspectiva da da da do envelhecimento da população no Brasil para direcionar a necessidade desses profissionais, né, em cada território, assim como determinantes sociais da saúde, a capacidade instalada, indicadores assistenciais de saúde, né. Então são alguns critérios considerados quando a gente vai priorizar determinados territórios. No âmbito da gestão, a gente vai qualificação de cenários de prática e aprendizagem, outros quesitos, né, de ações de apoio técnico pedagógico e institucional para fomentar a criação de programas que são considerados estratégicos para a população brasileira para garantir atendimento qualificado à população brasileira. Nos sistema de financiamento se envolve tanto incentivo para residentes, é a moradia auxílio moradia, incentivo para preceptores, incentivo para coordenadores, e qualificação e valorização, são além das ofertas educacionais, né, que já são afetadas pelo Ministério da Saúde como estados e municípios, fortalecer a avaliação das residências em saúde pra garantir essa formação de qualidade, né, fortalecer a integração com a gestão do trabalho e reconhecimento institucional de preceptores, né, nessa perspectiva de que esse profissional que a gente está investindo e qualificando nessa formação especializada, ele posteriormente ele seja absorvido para atuação do sistema único de saúde, qualificando esse atendimento à população. E temos o eixo também de promoção de saúde mental e ao assédio. Então essa é a perspectiva de atuação e de expansão da atuação, no âmbito das residências em saúde aqui por parte do Ministério da Saúde, tá? Então a gente fica disponível para para perguntas e para o debate, tá? Obrigado.
Oi vocês visualizam? Sim sim. Sim agora nós estamos aqui então você está vendo aqui.
Boa tarde a todas e todos. Eu sou Priscila Azevedo Souza, sou servidora do Ministério da Saúde e estou coordenadora geral de residências em saúde, aqui pela CEGEX. Eu não consigo compartilhar daqui, mas eu disponibilizei a apresentação. Vocês preferem autorizar ou vocês vocês colocam daí. É você tenha, onde isso aqui? Será. Coloca.
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