Iziane Marques

Iziane Marques

Secretária Nacional - Minitério do Esporte

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28 de nov, 10:08

COMISSÃO DO ESPORTE

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O poder né porque não adianta só ter 1 comissão consultiva né não é esse o intuito muito realmente ela ter decisão então quando ela tem Realmente esse poder de participar do dos carros ali né dos conselhos votar né aí você dá realmente poder aos atletas junto aos dirigentes. Sim, e aí eu vou querer saber, de todos vocês.

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28 de nov, 10:02

COMISSÃO DO ESPORTE

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Sou 1 mulher preta magra, cabelo solto, de tranças pretas com cachos louros, terno branco e estou sentado. Cumprimentos os excelentismo deputado Luiz Lima, deputado Maurício do vôlei, pela coordenação desse importante fórum. Saldo também os debatoadores aqui presentes, meu amigo Marco Laporta, José Antônio Freire, Fabiana Mendes e todos os demais, assim como o público que nos acompanha. É prazer enorme participar dessa mesa redonda e contribuir para a discussão de tema tão essencial, que é a governança nas entidades esportivas. Como secretária Nacional de excelência esportivas sobre e sobretudo como atleta olímpica eu trago 1 perspectiva que une a vivência de alto rendimento e a gestão pública estamos no momento crucial para reavaliar e fortalecer os modelos de governança no esporte brasileiro, com o objetivo de construir futuro mais inclusivo, sustentável e eficiente. A governança eficiente ela vai muito além da transparência. Ela envolve planejamento estratégico, prestação de contas, envolvimento ativo dos atletas e uso responsável dos recursos públicos. É fundamental que as entidades esportivas adotem práticas que inspirem confiança não só na sociedade, mas também dos patrocinadores e do governo. No Ministério do Esporte, temos investido em iniciativas que incentivam a profissionalização da gestão nas entidades esportivas. Destaco aqui o cumprimento das certificações previstas na Lei Pelé, especialmente os artigos 18 e dezoitoA. Essas certificações não são apenas burocracias, elas asseguram que os recursos sejam aplicados de forma responsável e estratégica, sempre voltados para o desenvolvimento do esporte e dos atletas. Com esse mesmo sentido, cito também o acompanhamento do Ministério do Esporte sobre os recursos de loterias destinados às organizações esportivas do Brasil, cujo resultado da aplicação é deliberado no Conselho Nacional de Esporte, o CNE. Os atletas, eles devem estar no centro das das discussões sobre governança. A presença de representantes aqui dos comitês olímpicos e paralímpicos brasileiros e em outras entidades é avanço, mas precisamos ir além. Precisamos fortalecer os canais de diálogo para garantir que as decisões estratégicas atendam às necessidades reais e cotidianas dos atletas, promovendo a inclusão e a justiça dentro das entidades esportivas. No cenário internacional, vemos exemplos de entidades que adotam boas práticas de governança alcançando resultados expressivos. Tanto em performance quanto em credibilidade. Países como Canadá e Reino Unido, por exemplo, implementaram Investir em gestores e técnicos proporcionando as ferramentas necessárias para implementar modelos de governança modernos. Ampliar o uso de plataformas digitais, que garanta acesso público e em tempo real a dados da gestão esportiva. E a representatividade feminina nas entidades esportivas que ainda é desafio é essencial criar políticas públicas específicas para corrigir essa desigualdade e garantir inclusão de mulheres em cargos de decisão por fim acredito que fora os como estes representam passam passo fundamental para o fortalecimento do esporte no Brasil a unirmos esforços e alinharmos Nossas ações a modelos de governanças eficazes Garantimos não apenas o sucesso dos nossos atletas, mas também o impacto positivo que o esporte pode ter na sociedade como todo. Agradeço novamente pela oportunidade, coloco a secretaria nacional de excelência esportiva à disposição para contribuir com a implementação das propostas discutidas aqui hoje.

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