Fabiana Bentes

Fabiana Bentes

Presidente - Sou do Esporte

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28 de nov, 11:58

COMISSÃO DO ESPORTE

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3 questões, a primeira é a relevância das federações no ambiente de governança porque são elas que voltam nas mudanças estatutária das confederações. Eu lembro quando o Marco Laporta ele era presidente da Confederação Brasileira de triatlon, que ele estava com dificuldade de mudança de estatuto nós fomos até viemos até Brasília conversar e falar assim olha, a gente não pode morrer na praia, vocês precisam fazer essa mudança estatutária, então a primeira questão eu acho que é importante fazer, pontuar que as federações elas precisam estar num entendimento muito de de de gestão ou né nacional de que elas são parte preponderantes para mudança das confederações, às vezes os presidentes de confederações até querem fazer mudanças estatutárias mas não conseguem pela pela visão digamos míope das federações, então isso é complicador de governança a mudança estatutária a partir das votação das federações. A segunda questão que eu acho que é muito importante também, é que nós temos hoje nas federações como o professor Cléber falou, essa desestruturação ela faz com que essa capilaridade que o nosso, desculpa 000 Joel já teve comigo várias vezes desculpa Joel, comentou, a gente não pode trabalhar o esporte como sorte, o que acontece na na Confederação de Leiria e a comissão de atletas do do do da CBAD é sorte, é que a gente tem 1 1 né 1 comissão que está suportada pela pela confederação, que tem o compromisso dos atletas que têm né o suporte então a gente e que essas federações essa federação também seja o a capilaridade do esporte de base, então o que nós temos ali na federação de São Paulo de atletismo dentro da da visão nacional é sorte, E a terceira coisa que é eu fico muito feliz de escutar o professor Cléber novamente que é a Sou do Esporte lá quando o secretário municipal do Rio de Janeiro chamasse Marco Braz, que é do Flamengo, a gente apresentou projeto de serviços compartilhados entre as federações do município. E esse projeto exatamente porque não tem dinheiro, a gente nunca sabe qual é a competência financeira se é o município, se é o estado, se é o governo federal, se é o ministério e etcétera, a gente precisa trazer essa fortaleza porque a gente apresentou pra CBV, tem uns 4 meses, exatamente o que o o professor falou, dentro dessa perspectiva já do que a gente viu na secretaria municipal de esportes lá do Rio de Janeiro, de Janeiro, só que fica 1, 1 briga porque como as federações não tem pai financeiro, quem é que vai cuidar? Se é o município, é o estado, é a lei de incentivo, é é o ministério do esporte, a gente precisa efetivamente determinar quais são os recursos porque esse amadorismo nas federações está complicando tudo, está complicando a governança das confederações, está complicando a capilaridade no esporte, está complicando a inclusão social, ela é o as federações do esporte hoje são o eixo central do problema de desenvolvimento do esporte brasileiro. Então isso sim tem que ser digamos tratado com muita seriedade porque se a gente não fizer essas mudanças estruturais como eu falei a SoudoSport faz essa questão de mudanças estruturais, a gente vai ficar patinando sempre porque o o eixo que liga a base ao alto rendimento está completamente desestruturado e a gente precisa ter atenção nisso. Obrigado Fabiana.

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28 de nov, 11:30

COMISSÃO DO ESPORTE

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Ele citar que a governança, o que que a governança estaria fazendo, eu acho que essa é exatamente a missão da Soudo Esporte. Quando a gente trabalha a, o guardachuva do esporte a gente consegue dar maior capilaridade. E 1 das coisas que ele citou, eu sempre trabalhei ali no complexo da maré, eu fui diretora de projetos de legado olímpico, da Rio 2016 do Banco Terramericano Desenvolvimento e de Copa do Mundo, pelo BID. E00 mais incrível dentro das entidades, dentro dos projetos sociais, é que a gente fala muito de inclusão, né, mas a gente não tem 1 percepção que a inclusão também se dá através da competição. E aí vem vem conjunto com que o, desculpa o nome, professor Cléber falou, sobre o papel das federações. Nós temos as comunidades hoje completamente isoladas, talvez pela segurança pública, talvez pela pela rotina do dia a dia, mas a gente não consegue mais descobrir atletas dentro de comunidades e a gente não consegue fazer com que esses esses atletas essas crianças tenham acesso aos clubes, seja por transporte, seja por alimentação, seja porque o pai não consegue levar, mas principalmente porque a gente já deixou de ter os olheiros dos clubes nas comunidades. E quais seriam então os papéis das federações? As federações estaduais são desestrutura estão desestruturadas, e essas federações teriam de repente o caminho, o elo entre as comunidades e os clubes. Então, aproveitando a fala dele, é muito importante que a gente comece a entender que as comunidades e os projetos sociais sim precisam competir, precisam ter suas bandeiras, precisam estar associada às federações de esporte. Por exemplo, no Rio mesmo, eu sou da época joguei vôlei pela né teve Lufig em Super Gras Brás, Flamengo, Botafogo e os clubes iam terminando pro n razões os times, por que que a gente não tem o time da Rocinha, o time da maré, o time do alemão, competindo dentro de 1 estrutura de massificação do esporte de capilaridade e de oportunidade, porque quando a gente fala muito de inclusão e oportunidade no esporte, a gente está falando de destacar também esses atletas, né. Enquanto a gente não dá acesso aos projetos sociais às competições, a gente teve agora no Maricá Rio de Janeiro, projeto de jiujitsu que foi pra Abu Dhabi e trouxe medalha de ouro de projeto social de Maricá, de crianças vulneráveis. Então, a governança como sou do esporte ela é pensada exatamente na mudança estrutural pra baixo, pra que a gente possa conscientizar os gestores da da da necessidade do desenvolvimento de base. Aí vem o papel dos clubes, que vem desenvolvendo o seu papel, mas principalmente eu acho que hoje a gente perde talentos, a gente perde oportunidade, porque a gente não tem programa nas comunidades que têm acesso às federações, que tenham acesso aos clubes e que possam desenvolvidos, elas ficam ali jogando sua bolinha, chega na hora do, né, da juventude, não conseguem acesso e por aí vai, e a gente vai perdendo atletas, vai perdendo oportunidade de desenvolvimento do esporte por condições sociais, então acho que as federações precisam ser olhadas de forma estratégica e até repensar o papel das federações esportivas, porque se a gente pensar que cada modalidade tem 27 federações e essas 27 federações não estão atuando como elas deveriam, você já imaginou AAA multiplicidade da inoperância do desenvolvimento do esporte no país. Então eu acho que a gente precisa pensar em governança nesse nesse guardachuva.

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28 de nov, 11:14

COMISSÃO DO ESPORTE

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Ali ó e ela animada eu sigo ela no instagram eu passei a seguir

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28 de nov, 11:13

COMISSÃO DO ESPORTE

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Quem não cumpriu é porque não quer cumprir mais. Certo. CBF não tem, tá? Ou que não recebe recurso público. Tá. E não recebe recurso público então.

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28 de nov, 10:14

COMISSÃO DO ESPORTE

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Obrigado deputado Maurício, parabenizo aqui, né os presidentes eleitos do Cobitê Olímpico paralímpico, Marco Laporta e José Antônio. Fico feliz de ver a Iziane né aqui dentro do ministério e, bom a Sou do Esporte ela é 1 entidade que vem desde 2015 atuando em projetos estruturantes do esporte brasileiro, e é a única entidade no Brasil a trabalhar a questão da governança de forma ininterrupta né? Já estamos entrando pro nono prêmio Sou do Esporte e Governança esse ano, no dia 10 de dezembro, estamos também com projeto chamado PIB do esporte, que a gente está concluindo e fazendo o primeiro congresso de economia no esporte no próximo ano, projeto de transformação da forma de que a gente vê o investimento no esporte brasileiro tanto do poder público também da iniciativa privada. E tenho algumas considerações importantes em relação à questão da governança, a gente trabalhou de do primeiro ao sexto ano a questão relacionada aos estatutos das confederações, né apesar da lei, havia digamos ainda 1, 1 necessidade de conscientizar que essas entidades precisariam mudar em determinados vetores, que são os vetores bases da da da governança. Modernização quando a gente fala de modernização a gente não está falando de profissionalização, porque quando a gente fala de profissionalização ele coloca lá CEO mas o CEO não manda nada, não tem nenhuma, quando a gente fala de modernização a gente fala de modernização do do do desenvolvimento do esporte, de como se você compartilha o poder, então é 1 modernização do processo de gestão esportiva. A integridade institucional que são relação com os pares né, relação com patrocinadores, poder público, a prestação de contas que ela precisa ser né evidentemente clara, a questão da equidade como a própria Isiane colocou mas não necessariamente só na questão relacionada à mulher, mas de 1 série de oportunidades de desenvolvimento e a questão da transparência que é digamos a força motriz da da governança. Nesse sentido, a gente percebeu que a houve 1 evolução até o sexto ano, e a partir do sexto ano de análise de governança das entidades esportivas começou aquela história de papel pintado aceita tudo, e ao mesmo tempo do papel pintado aceita tudo, está ali pra cumprir determinadas, né, práticas. E aí a gente mudou a análise de governança pra melhores práticas, então as entidades deixam de ser analisadas estatutariamente apenas para legitimar a entrada delas dentro do processo de melhores práticas que seria isso, antes a gente analisava todas as confederações olímpicas sem elas perguntarem o estatuto. E a gente ranqueava essas entidades. A partir do sexto ano, as entidades já entenderam quem quis entender qual é o estatuto que tem né tem que ser adequado e etcétera já fez, quem não fez é porque não quer fazer mesmo. E a partir desse sexto ano, a gente começou a inscrição voluntária em práticas dentro dessas entidades de prestação de câncer que não necessariamente são obrigatórios por lei, isso faz com que haja 1 mudança da cultura organizacional das confederações, que para além da lei, né, e que seja benchmark para as outras confederações então está sendo processo muito interessante, porque a gente está vendo iniciativas das confederações que inicialmente não eram vistas, que não necessariamente estão dentro daquela regrinha da governança básica, então é muito importante a gente trazer essas melhores práticas porque isso efetivamente o que vai mudar a cultura organizacional das considerações olímpicas né, da das olímpicas das entidades do desporto. 1 segunda questão que foi relacionada aos atletas quando a gente, a Sou do Esporte participou da da renovação estatutária do comitê olímpico do Brasil, e 1 das questões obviamente tinha a relacionamento com os atletas mas a a grande questão estava efetivamente na participação como a Iziane falou, não só de você estar lá o atleta participando da comissão. A gente viu durante certo período 1 ah mas eles não estão capacitados, ah mas eles não estão isso, ah mas é sempre 1 desculpa como se os atletas não tivessem efetivamente a capacidade de assumir postos de gestão. A efetivamente a capacidade de assumir postos de gestão. A gente conseguiu perceber 1 evolução nas comissões de atletas e esse ano vai ser o primeiro ano que vai o prêmio comissão de atletas no prêmio sul do esporte, com inscrições de considerações, e a gente tem hoje, confederações olímpicas e tem 2 prêmios, o prêmio de atuação que seria a regularidade dessa dessa comissão, e o de projetos que para além da lei para além da atuação também já tem comissões que vão ser premiadas esse ano. Então são alguns destaques teria muito mais coisa pra falar mas a gente deixa pra discussão, obrigada. Depois na discussão.

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