
Das possibilidades né desse desenvolvimento regional é o modelo como estamos implantando no Ceará 1 ideia né? 1 possibilidade então nós implantamos lá no Centro de Formação Olímpica do Nordeste deputado conhece né? A secretária Eziano conhecia eu também né? Já foi 2 vezes inclusive lá, de centro integrado de gestão do esporte voltado para o atendimento dessas entidades esportivas estaduais regionais enfim. É, implantação desses centros né, esse centro não é só espaço físico que nós temos lá no no nosso Centro de Formação olímpica, que pra quem não conhece, é o maior centro de treinamento de esportes olímpicos do Brasil, tão grande e tão de tão boa qualidade quanto o centro paralímpico brasileiro de São Paulo, então são tem essas 2 grandes estruturas de treinamento nessa magnitude do nosso país, é legado olímpico. Então a criação desses centros ideal, né o ideal seria, né, na minha concepção seria estaduais, mas num primeiro momento de repente os centros regionais, e aí eu, né, coloco aqui presidente eleito Laporta, 1 possibilidade, né, do da descentralização, da capilarização e do consequente fortalecimento do movimento olímpico e do movimento paralímpico, né, no no nas regiões do nosso país, né? A criação desses desses centros de suporte estaduais, regionais, né? E dizer que além da infraestrutura física deputado, lá no nosso centro, né? Tem também o suporte, né, de estrutura organizacional, pessoas, processos, voltados para as entidades num formato cooperativo. Então hoje nós atendemos lá 30 federações estaduais do estado do Ceará, com suporte de gestão e governança, acelerações nunca tinham elaborado planejamento estratégico, e as federações cearenses vão ser as primeiras a elaborar o plano de o plano estratégico do próximo ciclo olímpico, antes mesmo até das próprias confederações, que é o caminho natural, né? A gente pensar num num movimento sistêmico, né? Porque as federações integram o sistema. Então não há como pensar em entidades à parte, né? As confederações, entidades nacionais elas lideram sistema que é composto pelas federações estaduais. Então além de suporte de gestão e governança, comunicação e marketing, temos lá 2 jornalistas contratados, estúdio pra produção de conteúdo e também suporte de projetos e eventos. Estamos adquirindo equipamentos pra eventos pra uso compartilhado. E recentemente realizamos evento integrado de 20 federações do Centro de Formação Olímpica, compartilhando custos como ambulância, UTI móvel, sistemas de som, pódio, enfim. Então acho que a gente tem que caminhar no sentido da cooperação do trabalho integrado que pode se dar por meio do governo do estado, como é feito lá no estado do Ceará, acordo de cooperação técnica entre o Instituto Federal do Ceará e o governo do estado, mas também pode ser feito pelas confederações e também pelo Comitê Olímpico do Brasil e o Comitê paralímpico Brasileiro como instrumentos de descentralização, de capilarização do movimento e também do desenvolvimento e fortalecimento de ambas ambos sistemas esportivos do nosso país. Então fica aqui essa essa essa fala. E também logicamente sem né sem financiamento não há como pensar nesse tipo de de implementação. Eu concordo com com o senhor deputado né disso servia né sistêmico estabelecer que as entidades que recebem esse recurso em nível nacional porque nós temos hoje financiamento no topo do sistema, temos o financiamento na base do sistema com os cometeiros de clube, mas nós temos 1 lacuna no nível intermediário do sistema, né? 1 mínima quantidade de de federações recebe recurso de suas entidades nacionais. Então ele precisa olhar pra isso e estabelecer, né, que o percentual desse recurso seja sim destinado pro nível intermediário do sistema, né? Nós temos o bom exemplo do né no no programa no COB, e e estamos implantando modelo de desempenho lá no Ceará, mas precisamos ter também modelo similar voltado pras entidades estaduais e nos colocamos aqui presidente eleito Laporta à disposição, né, pra né, iniciarmos esse processo de regionalização do movimento olímpico, das confederações também, temos esse essa essa esse piloto, né? Quase finalizando lá no estado do Ceará, no dia 30 e de janeiro vamos fazer o prêmio Esporte Ceará pra premiar as boas práticas de gestão e e encerrar esse estudo piloto que já tem inclusive financiamento pros próximos 3 anos via lei de incentivo estadual. Então a gente está trabalhando no sentido também de não só trazer sustentabilidade pra esse programa, mas pras entidades que compõe esse programa, que é grande desafio a gente pensar na sustentabilidade das federações esportivas. Repito o que eu disse na na fala anterior, grande parte dos objetivos estratégicos sistêmicos das confederações só podem ser atingidos, né, com o trabalho das federações e clubes. Então olhemos pra esse nível. Obrigado, Cléber.
Gostaria de saudar a todas autoridades públicas e privadas presentes na pessoa do excelentíssimo senhor deputado Luiz Lima e também né da nossa secretária nacional de excelência esportiva Isiane Marques. Bom eu sou o professor Cléber Ribeiro do curso de graduação em gestão do esporte do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará. Vale destacar que é dos dos 4 cursos públicos no Brasil, pra nós termos ideia da da diferença de indústria né o Estados Unidos tem 400 cursos segundo a sociedade norteamericana. Nós temos apenas 4 com oferta regular e presencial. Também gostaria aqui de me auto descrever, sou homem de 44 anos, cabelo já começando a ficar grisalho né Ediverg? Em tom de pele branca mas tonalizada pelo sol de Fortaleza, Ceará. Estou sentado aqui na segunda fileira da plenária, e vestindo paletó azul. Bom, meu interesse e o interesse também da minha instituição, a instituição que eu represento aqui, que é o saldo inclusive do professor Emanuel que está comigo aqui, colega de trabalho do Instituto Federal do Ceará. Nós temos nos debruçado sobre o estudo e também a prática da gestão das organizações esportivas, né? O interesse nosso especialmente no sistema nacional de esporte, nos seus subsistemas e especialmente na gestão organizacional né do esporte né das entidades esportivas, né estratégia, estrutura e desempenho organizacional. Esse interesse vem de 20 anos aí de de desde que ingressei na graduação, e dados obtidos e também, prática né nesse contexto tem nos levado a perceber cenário deputado de alta precariedade da gestão e do desempenho principalmente das entidades que integram o nível intermediário do sistema esportivo, as federações estaduais. E esse essas entidades têm sido também objeto mais de maior interesse nosso é o desenvolvimento e o desempenho dessas entidades em nível estadual, que são estratégicas né pro desenvolvimento do esporte do nosso entendimento, porque elas lideram sistema estadual, e elas também são responsáveis por boa parte das metas, né, e dos objetivos estratégicos expostos nos planejamentos das entidades nacionais, das confederações. Então eu faço parte hoje do conselho de administração da Confederação Brasileira de Estenda de Meses e analisando o seu planejamento estratégico, foi questionado, né? A as a própria entidade ao ao comitê executivo, sobre as ações que que eram desenvolvidas em prol dessas entidades estaduais, visto que grande parte dos objetivos e metas dessa entidade eram executadas, eram atingidas, não poderiam ser atingidas sem a participação das federações estaduais e dos clubes também, né? Então esse é o objeto de interesse. E analisando esse contexto precário de gestão de desempenho, nós desenvolvemos, né, nos últimos 4 anos 1 tese de doutorado, propondo modelo inicial de avaliação de desempenho de entidades esportivas estaduais, as as federações estaduais, e também desenvolvemos implementamos há quase ano lá em em no estado do Ceará, programa, né que balizado por esse modelo de desenvolvimento de desempenho organizacional, mas programa de desenvolvimento da gestão do esporte cearense. Votado pelas federações esportivas né então, fizemos diagnóstico dessas entidades e também das entidades de tênis de mesa, mas falando pouco mais do estado do Ceará. E vencemos por exemplo que 95 por 100 das entidades não tinham né a certificação 18 A na atual certificação de regularidade. Por incrível que pareça 75 por 100 das entidades aproximadamente não tiveram recurso público nem privado pro ano inteiro, então quer dizer, funcionário durante todo o ano sem nenhum recurso, nem captado nem gerado, né e outros dados também que a gente pode trazer né mais pra frente, que demonstram esse quadro realmente caótico. Por exemplo, mais de 26 por 100 das entidades não realizaram nem o seu evento estadual. Nós estamos desenvolvendo esse projeto, esse programa lá no estado do Ceará, e eu chamo atenção pra finalizar a minha fala, da necessidade deputado de olharmos mais pro sistema esportivo na dimensão privada, e também pro seu nível intermediário, né? Essas essas entidades não têm recebido recurso, né, e repito, elas são altamente estratégicas pro desenvolvimento do esporte nacional. Agradeço por fim o convite do secretário executivo Júnior e a oportunidade de falar pra todos os senhores e senhoras.
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