
Falou em criar 1 frente parlamentar de jogos eletrônicos, eu acho que no país que nós vivemos a gente tinha que ter 1 frente parlamentar do esporte pra inclusão social. Sim. Acho que isso era 1 prioridade. Sim.
Obrigado deputado Luiz Lima, Lindemberg aí por liderar essa conversa né? Eu tenho lugar de fala gente e não tem jeito, quando eu ocupo esse microfone aqui eu falo pela Rede Esporte pela mudança social e eu também sou sou homem branco periférico e e como que não tem como a gente ocupar espaço desse aqui sem trazer essa história. Falei Beto fala, a cabeça pensa onde os pés pisam. E eu pergunto aos senhoras e senhores aqui, onde que os pés de vocês pisam? Né? Em que lugar da história o pés de vocês pisam? Em que lugar social o corpo de vocês ocupam? Né? Então é esse lugar social que a gente ocupa na nossa existência, é que a gente vem prum lugar como esse e a gente vai defender. E eu defendo aqui que hoje no nosso país mais da metade da população é inativa fisicamente, E quando a gente faz recorte de pessoas negras pretas e pardas e pessoas com deficiente mais de 75 por 100 são inativas fisicamente. E a gente sabe no dado que eu trouxe ontem atualizado a diferença não é mais de 20 anos, já está em 24 anos. Quem nasce nas periferias de São Paulo, entende? E acho que é dado exemplar, Capão Redondo, cidade Tiradentes, Grajaú, a diferença agora é que quem nasce nesse CEP vive, e aí a gente está falando de dado, estatística mesmo, de gente que morreu, não é de projeção não, é de 24 anos. Então, como que essa governança, essa esse debate de governança, conversa com a mesa de ontem, de esporte educacional, de saúde e de bemestar. Como que a gente cria marcadores pra pensar em inclusão social? Pra pensar em mais participantes? E como que esses gestores aqui na sua maioria brancos trabalham pra que 1 população escravizada por quase 400 anos também possa exercer cargos de gestão. O que vocês estão fazendo em torno disso? Alguém quer
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