
Muito obrigado deputada. Bom, eu acho que pelas considerações que foram feitas a gente pode tirar algumas conclusões. Primeiramente a região sul vai carecer cada vez mais de milho, né? Haverá necessidade portanto de, melhorar a logística, melhorar a a modalidade de transporte. Ela hoje é basicamente rodoviária, o que obviamente encarece como a senhora bem salientou devido ao alto custo do frete. Temos AAA demais 2 fatores importantes que não podemos deixar também de considerar. Primeiro, é aumento da produção de etanol de milho, né. Obviamente, dentro do contexto de transição energética, 1 boa quantidade da nossa produção de milho será destinado também à produção de energia e não necessariamente alimentação ou criação de proteína animal. Outro terceiro aspecto que infelizmente também teremos que levar em conta é a crescente incidência de pragas e de acidentes climáticos que podem também nos prejudicar. Bom, nesse contexto eu acho que a região sul deveria primeiro falar com 1 única voz, sugiro deputada cria Santos 1 frente parlamentar envolvendo os estados de modo a mobilizar o governo federal no sentido de prover soluções logísticas que permitam os 3 estados, porque eu apresentei soluções para os 3 estados, ter acesso a áreas que estarão em expansão no Paraguai, no Uruguai e na Argentina. Mencionei que com a integração fluvial e a integração terrestre através da construção da ponte Jaguarão, futuramente também a integração ferroviária, o norte do Uruguai estaria disponível. Hoje é 1 área de pastoreio, vai se transformar obviamente em produção agrícola, isso vai beneficiar o Rio Grande do Sul, mas pode beneficiar também para a nossa Catarina. Temos todo o Chaco 60 por 100 território Paraguai que se abre agora com a a implantação da Tranchaco, que é 1 nova infraestrutura rodoviária, falta o que o Uruguai o Paraguai está nos pedindo, integração ferroviária. O Paraguai, eu indiquei isso e reitero, manifestou formalmente para o Ministério do Exteriores interesse em promover 1 integração ferroviária, temos nós aqui decidir onde vamos ingressar, por onde a gente entra no território paraguaio com a com com o ferroveiro, né? Então a o Paraná é bom candidato pra isso, né? AAA rota do milho com muito prazer, sugiro deputada assim, não envolver o Mercosul, eu trataria diretamente com os governadores das províncias argentinas, EAA implantação de 1 logística, é possível por exemplo fazer controle do produto na origem da produção de modo que o trânsito aduaneiro seja facilitado em Foz, né? Abertura por exemplo de ponto seco de unir Cerqueira para facilitação também do trânsito da mercadoria, há várias iniciativas que podemos tomar. Cabe aqui a câmara, através da sua pessoa, organizar 1 frente parlamentar que traga essas questões para o Ministério do Exteriores com muito prazer estaremos aí prontos para atendêlos, obrigado.
Daniela Renner muito obrigado pela o convite é prazer estar aqui na comissão, e prestar aí algumas informações para avaliação dos governos estaduais e a setor privado. Vou começar a minha apresentação, simplesmente, identificando a situação que se encontra a produção agrícola na região sul enfrentando redução da área plantada, problemas climáticos que são de conhecimento de todos pragas, 1 forte dependência das importações e obviamente 1 demanda crescente que, na lembrando que AA0 milho por exemplo a e outros grãos também devem ser visto dentro do processo de transição energética, EAE geração de novas, de mais energia por novas fontes. Aqui é 1 1 avaliação do crescimento, por exemplo do milho na região do Mercosul, no período de 33 a 34, aí identificamos aí forte crescimento, na hora de 35 por 100 para o Paraguai e 30 e por 100 para o Uruguai, é importante que eu vou me referir a esses países mais em seguida. Brasil Paraguai, obviamente nós importamos no período de fevereiro a agosto, 589001000 toneladas de milho, os principais fornecedores foram Paraguai e argentinos estados como já foi indicado, estados importadores foram Paraná Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 60 80 por 100 da produção são destinados ao alimento do gado aves e porcos e portanto, para o desenvolvimento da avicultura, suinicultura, gera a agregação de valora, é importante fornecimento desses insumos. Então gráfico sobre importação de milho para a região sul, saliento aí a importância no caso da Argentina, do porto de Paranaguá, vou tratar isso mais adiante. No caso Paraguai, são as fronteiras terrestres, fronteiras secas que efetivamente determina o ingresso e isso é gargalo importante porque todos conhecemos a dificuldade do trânsito aduaneiro em Foz. Bom aqui é a produção de milho no Paraguai, né? E existe obviamente, 1 área importante no Alto Paraná, Itapua e São importantes áreas agrícolas do país, é muito próximas do Paraná, e portanto, poderiam ser objeto de 1 atenção especial em termos de, criação de 1 logística mais eficiente para importação futura de milho do Paraguai. Aqui é 1 1 proposta bem concreta, chamo de rota do milho. O produto seria transportado por rodovia do alto Paraná, com destino ao Porto 7 de Agosto no município de Carlos Antônio Lopes, Itapua, no Paraguai. Cruzaria o Paraná em Balsas ingressando na província de Missiones, na Argentina, pelo porto de Pirai, seguindo até a divisa com o Brasil onde eu ingresçaria pelo Porto Seco Dionis Cerqueira. Isso é 1 alternativa que eu proponho, com a vantagem que o custo é baixo, o tempo de obra é relativamente curto, e seria 1 possibilidade de já segurar o fornecimento, de milho por parte do Paraguai. Aqui é 1 outra alternativa, recuperando velho projeto do BNDES de integração ferroviária, que seria, a conexão de Guaracupava até Pirapóto, já na região produtora do Paraguai. Então a vantagem dessa opção é claro que ela ela implica investimentos e a 1 de tempo, é a integração ferroviária, né? O Paraguai, em forma todos que o Paraguai, se dirigiu em os auxílios exteriores, interessado em em promover a integração ferroviária com o Brasil, com o Paraná, Mato Grosso do Sul. Portanto, vejo essa possibilidade como 1 boa alternativa para melhoria da logística e a importação de milho do Paraguai. Recordo que, com a a implantação do corredor rodoviário biosânico, 60 por 100 do território Paraguai, que é o Chaco, passa agora a ingressar no sistema produtivo Paraguai, o que é obviamente dado importante porque já se registram produções de soja, milho e algodão, no no chaco Paraguai. Brasil Uruguai, outra outra possibilidade aqui é a integração ferroviária ali por Santana, Rivera Santana Livramento, né? É importante e deputada saliento então a importância do estado Mato Grosso do Sul, o estado do Rio Grande do Sul, insistir na renegociação da da concessão da Amália Sul, é incorporar como compromisso obrigatório do novo concessionário, a a integração ferroviária com o Uruguai. O Uruguai tem 1 conexão ferroviária, Rivera Montevidéu, Porto e vou mais adiante falar sobre outro porto que está em construção que é o Porto Martin Chico, né? Que obviamente a integração ferroviária teria vantagem de abrir todo 0A0A área de fronteira do Uruguai para a futura produção de grãos, né? E, aí teríamos possibilidade da conexão ferroviária a conexão da também que eu vou abordar. Essa é a integração da Custos, Patos Mirim, o a dragagem do Canal Sangradouro, e o início dessa, a integração com o Rio Grande do Sul. Como eu já assinei, essa essa integração fluvial reduziria os custos e permitiria que o norte que hoje é basicamente criador de gado transformasse em em produtor agrícola né gerando obviamente 1 boa oferta adicional de grãos. Recordo também que a a com a integração ferroviária, poderíamos também valorizar o próprio Porto Rio Grande porque o Rio Porto Rio Grande tem a sensibilidade ferroviária, entendeu? Aqui é 1 a nova ponte, insisti pra que se inicie logo a construção da nova ponte, o presidente hoje foi anunciado, o presidente novo presidente Uruguai visita Brasília, se encontra com o presidente Lula e dos temas é a a construção da nova ponte sobre o Rio Jaguarão, e as assim como também a dragagem do canal sangrador. Aqui é o porto de Martin Tico que eu quero apresentar pra vocês é futuro porto que já foi autorizado pelo governo Uruguai, ponto de 60000000 de toneladas, né, na na bacia do Prata, em frente à ilha de Martin Garcia, com terminal de fertilizantes, terminal de grãos, terminal de, granel químico também, líquidos então teremos várias possibilidades aí também de, recolher carga importada através do pôr do Martin Tico e transportálo para o Rio Grande do Sul, o ferrovia como já foi anunciado. Aqui é a localização Martin Tico, em frente à ilha Martin Gracia. Aqui a a localização do porto faz com que ele não seja afetado pela crise hídrica do Paraguai porque ele está mais próximo do Oceano Atlântico, então não há não há esse problema. E aqui por último eu poderia deixar de mencionar, que recordando que o Porto Paranaguá é a via de ingresso, do milho argentino, a necessidade obviamente de aumentar a capacidade portuária do Porto Paranaguá e inclusive, iniciar logo o que possível os trabalhos de indagagem, do canal de acesso, né. Obrigado, dentro do prazo.
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