
A nossa discussão acho que foi levantado os gargalos E0A gente pode começar a trabalhar né então claro que são soluções não não midiáticas a gente precisa de prazo para maturar elas eventualmente a gente tem algumas situações que foram elencadas aí como prioridade ou certa forma rápidas e serem feitas né então eventualmente você incentivar a importação dos países vizinhos que isso já trará de certa forma alento aí aos produtores do sul e é você tem também ações estruturantes de mais longo prazo né no paraná e fala aí que tá capitaniando a ferro oeste por exemplo se de fato ela se concretizar a partir de 2025 ela tem a capacidade aí de trazer 1 redução em torno de 30 por 100 dos custos logísticos aí do sul né então isso é de fato é 1 coisa relevante mas a longo prazo né a ferro essa também é se concentra né se a gente pegar o para raio aí aproximadamente de 1000 quilômetros do Paraná que vai entregar são paulo santa catarina ela é basicamente concentra 70 por 100 do PIB da América do Sul Então ela é projeto de forma bastante amplo que pode a longo prazo trazer grandes benefícios à à região sul do Brasil. E claro as ações mais pontuais aí de incentivo à produção e também os ajustes logísticos e as negociações que os países vizinho pra entrada de milho, trarão 1 situação bastante pontual aí mas é são situações de curto prazo que podem incentivar e ajudar os produtores e claro, é 1 fala bastante importante o sul trabalhar organizado e os 3 estados falarem a mesma língua no sentido de desenvolvimento especialmente na cadeia do milho que a gente tem que dar ponto positivo por exemplo do etanol que o garoto falou é crescimento da cadeia né então o etanol de milho de certa forma ele é mais perene se você comparar a a cana de açúcar que tem período muito curto né de plantio colheita o milho pode ser estocado e pode ser também é outro produto agrícola do brasil que pode ser aí 1 nova cadeia que está surgindo que nos próximos anos fatalmente o etanol de milho deve ser aí a provavelmente a matriz hoje já representa quase 30 por 100 e vai superar nos próximos anos aí 40 50 por 100 etanol à base do milho então é 1 cadeia que a gente pode trabalhar e temos muito a melhorar a cadeia do milho e a cadeia obviamente mais beneficiadas são a de proteínas animais como todo. Agradeço a Daniela pelo convite e estamos à disposição para auxiliar nos próximos passos aí.
Bom dia a todos pessoal então acho que o Haroldo tocou ponto bem interessante no sentido de que a gente, tem 1 produção de milho razoável no Brasil né, a gente tem excedente aí em sacras normais, e superior a 30000000 de toneladas que são basicamente destinadas para exportação, entretanto, na região sul, o Paraná de certa forma ele é privilegiado nisso porque além da produção de proteínas, né, frango e aves, a gente tem a produção de milho é bastante pujante no estado hoje ainda nós temos a capacidade de situações normais é 1 produção de 17000000 de toneladas, comparado por exemplo, a 2000002 a 3000000 da de Santa Catarina, então a gente atende hoje e toda a demanda interna do estado, então basicamente dessa produção toda torre em torno de 12 a 13000000 de toneladas, elas são destinados exclusivamente para a produção de proteínas no estado e o excedente é exportado e ele também também vai para para os estados vizinhos especialmente aí e Santa Catarina. Se a gente pensar em problemas de custos, né, que acho que é a grande variável que a gente está discutindo aqui é Santa Catarina tem o maior custo de produção de proteínas né falando especificamente de suínos e aves né, então, essa variação comparado ao menor preço que é do Paraná naturalmente por ter a disponibilidade de milho para toda a produção a gente tem 1 variação hoje em torno de 2 a 3 por 100 que é 1 variação razoavelmente pequena mas ela gera de certa forma impacto competitivo tanto no mercado doméstico como no mercado internacional é pra gente ter 1 ideia. É o custo para produzir aí a o quilo de de aves né que é o principal produto aí de Santa Catarina com com o Paraná né de Paraná maior produtor de frango hoje aí Brasil é em o Santa Catarina produza em custo médio aí de acordo com a Embrapa em 2024 de 4 reais e 63 centavos o quilo de de aves e o Paraná 4 reais e 48 EE0 rio grande do sul R$4 e 58 para produzir quilo e isso dá 1 variação de 2 por 2 quase 3 por 100 nos entre 2 3 por 100 aí dentro de Santa Catarina para o Paraná que é o menor custo. Então esse cenário que é basicamente que a gente tem e tem que buscar a equalizar então esse a ração animal é o principal custo de produção de qualquer produtor hoje é estimado em torno de 65 a 75 porcento para produzir carne suína e carne de frango é 65 a 75 por 100 do custo é ao custo de ração então e quando a gente fala ração no suíno a gente tem 1 composição pouquinho maior onde entra a soja mas no frango a composição básica da ração é milho, então isso é fator determinante aí pra gente buscar 1 solução pra reduzir os custos. Isso vai ter realmente vai passar o estado do Paraná nos próximos anos porque a gente hoje não tem 1 capacidade razoável de aumentar a produção porque o desafio de comprar pensando no milho de competir com a soja, ele é bastante certa forma, desleal no sentido de que o produtor vai optar pela soja, porque ela é produto com bastante liquidez no mercado e ele tem 1 lucratividade muito maior, né, então você tem que buscar talvez até soluções como o Harudo até comentou e incentivar a produção de milho, então você eventualmente ter programa de contratos já de preços prédefinidos, talvez programa de seguro rural mais mais harmônico e que a a atue mais em favor do produtor que ele se sinta mais segura em produzir milho em vez de produzir soja, por exemplo, nessa é para a gente ter 1 ideia no Paraná, na década de 80, o Paraná plantava mais de 2000000 de hectares de milho na primeira safra, ou seja na safra de verão, ele cantava em agosto. Nesse ano, a gente está tendo a menor safra da história para na para o Ibi primeira safra, plantando apenas 250 1000 hectares então a gente vê essa mudança muito trágica e a produção do milho sendo empurrada para a segunda safra que é hoje a maior safra a gente planta mais 2000000 e meio hectares com 1 produção é acima de 13000000 de toneladas, entretanto a produção na segunda safra é basicamente ou pouco menos é pouco mais da metade do que poderia ser produzido na primeira safra, então se a gente produzirse hoje milhão de hectares a gente teria potencial de produzir em torno de 9 a 10000000 de toneladas só na primeira safra né então esse é cenário que que a gente pode buscar a alguma atuação do sentido de é trabalhar o incentivo ao plantio é nas regiões próximas a isso seja no rio grande do sul e seja no em santa catarina e no paraná porque as quando a gente fala em é trazer o milho de outras regiões invariavelmente ele será mais caro do que a gente ter o milho no no cenário doméstico, ou seja, está no no sul é muito mais vantajoso do que a gente tentar eventualmente buscar ele até nos países vizinhos porque ele vai ter custo logístico maior né, por exemplo, a gente pegar o milho de Guarapuava e levar para para Santa Catarina. Na região do Banco de Chapecó, né, no dia produtora, então isso é é o cenário que a gente talvez possa também a avançar no sentido de incentivo ao produtor em isso existem mecanismos, né, E legais, né. E principalmente acho que talvez hoje o grande impacto que o produtor tem aí e e fora o clima que é 1 condição. Não tratado, ele tem impacto, por exemplo, de doenças, né, cigarrinha é fator hoje indélico no sul que não tinha né, então nas últimas safras isso vem afetando drasticamente a produção hoje a produção já começa com 5 a 10 por 100 de perda do estado Paraná em decorrência de doenças, então você trabalhar no seguro rural a apoio nesse sentido apoio a comercialização futura que o milho não tem esse esse perfil, por exemplo, de travar preços a ao longo do do tempo como a soja. Hoje a soja não tem a comercialização futura como ela tinha porque o produtor de soja hoje, ele é grande produtor e normalmente ele tem a tendência a comercializar à medida que colhe a soja e ele ele literalmente arrisca porque ele tem 1 boa margem. Mas a gente tinha em condições anteriores, 1 condições onde que a safra largava já com 30 40 por 100 do que estava sendo plantado comercializado, então esse é cenário é bastante favorável com o produtor, então esse talvez seja caminho de trabalhar para a pintura do milho para a gente ter aí nos próximos anos 1 segurança na produção de proteínas, que é o principal fator hoje é frango carne bovina é muito mais interessante do que a gente vender milho a granel soja a granel para outros países, então é isso é se torna 1 cadeia bastante interessante de incentivo e acho que talvez seja o caminho de trabalhar a sugestão fica de trabalhar incentivo a produção no sul, a gente tem relativo espaço para isso e provavelmente e vai beneficiar os 3 estados hoje Santa Catarina é o estado mais crítico, mas nos próximos anos, o Paraná terá que ter alguma situação pra poder atender a demanda das cadeias de de de de suína e aves e agora também de peixe e tem crescimento bastante significativo nos últimos anos e é invariavelmente no cenário atual, a gente vai ter falta de milho no estado Paraná, apesar de 1 grande produção aí de 17 milhões de toneladas na safra cheia, mas o espaço de crescimento ele é certa forma bastante pequeno, né, então, acho que talvez essa é minha contribuição fico à disposição é pra eventual dúvida e qualquer coisa complementar as informações. Obrigado.
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