José Gozze

José Gozze

Presidente - Pública Central do Servidor

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28 de nov, 11:43

COMISSÃO DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO

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São Paulo, foi presente pro estado de São Paulo, na verdade, né, voltamos corretamente no estado de São Paulo, mas Só né, é, mas você, mas você atende servidores do Brasil inteiro né? Esse é grande trabalho que você realiza. E falando de você e falando aí do Fábio, quero cumprimentar também todos os colegas do judiciário aí que de alguma forma nos vários estados estão aí no judiciário. Quero dizer também que está aqui presente a Mariclée, que é presidente do da Associação dos Assistentes Sociais de São Paulo, mas que é também secretária geral da pública. Então também, os assistentes sociais estão na pública, assim como estão também na federação do estado de São Paulo, né tem aí nosso colega também. Bem, o nosso problema é seríssimo né? Porque há ataque aos servidores públicos a cada dia a cada hora a cada momento, e é preciso entender isto, porque o que aliás, parênteses também apenas ajude, que eu parabenizo, assim que foi a autorizado a sindicalização, eu participei também da fundação da Fenajud, e o grande trabalho de vocês parabéns. Então é trabalho constante contra o serviço por contra os servidores públicos. Aquela constituição de 88 cidadã, ela está sendo corroída. Eles estão tirando lá tudo aquilo que é importante para o bom atendimento da sociedade, para o estado do direito social, para o estado do bemestar social, né? Então nós vamos trabalhar o tempo inteiro olha acaba o supremo de dizer que não precisa mais ser servidor efetivo. Contrata pela CLT. Simples assim não é? Ah mas vai fazer concurso, vai fazer concurso mas não tem estabilidade, e a falta de estabilidade é problema para o estado e não benefício para o servidor. Né? Então aproveito isso pra dizer que nós estamos lutando lá em São Paulo também pelos que prestaram concurso, porque nós precisamos mesmo ter mais assistentes sociais e mais psicólogos, vou falar disso já já, e é pra ser efetivo, não é pra contratar pela CLT, percebe? Não tem como ter servidor público da CLT. Deputada, professores então no estado de São Paulo é caos né? Quer dizer quantos são efetivados são a cada 2 anos pela CLT, não é isso? Bem, falando especificamente de vocês, num numa conversa com a Mari Clara que nós tínhamos visto que agora mudou pra 6 horas de trabalho o assistente social e o psicólogo. Mério equívoco. 6 horas no trabalho presente nas entrevistas, em buscar os necessitados, mais umas 4 horas pra fazer os documentos para os juízes e desembargadores, não é? Então vocês trabalham muito mais do que 6 horas. Vocês realmente trabalham para a sociedade brasileira, viu? No total. Então, eu vi aqui que na vara da infância, família, tem lá grupo de assistentes sociais, e psicólogos bem restrito, não é o necessário. Mas eu acho que não deveria só estar ali assistentes sociais e psicólogos. Eu acho que cada juiz, cada desembargador, aliás eles acabaram de aprovar, vira mestre eles aprovam mais assessores, eles têm 1 média de 5 a 6 assessores em cada gabinete. Por que não ter em cada gabinete assistente social e psicólogo? Né? Isso é muito importante, é aumentar o número da assistente de psicólogos e ter realmente próximo a quem decide aquilo que vocês vão buscar na sociedade e vão relatar para os a as decisões, está certo? Então isso é muito importante. 1 1 outra questão, que atinge muito oficiais de justiça especialmente em São Paulo, também atinge psicólogos e assistentes sociais. Eles não têm nem veículo pra leválos ao local onde vão fazer as entrevistas. Quando eles pegam táxi por exemplo, o táxi deixa eles alguns quartênões antes, porque o táxi não chega próximo da favela. Eles são obrigados a fazer caminho enorme a pé. O Estado tem a obrigação de dar condição de transporte para oficial de justiça, para assistente social e para psicólogo. Então são coisas que nós devemos colocar na nossa luta agora. Primeiro, cada desembargador, cada juiz deveria ter assistente social e psicólogo no seu gabinete. E, transporte para todos quando tem trabalho extra, fora. Então isso acho que é muito muito importante, né? Bem, a precarização do trabalho do serviço público é geral, não é? Nós estamos com problema de escrevente em São Paulo, nós estamos com problema de auxiliares. E aí vem a questão do orçamento. Quem faz o orçamento para o Tribunal de Justiça? O governador do estado de São Paulo. Olha que absurdo. Não é? O presidente do Tribunal de Justiça dando exemplo porque não não não é AA0 número correto. Mas se o desembargador coloca 10000000 para passar o ano inteiro trabalhando com o judiciário, o governador corta pelo menos 4, e vem só 6. E o tribunal se dá por contexto ou ele fez de brincadeira o orçamento, ou ele não vai lutar pelo orçamento necessário para o poder judiciário, não é? Quem sai perdendo? Servidores públicos do judiciário, não é? Não sai perdendo o juiz, não sai perdendo o desembargador, aliás a média de salário de desembargadores do estado de São Paulo é 80000 reais por mês, né? Aliás saiu agora 1 notícia de estado que eu não me lembro agora qual o estado, mas que durante 3 ou 4 ou 5 meses, desembargadores receberam como coisas passadas e tal, mais de milhão por mês. Por mês, entendeu? E nunca tem dinheiro para defasagem salarial dos trabalhadores do judiciário. Acho que é em é em São Paulo e é no Brasil inteiro, não é? No em São Paulo por exemplo nós estamos já com terço a menos do poder aquisitivo, não é? Então não é possível continuar assim. E não adianta brigar na Assembleia Legislativa porque quem manda é o governador ele tem maioria, né? E o próprio tribunal não enfrenta na Assembleia Legislativa essa discussão, sabe? Isso tem que parar, não é? O importante, que é assunto que a gente discutiu aqui com as centrais da pública presente, que era a questão da segunda OIT. Nós temos que ter mesas de negociação, não é o tribunal dizer os tribunais dizerem se tem ou não tem dinheiro para cumprir a constituição em respeito à inflação, tem que ter mesa de negociação, e tem que dizer porque não tem e nós dizemos porque nós não podemos estar numa defasagem tão grande. Falta de mesa de negociação, se negou a mesa de negociação, autorizada a greve, é OIT, entendeu? É a questão da sim da OIT. Então não tenho muito mais a falar não, mas coloco aqui, 2 propostas. A primeira, lutarem pra ter em cada gabinete assistente social e psicólogo. E, terceiro, lutar para transporte para atender assistentes sociais, psicólogos e obstetos de Justiça. E especialmente aumentar o número de servidores, e aí estamos também apoiando a os concursos. Nós tentamos fazer concurso e depois deixar passar o tempo sem chamálos, tá? É isso obrigado. Muita

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