
Então Antônio do Pereira, estou como coordenador geral do SINAZF Nacional, primeiro parabenizar tá pela iniciativa deputada, né, Sâmia, a deputada Fernanda também, tá, e todos e todas os envolvidos e envolvidas né, pra que a gente possa estar trazendo pra essa casa tema tão valoroso e importante, né, por mais que seja tema desconhecido pela grande maioria da nossa sociedade. Hoje, eu acho que alguém falou aqui, é o dia internacional do PCD, da PCD né? Então é importante que a gente viabilize né essa divulgação ampla no nosso país. Porque hoje a gente estava numa marcha, e é importante frisar isso aqui, na primeira marcha, né da PCD e raros aqui em Brasília, e a gente vê que é 1 pauta que é a extrema direita está surfando nela e querendo né surfar, né tomar de de de de assalto né como se diz 1 pauta tão importante como essa. Então, a gente luta muito pela inclusão e de certa forma a inclusão também está na informação porque a gente não não tem essa informação chegando pra nossa sociedade. São 45000000 de pessoas que se declaram né PCDs nesse país. Isso que se declaram mas tem outras milhões de pessoas que ainda não se declararam e que não têm diagnóstico, e que é importante que a gente tenha políticas públicas né que possam estar fazendo esse diagnóstico e que chegue a essas pessoas, né, é muito importante que isso aconteça. Eu estava lembrando de caso, eu estava viajando do de Salgueiro, eu sou do Instituto Federal do Sertão Pernambucano, professor de física, estava viajando de Salgueiro até o Juazeiro do Norte. E eu vi que tinha 1, não era mãe, mas era 1 pessoa que estava com filho, que ele era autista o espectro de autismo muito alto, né era visível, e eu perguntei a ela, você é a mãe dele? Ela falou não, eu não sou a mãe dele, porque a mãe e o pai, abandonaram ele, eu sou a tia e eu tomo de conta dela dele, eu que estou tomando de conta. E aí eu vi alguém colocar aí quem é que cuida de quem cuida, né é eu acho que é 1 outra preocupação que a gente tem que ter, dessas pessoas, sabe? É 1 pessoa que também está né adoecida mentalmente, né, super atarefada e que não é não é simples né, cuidar de 1 pessoa né com autismo com autismo dum dum dum nível elevado, né? Então é importante que a gente possa estar encaminhando né tendo políticas públicas que possa estar atendendo esse público. O Sinazaf Nacional agradece esse espaço, essa oportunidade, parabeniza a mesa, né, 1 mesa bonita né, a grande maioria da mesa de mulheres, pra tratar de tema muito importante, né, que a gente tem que estar né reverberando aí nesses 4 canto desse país. Obrigado Sandra, obrigado pelo espaço porque dificilmente você abrem o espaço assim pra gente falar, mas agradeço em nome do Sinasef nacional, parabéns mais 1 vez pela mesa.
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