
Ah eu também quero agradecer a oportunidade de estar aqui né, de poder participar de momento tão importante pra gente e dizer o seguinte, que os desafios são grandes, né, né, as políticas precisam chegar na base e aí a gente tem algumas parceiros dentro dentro do governo, dentro do legislativo que a gente precisa unir forças pra que em 2026, 26, 26, 25, né as política consiga chegar na base porque a gente está cansada de só destruir só discutir e as coisas não chegar na base é preciso que essas política nos alcance né eu enquanto mulher rural tenho sofrido na pele a falta de ausência de políticas públicas, né. E aí é preciso que a gente una nossas forças e aí eu quero agradecer ao ao às pessoas do governo que estão aqui, que assumiram compromisso com a gente para que em 2025 a gente consiga fazer diferente e essas política consiga alcançar os agricultores, os indígenas, quilombola, as pessoas do campo das agro das florestas. Muito obrigada por tudo e quero avisar o seguinte, que tem almoço aqui no anexo 2 então quem quiser almoçar principalmente as pessoas da Senapo né vamos juntos almoçar no anexo 2 muito obrigado pela oportunidade 30 segundo viveu Vivian reivindica aqui 30 só pra agradecer enquanto secretaria
Sua contribuição e agora a gente vai pra última, pessoa que se inscreveu que é Karina da Fian. Oi, bom dia, boa.
Concordo com você Ana Maria, os consumidor não estão tendo acesso a alimentação de qualidade porque precisa de políticas pública no campo pra gente produzir em quantidade suficiente pra botar comida de qualidade em quantidade suficiente na mesa dos trabalhadores. Enquanto o Estado não não direcionar as políticas público para o campo, infelizmente os os consumidores vão continuar na zona urbana, consumindo veneno, né? E agora a gente chama José Nilton, da Anatel. Boa tarde.
Muito obrigado Márcia pelas suas contribuições. A gente espera que o congresso nos ouça, e não não corte, pelo contrário, olhe pra o pra o planeta e assuma a vida que a gente precisa ter nesse planeta para poder continuar vivendo. Então é importante que hoje eles não cortem nada, pelo contrário, coloque recurso porque a gente sem recurso a gente não pode trabalhar e não pode ter ter vida digna nesse planeta, né? A gente agora vai pra pra pras perguntas da plenária, né e e contribuições né? As pessoas é quem é quem sabe o que querem falar, mas está aberto a palavra quem é que estava anotando as as pessoas ah eu não não consigo escolher, você vai reparar Acho que é importante as pessoas se posicionarem na frente por causa facilita a mesmo que o microfone embora seja sem fio mas facilita se posicionar aqui à frente, evita o torcicolo e facilita captar a imagem da pessoa. É, da GTI, está correto o nome? Não me corrija no primeiro momento. Está aí o microfone. Pode pode já usar o microfone e a próxima Ana Maria Maia da IDEC se pudesse sentar a cara também já. Eu queria chamar atenção
Que precisa ser discutidas e a gente precisa além de discutir achar alternativa pra que elas aconteça e cheguem na base né? Mas AAA Peneira está agoniada pra fazer esse questionamento com razão a gente já está finalizando a gente vai agora ouvir Márcia acertei gerente de projetos do gabinete da secretaria nacional de segurança alimentar e nutricional do Ministério Desenvolvimento Social Bom dia a todas as pessoas presentes
Dos é dos espaço mais difícil e mais desafiador da gente atuar enquanto sociedade civil. Eu digo isso por conta dos conselhos que existem nos municípios que não funciona e quando a gente tenta funcionar a gente geralmente tem 1 barreira e aí vem problemas seríssimos de ameaça esse negócio todo eu acho que a gente precisa criar instrumento que nos permita né monitorar esse esses espaço inclusive criando esse espaço porque tem tem município que nem nem consegue tem, nem o conselho em sequência alimentar emocional tem. Então a gente é é grande desafio a prevenção, você imagina, monitorar a saúde em si. É 1 das coisas que a gente precisa sentar pra discutir mais e criar instrumento pra gente estar mais perto nas bases com isso, mas depois a gente conversa sobre isso. Eu agora vou chamar Daniel Peter diretor de político departamento de política de gestão ambiental rural você Daniel bom então bom dia a todos
Márcia Muhighat, gerente de projeto de do gabinete da secretaria nacional de segurança alimentar e nutricional do ministério desenvolvimento social. Eu tinha anotado aqui também de 1 outra secretaria, não tenho outra secretaria. Não, é só pra registrar também a Luiza, que também aqui, que é da secretaria de combate à fome. Bom dia, vamos lá. Primeiro então né? Desculpe. Então passo a palavra
Né? É esse nome aí? Diretor de departamento de política de gestão ambiental rural GAR é nome sim da secretaria nacional de povos e comunidade tradicionais e desenvolvimento rural sustentável do Ministério do Meio Ambiente e mudanças climáticas. José Ubiratã que
Foi levantada a questão, deputado, e nós. É ele que lida lá. Está aí? Desculpa. Alô? Não, já ligou. É que nós só queríamos reforçar algo que foi proposto ontem é que a gente estabeleça como marco para o lançamento oficial do PRONADA no dia 8 de março do ano que vem. Pra que não fique 1 data em aberto e que todos nós trabalhamos pra isso e aí vai ser muito importante essa proposta do deputado padre João. Obrigado. A gente vai chamar agora a Viviane Libório. É a 7 é Viviane Libório, 8 e agora para compor a outra mesa que é 1 mesa é só de de governos A gente chama Viviane Libório de Almeida, diretora de inovação para produção familiar e transição agroecológica MDA. A Kelly Poliane de Souza, né? Coordenador
Agroecologia é a única forma de se manter a a família no campo né? E disse preservar a biodiversidade em nossos territórios. É através da agroecologia principalmente que nós mulheres podemos produzir e comercializar os nossos produtos nas feiras agroecológica e nos livrar dos atravessadores que só chega lá para desvalorizar o nosso produto e a gente fica à mercê deles estão através da agroecologia a gente consegue 1 independência política e econômica e de participação social então não tem outra outra arma minha gente não tem outro argumento a gente já provou por a mais vezes porque tem estudos que agroecologia é o caminho pra dar o desenvolvimento do campo, a garantia dos territórios, da nossa biodiversidade e acabar com a fome nesse país. O Célio
Fico pensando é Rogério quando eu vejo você falar dá 1 tristeza porque 1 1 casa que foi eleita para garantir a vida do cidadão brasileiro e eles ainda bem que não é a maioria não é todo né Tem 1 pequena minoria e luta pela vida e é com essa pequena maioria que a gente precisa se agarrar para para continuar existindo senão a gente morre mas dá 1 tristeza muito grande porque quem bota nessas pessoas que estão aqui fazendo lei para nos matar somos nós trabalhadores rurais somos nós agricultores e agricultoras isso é muito triste minha gente eu fico eu fico doente e eu peço muito que Deus ilumine essas vidas que vejam que a gente precisa garantir a existência nesse planeta e a gente só garante a existência das 3 planeta quando a gente aprova a lei que nos Garanta viver e viver com dignidade ninguém pode mais ninguém aguenta mais o ser humano não aguenta mais comer tanto veneno e viver morrendo todo santo dia de câncer por conta da contaminação da água da terra da água e da semente e do ar mas eu queria avisar 1 coisa que a companheira que ia falar a companheira que ia falar virtual ela não vai poder falar virtual nem visto ela vai poder falar parece que surgiu 1 1 agenda de última hora e ela não vai poder falar e aí a gente passa para Mazé. Maria José. Isso. Está funcionando aqui esse negócio? Conseguem me ouvir? Ah tá, então bom dia.
Eu acho que é isso. Pivato. Secretaria nacional da campanha permanente contra os agotoski pela vida. Ela vai ter 1 participação virtual. É. E aí quem é a próxima? Cadê aqui? 5, é, Samuel Albuquerque de Carvalho, secretário executivo do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável, CONDRAF. 6, não já foi, né? A série é a Viviane. A Vivian Libório
Muito obrigada, né, pela fala e pelo apoio. A gente precisa hoje de todo apoio, né, da do da das companheiros, da Nações Unidas e de toda a força que venha pra dar fortaleza e sustentabilidade à política da agroecologia nesse país porque a gente só acaba com a fome se for através da agricultura familiar agroecológica, se não for através dela eu não vejo nada, nem 1 vírgula que possa dizer aqui vai acabar com a fome, Porque quando a gente não morre de fome, a gente morre contaminada pelos veneno e pelas águas e o solo. Então a única maneira de acabar com a fome é radica totalmente, não só no Brasil mas no planeta, é a agricultura familiar agroecológica e com isso a gente desfaz a mesa e agradece a participação de de todos aqui E agora a gente vai compor a mesa da sociedade civil né, que é muito importante pra poder colocar as nossas nossas reivindicações. E sem demora eu chamo Rogério Dias pra estar aqui com a gente. Adriana Mesadri, né, que é do movimento de mulheres camponesas. Quer chamar mais é? Maria José
Doutor Pedro Luiz Gonçalves Serafim da Silva subprocuradorgeral do trabalho coordenadorgeral do Fórum Nacional de combate aos impactos do agrotóxico e transgênicos e do GT agrotóxico do Ministério Público do Trabalho
AAA outra o outro doutor Pedro eu queria dizer eu fiquei meio agoniada com a fala do deputado que saiu, que bom que a gente está na casa que de dos deputados que podem ouvir a nossas reivindicações EEEE fazer diferente né. Hoje aqui é dia muito especial porque estão aprovando o orçamento pra 2026, e eu espero que as comissões e os 520 deputados que tem aqui nessa casa é 520 não sei quanto 521 algumas coisas diga sim a vida né a gente precisa de orçamento para agricultura familiar agroecológica a gente precisa erradicar a o veneno na no nosso território urgentemente e a gente consegue transformar a mente dos dos consumidores quando a gente tiver é orçamento suficiente pra gente trabalhar a agricultura familiar e conseguir agroecológica e conseguir botar é alimento na mesa da população brasileira com quantidade suficiente de qualidade então eu espero que essa casa seja é é simpatizante a nossas reivindicações e consiga colocar orçamento na agricultura familiar agroecológica e diga não aos agrotóxicos. É isso.
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