
Gostaria de falar de forma metafórica, o que o Henrique falou? Em relação à pergunta, que foi que a legislatura fez anteriormente em relação ao que que os políticos poderiam fazer à respeito. Não fazer nada nem não fazer nada nem fazer políticas autoritárias no sentido de que, tem a mesma analogia. Eu acho que é importante não ter medo a colocar limites e dizer que os alunos De maneira grave. Estão agindo de forma grave que não Bienal recolher isso. Aquilo não é possível os bens materiais e não materiais tem que ter colocado esses limites, porque temos que colocar a educação que nós queremos, mas ao mesmo tempo temos que dar o apoio necessário e eu digo isso no sentido de que, a literatura, nós temos isso, como modelo autoritativo, que não tem 1 tradução muito boa, mas nos referemos a essa ideia de que, é sistema educativo na América Latina, e tem mais tradição de arte cultura autoritária e machista, geramos e entendemos que o clima escolar, usando o termo anossaxônico não são neutros, então não podemos ter climas escolares passistas machistas autoritários. E isso é importante de de E isso é importante de se reconhecer e de perceber numa perspectiva mais crítica, a respeito do clima escolar eu digo isso em razão, de que, ao final das contas, as políticas educativas em termos de convivência e violência, especialmente na América Latina, e em outras partes do mundo, tem muito a ver com estabelecer políticas, leis mas também com investir em recursos. Então a pergunta que eu fazia em relação à como temos os climed offers que são policiais que estão nos nas escolas e que cumprem com o que nós temos no Chile que não são os militares mas que os próprios professores cumprem, então acho que essa é 1 das possibilidades de avançar a estilo democrático, e que utiliza agora em Colômbia também a palavra democracia às vezes é algo que nós precisamos defender e Lá no país devemos investir nos países nós temos que desenvolver que temos que investir na convivência escolar mas não para castigar, para investir e eu vou colocar armas em posse dos estudantes através das suas casas, então se me perguntam pela situação grave é gravíssimo que está acontecendo no Brasil nos últimos anos, a primeira coisa que eu faria é gerar 1 política além da parte da educação que tem a ver com as políticas de armas porque isso pode separar, e pode ser parado da forma rápida, se você gerar as políticas necessárias que vão além da parte educativa, e aí é certo que esses temas de território e comunidade, esse tipo de violência entra na parte da escola. E também podemos fazer muito quando trabalhamos com as comunidades para estabelecer ordens e equilíbrios. Não podemos investir em convivência quando geramos formas de apoio e gestão, que tem tudo a ver com com os recursos humanos e como nós podemos formar os docentes se existe alguma outra forma de fazer isso pro poder público, o Brasil é muito grande obviamente, e parece quase impossível deixar com que os profissionais estejam disponíveis para isso, fizemos estudo para a UNICEF, trazendo essas informações e as experiências da América Latina, e somos dos poucos países que têm esse modelo, de trabalho de profissionais de redes de estabelecimentos e isso poderia ser avanço importante também como que nós podemos gerar recursos para apoiar quem nós precisamos apoiar os estudantes as famílias para aprender a resolver conflitos para 1 cultura mais democrática através dos estilos de liderança mais democráticas, então a experiência chilena de 20 anos não é, maravilhoso mas tem elementos importantes, que a escola reconhece como tal então, a presença de, essa parte de convivência que no geral, tem melhores contratos melhores, definições de papéis, o segundo esse foco no caso do Chile, na parte acadêmica de diferentes universidades nós nos pusemos de acordo com o setor público para falar dessa ideia de modelo da da pirâmide. E tem muita literatura importante a nível nacional internacional latinoamericano que mostra que essa é 1 maneira que sim nós podemos trabalhar dessa forma, e isso melhora as possibilidades de abordar todas as formas de violência incluindo as mais graves, então me parece que essa parte de recursos na parte do Chile não sei como é que são vocês mas, os políticos que estão centralizados nessas bancas para tomar decisões, não podem decidir sobre os recursos que são do executivo, o executivo que tem que gerar leis, e vem com essa parte de recursos então é 1 disputa importante que faz parte, e como fazemos o nosso país, mas no final os investigadores também sempre nos fazemos essa pergunta, onde está o recurso, e onde ele está sendo colocado, parece que a nossa experiência no Chile nos tem mostrado, que é muito mais importante investir em apoio do que investir em castigo.
Muito obrigada pelas perguntas, e pelo seu interesse também. Eu vou buscar, dar respostas a essas perguntas partindo pela pergunta relacionada aos grêmios escolares que tem relação com a pergunta da participação dos estudantes. Em Chile No Chile, existe algum tipo de participação né dos estudantes essa por lei como representantes estudantis, e centros de alunos, sim, existem também na parte dos conselhos escolares também, e eles não têm caráter vinculante eles só têm caráter, consultivo, e acaba que isso tem sido problema para a participação deles no geral. E acontece que na convivência escolar, a forma que tem sido a participação tem sido pouco problemática porque tem sido na parte programática intercurricular, e eles percebem que têm dificuldades muito importantes no Chile, que tem muita relação com o que foi destacado antes pelo Jonathan, a autoridade dos diretores, dos professores e que de certa forma isso responde à pergunta, da relacionado a ter violências escolares de forma diferente ao longo dos anos. Depois de 2018, na verdade depois de 2006, 16 em diante, com os movimentos estudantis, nós tivemos a geração de diferentes formas do que pode ser denominado como violência na escola ou violência contra a escola, e são formas que ainda não têm solução. Esses movimentos estudantis, têm feito reformas no Chile, até na constituição, com até com tentativas falidas, com o movimento do estudantil voltando a ser forte nas escolas depois, do golpe militar então assim, parece que o dado que eu mostrei pra vocês dessa baixa brusca da percepção, ao longo do tempo em relação aos professores serem tratados com respeito, vemos eu não sei se é 1 crise mas é problema importante, de que a escola, parece que pelo menos na no ensino médio, como se ela não estivesse em dia em relação à expectativa dos alunos e isso tem a ver com a forma que os professores tratam eles e a forma que eles ensinam a essas, a esses adolescentes então no Chile, nós não temos tido, algum tipo de tiroteio escolar o que aconteceu no Brasil né? Eu vi que isso aconteceu mas não nunca tivemos isso e eu entendo que, como a doutora Thelma que tem trabalhado nesse tema, eu entendo que isso é muito recente pra vocês né? E e claro isso é muito preocupante é 1 situação que no Chile ainda não tivemos eu espero que isso tenha a ver também com outras políticas que nós temos, então eu acredito que tenha sido isso que tenha mudado mas, eu acredito que os países membros da América Latina e do Caribe, se reuniram há pouco tempo na Colômbia, para colocar o ponto de que a na América Latina nós temos que abordar essa questão da violência escolar e isso tem a ver também com a forma não só do tráfico mas também do narcotráfico que nós temos nos diferentes países então, essa pergunta relacionada aos alunos, nós temos 1 forma muito pseudoparticipativa. E, ou seja, participam os estudantes que são melhores e que gostam de participar, mas não é democrática e os professores muitas vezes também têm alguma preferência e algumas outras formas pelos adultos das escolas, às vezes algumas pessoas são tratadas de forma diferente, e isso é escalável e acho que esse é dos maiores problemas, que ainda não conseguimos fugir. Eu estou de acordo com o doutor Jonathan quando ele disse que, por mais que tenha tido essa experiência qualitativa de todos os estabelecimentos que nós conseguimos melhorar em qualidade de convivência escolar, tanto indicadores que eu demonstrei para vocês, eu vou voltar a buscar as escolas que, não conseguiram ter essa mudança, da melhoria, o que nós vimos é que, faz muitos anos com a participação de vários estudantes na resolução a nível de conflito, de bullying e de violência, faz parte da tomada de decisão sobre o que fazer e a implementação disso. E os professores têm papéis diferenciados mas também interconectadas entre si, então eu acredito que a nível de aprendizado do profissional e criar espaço para a participação autêntica dos alunos, é algo que é muito importante agora eu gostaria de tratar de responder, a pergunta relacionada ao monitoramento, Aqui eu agreguei algumas coisas eu não sei se vocês viram. Na apresentação? Na apresentação? Não sei o que eu estou fazendo aqui deixa eu ver se eu consigo compartilhar a tela certa. Vou tentar de novo. Perguntaram por ele por esse tema Perguntaram pra mim em relação ao de monitoramento escolar né, e aqui nós conseguimos ver, ok, então, nesse ano, no Ministério da Educação PROCOMOS sistema de monitoramento da convivência com 2 propósitos distintos, isso é algo novo no Chile, para a tomada de decisão, para a política educativa e outro diferente para a tomada de decisão, a nível do estabelecimento de cada 1 das escolas, ministério para apoiar a convivência escolar o que que isso significa? 2, 2 formas de registrar, aproximar essa informação distinta. 1 tem a ver com a o questionário de qualidade que nós já fazemos desde 2012, é o gráfico que nós vimos anteriormente que se aplica a proposta é aplicar todos os anos, 1 vez ao ano, e esse formulário é aplicado para diferentes cursos não apenas para e a ideia aqui, é conseguir mostrar a informação de forma desagregada para os estudantes, para os professores, para o pai e mãe, e, em relação ao respeito, e à entrega à informação cada vez melhor. E, isso é a nível de país, onde nós temos os resultados nacionais, e depois os resultados regionais, até o momento não temos em entregado nenhum resultado a nível de província nem de comuna, mas, é só a nível de estabelecimento, para conseguir fazer A0A comparação e o ranking das escolas, do do do Chile, sempre fazemos ranking de todas as escolas é algo comum para nós. E por outro lado para fazer isso, nós temos 1 forma distinta, e diferentes instrumentos de aplicação então, no caso da qualidade de contexto são avaliadores externos contratados por agências capacitados por elas que fazem esse formulário e esse formulário é entregue todos os anos, e o pai ou a mãe da criança podem preencher é sistema muito padronizado nesse sentido então são os pais, ou os tutores dos, o responsável daquele daquela criança que vai responder. E no caso da do dia da convivência as perguntas e eu também já tinha, já fiz parte disso, essas perguntas são sólidas, mas se aplicam de forma distinta, e também se orientam a coisas diferentes, no dia da convivência, a participação é voluntária, se faz a no no começo e no fim de cada ano, e cada comunidade escolar excluule a a plataforma que quer utilizar, e está baseado no nas no modelo da escola para apoiar os estabelecimentos. De 1 forma para gerir a convivência. De 1 forma distinta. Momento. Só minutinho. Aqui. Então é o monitoramento da convivência e o outro é a ficha dia, no ficha dia Está organizado nós temos a organização pela pirâmide da escola total, então tem respostas dos alunos em si, alunos que podem responder que estão de acordo ou não, em relação à experiências positivas ou não em relação à convivência, convivência do curso, da gestão do curso, faz parte também do que, isso é nível a experiência também pode ser focalizada, e de nível 2 a experiência relacionado à maior intenção. E, o outro, o sistema de monitoramento que ele entrega, como eu já tinha mencionado para vocês anteriormente, o DPS que eles eram, entregavam anteriormente são analisados, de 1 forma em que, os estudantes podem participar clima de respeito confiança. E nesse clima de de respeito e de sentido de pertencimento se desagrega por região então aqui podemos ver, qual é a confiança dos docentes nos seus alunos a a de acordo com a sua perspectiva né? Né? Não estamos vendo o que você está compartilhando. Ai desculpe novamente eu compartilhei errado. Não vem essa, não, não vem. É basicamente 1 Mas basicamente, é 1 forma diferente com perguntas diferentes a a maneira de aplicar é diferente, algumas são obrigatórias e algumas não? São voluntárias por estabelecimento? O que nós fazemos para tomada de de decisão e a nível de comuna e o outro pro nível de estabelecimento. E não se agrega a nível de comuna para fazer a conta a comparação de estabelecimentos. E a única pergunta que acho que está faltando, tem a ver com a parte das denúncias, diferente do sistema do Peru, no Chile o sistema de denúncias é apenas para pessoas acima de 18 anos então, os alunos se não tiverem 18 anos não podem entrar, não podem, colocar nada lá só o seu tutor legal, e e em relação à inter, sexualidade é muito importante porque o departamento de superintendência, são advogados ou trabalhadores sociais, que são os profissionais que atendem essas demandas, eles são obrigados por lei, se receberem alguma denúncia, para ver se essa denúncia realmente está acontecendo, e depois de fazer esse filtro, eles podem ver, se há alguma suspeita Que não sei Que não sei. De que aquilo não cumpriu o protocolo por exemplo interno, que tem que ter o estabelecimento então começamos processo de investigação. E se estiver tudo correto, se os regulamentos internos forem punitivos, então os estabelecimentos estão guardados por lei, por fazer o que eles quiserem em relação à convivência então, para o cumprimento dessa lei, temos o regulamento do dia da convivência. Mas, em colaboração e convênio com a superintendência nós sabemos que vários estabelecimentos que receberam ao longo dos anos, muitas denúncias e outros muito poucos, é grande desafio como que nós conseguimos trabalhar com os, estabelecimentos que têm muitas denúncias e outros que não mudam o seu comportamento, e continuam muito punitivos. E alguns sim alguns mudam, e o que eles conseguem fazer é gerar forma de trabalho com o Ministério da Saúde ou com outros setores, mas isso gera muitas pesquisas que podem ser realizadas através desse estudo para verificar o que que mudou ao longo do tempo, além de melhorar a convivência se houve algum tipo de efeito positivo no sentido de que, há sido possível que os estabelecimentos mudem o seu comportamento em relação à convivência. Mas não se quer parecer Jose Bom então eu.
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