Jonathan Cohen

Jonathan Cohen

Professor adjunto de psicologia - Universidade de Columbia, Estados Unidos

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04 de dez, 19:32

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Se eu puder falar, primeiro porque eu vou ter que sair em poucos minutos nos Estados Unidos, a América nos Estados Unidos é caso de estudo terrível de escolas que têm utilizado esse essa posição militarista punitiva, os distritos americanos gastaram literalmente centenas de milhões de dólares criando, fazendo, fazendo das escolas fortalezas, como vocês podem saber em alguns estados, nós autorizamos os professores para terem armas dentro da sala de aula. Isso não ajuda. Nós temos muita pesquisa empírica ecoando o que nós escutamos, mencionada pela professora Lopes e todos. Este essa estrutura punitiva não ajuda, não é nada útil. Desculpa, eu tenho que sair então peço desculpas mas eu agradeço a todos e estou feliz de estar aqui. E se qualquer pessoa gostaria de dar seguimento, vocês podem ter acesso ao meu email e por favor esteja em contato. Tchau por agora. Obrigado.

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04 de dez, 19:19

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Muito obrigado. Eu estou ciente de que nós temos talvez 10 minutos? Então vou tentar resumir. Eu apreciei a eu gostei das perguntas e também as contribuições dos meus colegas que falaram, e estou em concordância fundamentalmente com o que disseram, e quero apenas resumidamente comentar para o congresso em 4 ideias de políticas relacionadas que estão sobrepostas com o que foi falado. Em certas medidas pra mim, a consideração mais importante de políticas eu sugeriria sugeriria considerar como fortalecer os diretores escolares, o apoio para a liderança escolar, o desenvolvimento da liderança para os diretores é que é muito crítico, é muito importante. A maior parte dos diretores, dos gestores escolar não pensam sobre a complexidade das escolas e das comunidades mais alargadas e do sistema mais ampliado. Muitos líderes e diretores não compreendem o que é coexistência, o que são processos de melhoria deste processo. Eu sugeriria para que o congresso possa considerar, enfocar, em fortalecer as políticas neste sentido. E também de maneira sobreposta, em segundo lugar, todos sabemos e, e sistemas de prestação de contas e de medição de mensuração dirige o comportamento dos diretores escolares. Agora mesmo a minha compreensão na América do Sul, na América do Norte, na Europa e na Ásia. Sistemas de prestação de contas são anuais. Eu entendo que líderes nacionais precisam monitorar todos os anos o que o que as crianças estão falando, mas estamos avaliando apenas anualmente essas mudanças, e na maior parte estamos usando notas acadêmicas e relatórios de comportamento, o número de crianças que foram suspensas ou que foram expulsas, isso é muito simplista e é muito curto. Sistemas de mensuração devem levar em consideração o espectro mais amplo, e a complexidade da melhoria escolar. Terceiro lugar, como muitos de nós mencionamos, particularmente a Verônica, é Education disciplinary a as políticas disciplinares brasileiras parecem, se forem punitivas, isso não está alinhada com as pesquisas, sobre o que pode apoiar a prevenção de violência e melhor comportamento. Então esta é 1 área importante em terceiro lugar. E em quarto lugar, ainda que nas minhas viagens pelo mundo, quando eu falava sobre a prevalência de violência sexual nas escolas, os educadores e formuladores de política em geral dizem, sim essa é 1 questão, nós temos algumas políticas para lidar com esse problema, mas se estão, se se eles estão confortáveis, se as pessoas estão confortáveis para serem abertos, todos nos Estados Unidos e em outras partes, todo mundo diz, isso é muito perigoso falar sobre isso. Nós sabemos que é problema, mas nós nós temos medo de falar sobre isso. Em sermos abertos sobre a prevalência da violência sexual. E eu eu gostaria de sugerir que congressos considerem quais são as políticas atuais que vocês têm para lidar, não apenas a violência de 1 maneira geral, mas todo o espectro, todo o intervalo de experiências que a atrapalham e previnem pra que os alunos e os professores se sintam seguros. Claro, por causa da complexidade do que acontece nos Estados Unidos, eu não vou falar sobre pendência de violência nas escolas, mas de maneira geral elas estão piorando. E o fato que, assim como no Brasil e nos Estados Unidos, e o Brasil está lidando com isso por algum tempo, a maior parte das pessoas sabem que existe 1 divisão nos Estados Unidos entre as pessoas que apoiam a democracia, e muitas pessoas que genuinamente apoiam modelo mais fascista de liderança, e nós lemos 1 pessoa recentemente que abraça abertamente a perspectiva fascista. E isso apenas vai complicar a vida nas escolas, mas por causa do tempo eu não vou entrar em detalhes sobre isso. Mas deixa eu dizer apenas comentário final para os organizadores, dos colegas na audiência, e estava ouvindo, ele me escreveu, e e pouco eu fiquei surpreso que quando eu compartilhei a minha tela, eu também compartilhei algumas senhas aqui, e e eu gostaria de pedir se essa essa gravação vai estar disponível no Youtube, se vocês puderem ser gentis e apagar essas senhas que vazaram aqui sem querer desde a minha tela, muito obrigado.

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04 de dez, 18:26

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Olá, eu sou o Jonathan Coen. Não sei se alguém vai falar ainda antes que eu faça uso da palavra, se o o presidente agora vai falar alguma coisa ou o senhor deveria começar? A palavra é do senhor, pode já proferir aí sobre a nossa palestra. Cocker, quer. Muito bem, muito obrigado, muito obrigado, estou honrado em ser convidado, e eu peço desculpas que eu não consigo entender espanhol ou português. Eu fui pedido para fazer resumo, resumo do minha compreensão, sobre tendências baseadas em evidência, na prevenção da violência escolar, e sugerir algumas recomendações, algumas compreensões, que partem da minha compreensão desta pesquisa. O que eu tenho pra dizer está baseado em em experiências que se sobrepõem, 1 que eu trabalhei com escolas, insetos distritos e regiões nos Estados Unidos, e também em ministérios da educação no Japão, na China, Austrália, Ebec, França, Cingapura e Suécia. Eu também estou baseando também em grande quantidade de pesquisa que está resumido no final da minha apresentação de PowerPoint, e vocês podem escrever pra mim, e podem ter acesso a mim de outras formas. E finalmente, estou num processo agora de falar com especialistas à volta do mundo, na América Latina, Japão, Europa e nos Estados Unidos, para aprender de cada deles sobre sua compreensão das novas pesquisas, e desenvolvimentos e também desafios importantes. Essas são 4 4 ideias principais da minha compreensão que são importantes fundamentalmente. 1 nós já sabemos há muito tempo, muitas décadas, as crianças e os adultos precisam se sentir e precisam estar seguros pra serem os melhores aprendizes e os melhores professores que podem ser, e também para apoiar o desenvolvimento saudável das crianças. Em segundo lugar, eu acredito que agora nós sabemos das pesquisas, e também da experiência que afective school willand purben you a a prevenção efetiva de violência escolar precisa estar embasada em enfocando positivamente nas experiência individual das organizações ou seja criando clima saudável que apoia segurança e aprendizagem e também organizando os grupos de estudante, grupos de professores que estão enfrentando problemas, e claro, estão complicando a vida nas escolas. Em terceiro lugar, historicamente, nos Estados Unidos, o pensamento norteamericano e e eu acho que também em muitas partes do mundo, nós entendemos em focar nos indivíduos, nos estudantes individuais, individualmente, mas nos últimos 25 anos, temos temos desenvolvido 1 apreciação de que além de pensar no indivíduo também precisamos pensar sistemicamente. Quais são os sistemas, as políticas, as expectativas, as normas sociais e ainda mais, a cor e a forma do clima da sala de aula, dos corredores, e a escola como todo. Também, precisamos de 1 maneira sobreposta pensar é, estruturalmente, e sempre temos feito isso, e também temos que pensar de 1 maneira relacional. Eu uso o termo existência e clima escolar como temas sobrepostos eu não acho que pode definir, de maneira consensuada sobre como definir tanto o clima escolar e as coexistência escolar, os educadores latinoamericanos e pesquisadores com a ideia de coexistência, têm se estado mais atentos à importância fundamental dos relacionamentos interpessoais. E ambos ambas ideias, coexistência e o clima escolar, existe apreço crescente em todo o mundo que isso ajuda bastante é muito útil e isso pode ser mensurável, é 1 noção ecológica por assim dizer. Eu eu acho que existe 1 lacuna grande hoje entre para criar clima útil para criar clima útil com o aprendizagem, existe 1 lacuna entre as pesquisas nas políticas atuais e também nas diretrizes presentes existentes. Isso é grande problema, Existe 1 falta de políticas baseada em pesquisas em evidência, na maior parte dos países que estive trabalhando, existe 1 falta de desenvolvimento profissional para os líderes no na parte dos líderes escolares, e o apoio para o desenvolvimento da liderança, e comunidades para o aprendizagem profissional. Algumas coisas que especialistas podem compartilhar que pode ajudar muito mas na minha experiência não existe nada mais valioso, do que criar plataformas, onde líderes, de prática, líderes nacionais, regionais e onde todos possam aprender uns com os outros, 1 comunidade de aprendizagem. Outra fonte dessa lacuna entre a pesquisa atual e a prática, na minha experiência, muito, senão a maior parte dos educadores em todo o mundo, eles eles gostam da ideia do clima escolar e coexistência mas, existe 1 confusão conceitual sobre o que é semelhante, o que é diferente entre clima e coexistência, ou seja uns clima positivo, ou 1 coexistência positiva, e mais importante, é praticamente o que é útil, o que é clima útil, ou processos de melhoria do clima e da coexistência? Nos Estados Unidos, em muitos países onde aprendi e trabalhei, existe enfoque crescente e importante sobre bullying como fator que atrapalha os estudantes no sentido de se sentirem mais seguro nas escolas. E eu eu vou sugerir que isso pode ajudar esse foco sobre bullying, mas não ajuda, não é útil porque obscura para muitas pessoas o fato de que existe todo espectro, intervalo de experiências e estudantes têm dificuldade isso vai desde 1 falta de entendimento sobre microagressões, a saúde mental, o que assusta muito as pessoas às doenças mentais, e a maior parte das pessoas não querem falar, não querem pensar sobre o que é o que são doenças mensais. A cada 5 adolescentes e estudantes têm dificuldades e têm problemas grandes. Também existe, existe intencionalmente comportamento malvado, de bullying que é muito comum, é muito prevalente, e ainda é aceito hoje em dia 2024 como as crianças apenas sendo crianças. Mas também, eu acho que todo mundo sabe disso, mas muito frequentemente as pessoas não falam sobre 1 prevalência extraordinária de violência sexual, e não estou falando apenas sobre situações de estupro que são extremas, eu sugeriria falar sobre número maior de experiências que às vezes eu chamo, 1 área cinzenta de experiências sexuais em que 1 pessoa normalmente a menina se sente pressionada pelo menino e ninguém fala sobre isso. Isso contribui para, é 1 experiência psicológica bastante piorada, tanto pros meninos como pras meninas também, como todos sabemos existem desastres naturais que estão acontecendo com mais frequência, e claro homicídio e suicídio então eu sugeriria se estamos pensando sobre prevenção de violência escolar, 1 compreensão fundamental, o que é a violência escolar é muito importante. Estamos apenas falando sobre bullying? Ou estamos falando sobre esse espectro mais amplo, mais complexo de experiências que atrapalham e prejudicam os estudantes e também os adultos no ambiente escolar, que não se sentem seguros? Nós agora sabemos das pesquisas e das das práticas, o que eu coloquei nesses slides são metas, práticas essenciais que têm o potencial para reduzir a violência escolar. Primeiramente, apoiar a aprendizagem emocional, educação do caráter, esforços de saúde mental para todos os estudantes, e idealmente também para os seus pais. Isso é fundamental. Em segundo lugar nós sabemos que precisamos coordenar serviços educacionais e serviços de saúde mental, e o envolvimento parental, o que é fácil de falar mas na minha experiência raramente isso é feito. Terceiro lugar, precisamos falar sobre armas nas escolas. Embora, pelo menos nos Estados Unidos não sei como é que é no Brasil, as escolas são os lugares mais seguros que as crianças passam tempo. Muitas crianças que vêm às nossas escolas públicas nos Estados Unidos, as suas vizinhanças e os seus lares, é muito menos seguro do que as escolas. Mas todos nós sabemos, especialmente nos Estados Unidos, que tem leis completamente de ponta cabeça sobre o controle de armas, nós temos atentados nas escolas e ouvimos da professora Lopes, muito frequente não apenas no Chile mas eu creio que no Brasil desde o que eu estou aprendendo, e nos Estados Unidos e na Europa as as pessoas respondem a qualquer tipo de falta de comportamento até o extremo os atentados e a outras formas é 1 resposta punitiva ainda que haja mais de 40 anos de pesquisa empírica como você estava falando Verônica, que minimiza que as respostas punitivas a falta de comportamento no curto prazo pode afetar algum controle do comportamento mas no longo prazo, gera ressentimento e mais problemas. Finalmente, eu quero ressaltar 1 das intervenções concretas que eu acho que é, é especialmente poderosa para a prevenção de violência. Isso é quando os líderes escolares colocam, fazem conversas com os estudantes, com os seus colegas. Por exemplo se você vê alguém que está sendo magoado ou sendo prejudicado, o que você faria? Se você está sendo prejudicado ou machucado, o que você gostaria que seus colegas fizessem ou seus professores fizessem? Na minha experiência, esse tipo de conversa são os primeiros passos essenciais que os líderes escolares podem tomar pra começar a criar 1 que defendem a injustiça do que aqueles que apenas veem, os aqueles que apenas veem, e eles continuam, seguem em frente, continuam caminhando. Os ups standers aqueles quando veem 1 pessoa que está sendo machucada eles tentam pensar o que eu posso fazer e o que eu preciso fazer. Eu sei, resumidamente, porque eu acho que já está passando o meu tempo, nós sabemos que o engajamento é o passo essencial para apoiar a escola pra se juntar, para aprender e trabalhar, pra prevenir violência, aprender e trabalhar, pra prevenir violência, mas também pra criar 1 cultura que apoia o aprendizado e também a segurança. Isso é muito fácil de dizer, mas praticamente gerar engajamento é muito difícil pra, na minha experiência, para todos os líderes, seres em Chile, Brasil, Colômbia, México nos Estados Unidos, Europa, em outros países, porque os líderes escolares, historicamente têm sido ensinados a serem como ditadores, eles são o chefe, e os líderes são os chefes. As escolas não são democracias, mas nós sabemos se os líderes não derem passos concretos, intencionais para engajar os seus colegas, estudantes e idealmente os seus pais, o que vai acontecer é que o diretor vai dizer, passa XYZE isso não vai acontecer, as pessoas não obedecem. Nós sabemos e isso sobrepõe com o que estávamos ouvindo da doutora López, é que a pirâmide, a o modelo de de várias etapas de saúde, começa a diferenciar o que nós podemos fazer, o que precisamos fazer pra todos estudantes, mas na parte de cima da pirâmide, como vimos no slide da Verônica, os estudantes que estão sob risco, e aqueles que estão fora de controle. Isso nós sabemos de grande parte das pesquisas que isso é bastante útil. Nós sabemos também que a melhoria das escolas é muito difícil inerentemente, é algo, é processo muito vagaroso e complicado, e é essencial que os diretores e os líderes e as políticas escolares apreciem que a melhoria escolar necessariamente não é esforço de ano apenas, mas processo contínuo de aprendizagem e de melhoria. E precisa estar organizado com educadores, estudantes, pais, aprendendo e trabalhando juntos para lidarem com as as questões seguintes. E, 1 maneira simples de se pensar sobre isso, é que isso está sempre conectado com essas perguntas essenciais. Que tipo de escola nós queremos que nossa escola seja? A criação dessa visão, por assim dizer, se torna número de metas compartilhadas, não apenas as metas dos pais mas dos estudantes, dos professores e até mesmo dos dos outros funcionários da escola, da o pessoal da cantina, e aí nós fazemos a medição com pesquisas do clima escolar, e podemos ter dado sobre expulsão e comportamentos quais são a os desafios atuais da comunidade escolar hoje em dia? E a última pergunta é dada a lacuna entre a nossa visão, as nossas metas e as nossas forças e desafios atuais, o que são as 3 metas de melhoria, 1, 2 ou 3, e nós vamos trabalhar neste ano ou nos próximos 3 anos. Eu queria apenas ressaltar e explicar, é, as a comunidades de aprendizagem que eu mencionei e também empoderar os jovens, os estudantes pra serem parceiros autênticos aprendendo sobre as forças e os desafios das escolas e trabalharem juntos pra realizarem essas metas. Então estas são 2 das estratégias mais poderosas que eu descobri trabalhando com escolas nos estados unidos e também outras partes do mundo Existe 1 grande falta de políticas públicas adequadas para apoiar o clima escolar e a coisa extensa pacífica e em muitos países existe 1 ênfase exagerada no desempenho acadêmico, e entre a a as métricas de aprendizagem socioemocional e cívicas também em todas as partes do mundo, existe 1 excesso de ênfase em avaliações anuais. Precisamos ter avaliações de processo que podem levar em consideração a melhoria de maneira processual. E eu falo com diretores e líderes em todo o mundo, é muito comum que eles dizem, claro que sabemos que o clima escolar é importante, coexistência é importante, mas não estão certos do que eles podem fazer na realidade para começar criar clima escolar sustentável, em melhoria. Muito obrigado.

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