
Bem, de novo agradecer aqui a oportunidade da gente fazer esse debate, francodemocrático em que a gente colocou 1 série de questões em torno das centrais de abastecimento. Acho que reafirmar a importância desse setor, a importância desse processo que a gente constrói aqui, e elencar algumas questões que pra mim ainda ficam pendentes de aprofundamento e que acho que a gente precisaria, de outros momentos de diálogo e de debate, E aí peço aos ao deputado né que nos ajude e nos talvez ilumine os caminhos aí pra manter esse espaço nosso aqui de diálogo. Acho que tem componente que é da produção de alimentos e a gente pensar isso isso apareceu em algumas falas em como que a gente avança na produção de alimentos saudáveis, em ambiente em que a gente tem 1 crise climática que assola também a agricultura familiar, que encarece os produtos e que diminui a qualidade inclusive desses produtos então acho que, importante a gente pensar nesse nesse processo. Acho que tem toda essa pauta e essa relação com os permissionários isso é algo que tanto o presidente do CagESP quanto da CEASA tem trazido pra nós como desafio e 1 necessidade da gente pensar de fato essa relação com eles e como que a gente avança né, dando segurança jurídica pra eles e também, garantindo as suas contribuições nesse processo todo do abastecimento. Tem todo o processo de segurança jurídica também em torno das relações de trabalho, então acho que a gente precisa ficar atento a isso e pensar como podemos avançar. Tem a questão do preço dos alimentos e aí gostaria muito que a gente pudesse aprofundar nesse sentido e entender, né a composição desses preços junto às centrais e junto, também ao setor supermercadista né, temos feito esse trabalho né junto à Abras inclusive o ministro tem puxado pra gente discutir isso, e toda a demanda de infraestrutura que é a questão mais gritante que aparece aqui, no sentido de articular a infraestrutura pra todos os elos né desse processo do abastecimento. Então me coloco à disposição aqui, deputado e seguimos na nossa conversa obrigado. Ok obrigado.
Obrigada deputado Heitor Chul pela possibilidade que a gente tem de fazer esse diálogo, acho que, eu ia fazer 1 apresentação de slides mas depois da de ouvilos decidir aqui, na verdade fazer 1 conversa e e trazer alguns elementos que são mais de diálogo do que necessariamente de apresentação daquilo que a gente trouxe da apresentação que eu tinha feito. Acho que gostaria de falar aqui e agradecer o encontro de novo com Éder e com Tectol, dizer que a gente aqui da secretaria né da nossa secretaria, a gente tem tido diálogo mais frequente inclusive com o Pectual e visitamos o Éder outro dia e dizer do brilhantismo do trabalho e o quanto eu admiro o esforço e o trabalho a dedicação de vocês, que assumiram né essa centrais de abastecimento, o Éder em Curitiba, o Pectual em São Paulo, como 1 missão de vida mesmo. Acho que o trabalho que vocês desenvolvem e fazem, contribuem muito com o nosso país e a gente fica realmente orgulhoso de poder acompanhar e contribuir pouquinho com essa história, né? Acho que dá, destaque aqui né pra fala tanto do do Alexandre do Tarcísio e do Márcio né a gente, durante esse ano né, lançamos o primeiro plano nacional de abastecimento alimentar, foi processo em que a gente ouviu, diversos né setores inclusive todos vocês tiveram contribuições na elaboração do plano, e dizer pro José Eustáquio que a gente teve a felicidade nesse plano de contar com a consultoria do Altivo Cunha, que foi dos que ajudou a gente a sistematizar todo esse processo de escuta que a gente fez. Então acho deputado Heitor que se a gente puder, pensar numa agenda comum entre nós aqui apresentar inclusive os resultados do plano nacional de abastecimento e com construir essas contribuições com esses amigos parceiros que estão aqui hoje mas fundamentalmente com essas instituições, eu acho que é fundamental. Eu tinha separado alguns números, mas acho que o que vocês trazem né em torno do do do CEASA e essas contribuições são bastante importantes, mas queria destacar muito a vitória que foi para nós esse ano de poder trazer o CEASA e o CEAGESP, pra pauta de novo da do estado brasileiro tirando né da política de desestatização que estava em curso. Então acho que essa foi 1 vitória importante pra nós porque, tendo essas 2 centrais como instrumentos do estado brasileiro, nos ajuda também a pensar esse dilema que vivemos que é o dilema do abastecimento alimentar. Acho que vários de vocês trouxeram né, essa essa referência mas eu queria fazer destaque especial, porque nesse governo é a primeira vez que a gente tem 1 secretaria de abastecimento, em que pede o abastecimento teve estado vinculado né ao Ministério da Agricultura, por muito tempo não havia 1 secretaria de abastecimento, e a gente trazer essa secretaria de abastecimento com o tema do cooperativismo né, e com o tema, da soberania alimentar, se mostra bastante importante e bastante desafiador também. E também pela primeira vez nós conseguimos publicar com o decreto do presidente Lula de 12 de dezembro inclusive está próxima a data de ano né de aniversário desse decreto, que é a política nacional de abastecimento alimentar, que institui então o nosso plano que foi lançado aí no dia 16 de outubro. Acho que o plano ele traz elemento que é bastante importante que vários de vocês se referem aqui, que que é como que a gente otimiza e linka os elos da produção de alimentos com da comercialização de alimentos. A complexidade do abastecimento alimentar ela passa né por esse processo de pensar como a gente junta produtor, né e consumidor e essa missão que a gente tem de fazer isso da forma mais eficiente possível, né. O plano nacional de abastecimento ele tem 6 eixos e nesses eixos desses eixos é distribuição e comercialização de alimentos saudáveis e é nesse eixo que se insere justamente a nossa elaboração, né? E aquilo que a gente fez a partir da escuta com a CEASAS, né? Nesse eixo a gente tem 1 iniciativa específica que é de modernização e requalificação dos mercados atacadistas de alimentos com 1 ação. De pensar em como também a gente qualifica né a participação da agricultura familiar nessas centrais. A gente destacar né que as centrais elas são e a gente demarca isso também no plano né, que elas são compreendidas com esse, instrumento eficaz e de interesse público. E aí eu acho que é aqui que a gente precisa colocar pouco mais de tinta, na nossa conversa aqui, porque se são de interesse público a gente precisa de fato desenvolver conjunto né de medidas de legislações e de programas que atendam essas pautas que estão colocadas aí pelos dirigentes do CEASA mas também pelo supermercadistas enfim para a gente pensar esse processo como todo. E aí eu queria destacar alguns desafios que estão postos e que estão colocados a partir da fala de vocês, né? Eu acho que existe sem dúvida 1 necessidade imensa dessa articulação interfederativa para que a gente consiga. O CEASA todos eles inclusive os federais. A gente pautar aí na iminência da votação, né da PLOA, a gente pautar recursos pra pensar o abastecimento alimentar é fundamental pra além das políticas públicas né de doação de alimentos e etcétera, a gente pensar grande programa de abastecimento que leve a esse protagonismo aí das nossas centrais. Existe 1 outra questão e aí o Eder pode dar aula pra nós nesse sentido, que é adoção de práticas sustentáveis junto ao CEASA e o CEAGESP. O CEASA e ao CEAGESP, né? A gente tem 1 imensidade de resíduos orgânicos que todos os dias e boa parte dessa conta do desperdício também fica nesses lugares que são as centrais de abastecimento. Então a gente pensa práticas né de coleta desses alimentos de integração com o banco de alimentos, da possibilidade da gente pensar nas estratégias também de segurança alimentar junto a é fundamental pensar que esses bancos de alimentos, né? Acho que foi o Tarcísio que mencionou isso anteriormente, eles são a a fazer beneficiamento mínimo de produtos e poder distribuílos à população em situação de fome. E junto a isso a gente pensar também as alternativas né de fazer compostagem de bioinsumos com tecnologias avançadas junto ao CEAS e o CEAGESP. Acho que a gente pensar também né na questão das condições de trabalho e aí as condições de trabalho não só para os permissionários, mas por todos aqueles que trabalham do do nos espaços né das CEASA, pensando né a função que tem os carregadores né o processo do carregamento manual, como esse trabalho tem sido penoso e como que a gente pode pensar em melhores condições também para esses trabalhadores que estão precarizados né. E aí, a participação da agricultura familiar a gente tem pautado especialmente com o CAGESP e com o CAZAMINAS, espaços específicos viu Tarciso e acho que a gente pode qualificar essa fala, pras cooperativas da agricultura familiar. Então como que essa produção cooperativada né que chega nesses espaços pode ser também, potencializado por essas cooperativas, avançando nesse espaço de comercialização também. E aí temos trabalhado né, aqui no governo federal, num processo de pensar a modernização da CEASAS, né? A gente especialmente para CEASA Minas e pro CEAGESP que são federais e aí eu acho que cabe a gente pensar em quais seriam os acordos que a gente faria. A gente está caminhando com acordo de cooperação técnica com BNDES que inclui CAASA, CEAGESP e CONAB, pra gente pensar a modernização de fato dessas estatais. E temos trabalhado também com algumas iniciativas como, a do pacto contra a fome, e aí foi por isso que a gente foi inclusive fazer a visita ao Éder lá em Curitiba, pra gente pegar essas boas práticas que estão sendo feitas, no Casus do Brasil inteiro então estamos começando aí, com o de Curitiba e com o do Ceará pra gente criar essa essa essa. Essa política de redução de desperdícios e essa atuação mesmo junto a esse protocolo essa definição legal inclusive junto a todas as CEASA. E aí me coloco muito à disposição aqui deputado e demais né participantes aqui dessa audiência de que a gente não esgote o diálogo aqui que a gente tenha talvez como encaminhamentos vários temas a serem debatidos e destacados e aprofundados. Acho que hoje a gente traz, né conjunto de elementos e de questões que estão postas mas cada 1 delas demanda aprofundamento e demanda estudo mesmo pra gente caminhar. Então me coloco à disposição aqui desde o MDA, desde a secretaria de abastecimento cooperativismo e soberania alimentar, pra gente seguir na conversa e e poder contribuir da melhor forma possível. E quando esse relógio começa a piscar ele vai deixando a gente pouco mais nervosa mas acho que, cumpro aqui meu tempo e garanto que o deputado pegue seu voo de, de, meio dia aí também. Muito obrigado. Obrigada deputada. Muito obrigado Ana.
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