
Então eu acho que além do Paulo Teixeira, isso nós podemos ter, além do Paulo Teixeira, né, que seja ele na mesa que não seja secretários dele, eu não sei se, se nós vamos conseguir, a Marina Silva seria ótimo pra questão da questão ambiental, que ela que comanda eles, então, passa diretamente por ela. Então pra nós, nós matava 2 coisas já da da sorte. Eu sei, mas não vai conseguir matar.
Agora sim. Agora está né? Camaradas e companheiros e companheira né? Parabéns a todos que veio, só lembrando que nós de acampamento não conseguimos trazer muita gente, 1 nós mora na área rural, muita chuva, outras nós não podemos deixar o acampamento vazio, porque nós trava 1 batalha diariamente contra esses e contra a própria polícia do Distrito Federal, né? Logo nós fala sobre isso, nós estamos vendo aí vários cartaz aí, né, da criminalização ao movimento, ao MRP, Com isso vem outros movimentos sendo criminalizados. Nós, algum tempo atrás, quando eu era bem moleque né? Que meu avô lá com o meu lá no norte, lá em Maceió, meu avô já era militante o velho né? E eu, comecei a gostar da militância por causa do meu avô, eu fui criado pelos meus avós. E era duro, meu avô passou por a ditadura militar, o negócio era bem duro na época do meu avô, o negócio era absurdo, era insuportável. Mas o que nós estamos passando hoje, principalmente no país todo, mas principalmente no Distrito Federal, está perto de 1 ditadura militar. 1 ditadura silenciosa que ninguém vê. É como se fala da escravidão que a escravidão que acabou não acabou. Nós continua com a bola de ferro invisível no pé, nós continuamos sendo escravo, escravo dos poderosos, escravo de alguns político, escravo do Judiciário, né? Não estou falando de todos os judiciário, mas, impacto do Judiciário esse pega pesado. E nós começamos a fazer 1 luta, naquela inocência que nós ia estar mudando vidas, ia estar defendendo a nossa democracia. E quando chegou em algum tempo, porque o movimento começou a incomodar alguns poderosos ou alguns governante, começou a ouvir os processos e as perseguições. Eu não conto, às vezes que eu tive que sair correndo, com medo de polícia, com medo de da milícia. Eu e alguns companheiros. Eu lembro, que 1 vez nós fizemos 1 luta em Brasília, que eu e a minha companheira, Palia Ilka, nós tivemos que sair de Brasília pra Goiás dormindo no estacionamento durante 3 dia. Porque nós estava sendo perseguido dentro de Brasília. Comendo pão, seco com água. Ou seja, é coisa que a gente se emociona porque. Eu vou chegar lá. É coisa que a pessoa que a gente fica triste. Gente, eu eu
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