Léo

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05 de dez, 12:00

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA

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Eu ia só reforçar que eu acho que tem a linha jurídica né da defesa jurídica e eu acho que o que

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05 de dez, 11:23

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA

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Aí que estão sofrendo as maiores provações, né, pra resistir, como foi falado há 42 despejos, e sempre vem à mente, né, como que esse povo resiste, né, como que esse povo tem força, tem coragem pra resistir a essas provações né, essa repressão desumana, desmedida, né que os órgãos do estado fazem contra o povo. Eu vim aqui também pra falar que a gente constrói comitê de solidariedade ao MRP, né, comitê que junta companheiros bravos também companheiros, que resolveram né tomaram a decisão de abraçar o movimento e não deixar que essas que esse movimento seja sufocado e seja silenciado, mas que essa pauta, essa essa denúncia, essa reivindicação do movimento, ela cada vez tome mais fôlego, cada vez tome mais força como é esse espaço que a gente está construindo aqui hoje, né, como espaço de denúncia, como espaço de reivindicação, né e de propaganda desses absurdos que estão acontecendo. E eu queria falar também algumas questões que é, sobre a luta, né, sobre a luta popular pela terra, sobre a luta popular por moradia. Cada vez mais a gente vê ações do estado pra criminalizar nacionalmente, não é só localmente, né, a gente tem vários PLs aí aprovados aqui nessa casa, nessa instituição da Câmara Legislativa, que estão avançando pra criminalizar em todo o Brasil as lutas por moradia, as lutas por terra, e que são demandas justas, que o estado pretende sufocar em sangue se for necessário, mas com cadeia, com criminalização, mas que são demandas que não vão parar. E isso é importante todos nós sabermos porque, não são demandas que esses movimentos criaram, não são demandas que eles criaram artificialmente, são lutas que estão acontecendo inclusive espontaneamente, são lutas que não estão aparecendo na mídia e estão sendo reprimidos sem aparecer na mídia. Ocupações que acontecem nas periferias de Brasília e que estão sendo duramente reprimidas com a política do GDF. Então, essa política de repressão, de judicialização, de criminalização dos movimentos, não vai vencer essa luta do povo, que é 1 luta que vai avançar, quer os grandes movimentos, que muitas vezes já se institucionalizaram, apoie ou não. Na verdade o que esses movimentos que esses partidos têm que fazer é eles têm que fazer 1 autocrítica, porque o povo vai continuar lutando, o povo vai seguir lutando porque ele precisa lutar, não é porque ele está a fim de lutar não é porque ele está gostando de lutar. Então o MRP, né, o o MLB, a FNL, né, tem que ser coberta de solidariedade nas suas lutas, são movimentos que estão fazendo lutas que estão abraçando o povo e o maior crime para as classes dominantes que esses movimentos cometeram. Em especial aqui eu falo do MRP que nós estamos com o comitê de solidariedade o maior crime, é não se vender. Esse é o maior crime que as classes dominantes viram nesses movimentos desses companheiros, nessa brava liderança que é o Edson, não se vender não se render ao que o estado a que as classes dominantes querem, então, toda solidariedade ao MRP todo abaixo a criminalização pela absolvição já dos companheiros e pelo fim da repressão à terra prometida. Boa companheiro, toda solidariedade. Aqui, quem te, pois não. Primeiro nós vamos lá, depois nós vamos pra lá. Então bom dia a todos e todas. Já começa a minha fala Glauber, falando sobre, porque

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