
Falar, cadê? O slide por favor rapidinho. Pra se falar todos esses esses trabalhos na nas experiências exitosas tudo o que a gente conquistou, A priori eu queria colocar alguns desafios que a gente tem no SUS pra trabalhar o autismo, todas as as dificuldades que a gente encontra enquanto SUS secretária, pra passar para os deputados também que a gente também precisa abrir a nossa caixinha também e passar para vocês os principais mentores de tudo. O acesso ao serviço de saúde, a gente acredita que a primeira porta de entrada o paciente precisa ter esse acesso mais amplo, mais aberto que é a tensão primária, que são as nossas unidades básicas de saúde, através do diagnóstico precoce também porque muitas mães deixam pra fazer tardiamente o diagnóstico, a falta da busca do tratamento especializado que muitas vezes elas também não consegue porque são a quem vai buscar particular são terapias caras, muitas vezes ela não consegue no SUS tem a fila também, então a gente precisa e através da falta do do tratamento especializado a fragmentação do cuidado, a criança não faz a terapia necessária, não faz seu desenvolvimento, não tem as suas habilidades trabalhadas corretamente, e a falta de políticas inclusivas no mercado de trabalho, porque a criança que não trabalha as suas terapias, não se não se desenvolve habilmente, acaba que ela não consegue se introduzir no mercado de trabalho, fica em casa com os pais, então é preciso fazer essa ampliação da rede de saúde, trabalhar as políticas tanto de saúde, educação e trabalho através também da proteção social pra que se a pra que a gente consiga fielmente fazer tratamento inclusivo que desde da educação da criança tenha na escola, através até o último cuidado pra gente conseguir transformar nossas crianças em profissionais que estejam atuantes, passando no vestibular, trabalhando no mercado de trabalho. Eu vou passar rapidamente que é o nosso Serteia que inaugurou há ano, foi em outubro de 2023. A a nossa, os secretários municipais de saúde que estiver assistindo também, mentores da saúde, fizemos todo treinamento da rede também, não adianta nada abrir centro e não capacitar a nossa rede pra saber como o profissional de saúde vai receber o paciente, o que que ele vai, pra onde ele vai encaminhar. Fizemos todo o fluxo. Aqui a a nossa recepção com todas as terapias que a gente faz, psiquiatra, temos neuropediatra, temos as oficinas terapêuticas, temos as terapias individuais dependendo do da condição do do paciente ele trabalha em grupo individual a gente trabalha todas as habilidades dele. E também fazemos a terapia em grupo, a estimulação precoce e também temos a casa funcional, onde ele também consegue fazer, aprender todos os afazeres dele está aqui a nossa casinha com fogão, geladeira, máquina de lavar, pra ter contato mais, contato mais caloroso para aprender suas habilidades aqui com o terapeuta ocupacional, temos fonoaudiólogo, toda equipe multidisciplinar, temos também o educador físico, todas as salas humanizadas, a nossa triagem também que a criança passa, que ela recebe todo o o atendimento, fazse formulário único pra ela, cada criança é única, tem tem as suas habilidades pessoais e é assim que a gente trabalha. Também, elas adoram a piscina, 1 vez por semana tem a piscina também, tem a parte da da da fisioterapia. A psicóloga, a psicopedagoga e as nossas salas. E esse foi dia que a gente inaugurou, que hoje atualmente em ano a gente tem mais de 400 crianças sendo atendidas, já fazendo toda a terapia seja individual em grupo, e a gente vai aumentando a demanda conforme a gente já vai dando a alta dos pacientes em relação ao nível também do do grau do autismo. Isso, alguém com autismo me ensinou que o amor não precisa de palavras. E só pra finalizar, não adianta nada a gente apresentar, falar, se não tiver realmente gestor que queira investir em políticas públicas pro tratamento do autismo. Então não tem como a gente precisa cobrar os gestores, seja municipais, estaduais, federais, para que tenham financiamento, tenham cofinanciamento e realmente a gente possa ver as nossas crianças sendo de maneira efetivamente educadas e também transformadas, porque a nossa sociedade precisa absorver isso, é 1 demanda reprimida muito grande desde que se abriu no município foi surgindo mais e mais crianças então, o nosso município tem, e os outros 143? E o investimento que precisa fazer? Então eu só queria colocar 1 caixinha de de pergunta assim na mente dos deputados pra que se possa realmente fazer esse investimento quanto a as políticas públicas federal do Ministério da Saúde, houve agora esse investimento do do TEA, da do Centro do Autismo pra quem abrir, mas vamos, porque até agora os secretários ainda estão ainda com medo de abrir as demandas, então a gente precisa fazer esse esforço reforçar e trabalhar porque assim educando a gente consegue construir futuro melhor. Muito desde já muito obrigada fiquem com Deus e tenha 1 boa tarde.
Tarde. Até eu, quero apresentar aqui. Boa tarde a todos, eu já vou falando, levantando e cumprimentando, o que era 10 já baixou pra 8 deputada. Quero cumprimentar a mesa presente do nome do das dos deputados doutora Alessandra, deputada Orlando, professora Flávia, Amanda, Sônia, cumprimentar todos aqui presente todos os que estão nos assistindo e todos os participantes aqui. Já já quero, falar que sou, 1 mulher de altura mediana, ruiva, branca, e camisa e camisa branca também. Vamos iniciar, vamos falar pouco sobre os desafios do autismo e também sobre as nossas experiências positivas do TEA, no especificamente em Ananindeua mas também é exemplo do que se está fazendo no no estado do Pará. Vou iniciar com o vídeo, a priori, o Pará possui 144 municípios, atualmente nenhum possui centro municipal do que trabalhasse o autismo, a reabilitação e.
© 2026 O Congresso.
Todos os direitos reservados.