Paulo Dantas da Costa

Paulo Dantas da Costa

Presidente - Conselho Federal de Economia

Últimos Discursos

12 de dez, 10:44

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA

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Dia, bom dia a todas, bom dia a todos. Eu quero saudar a deputada Sami e de imediato já expressar a minha satisfação, a nossa satisfação dos economistas brasileiros, na possibilidade de discutir tema tão importante como esse, que está sendo debatido aqui agora. Absolutamente alinhada aqui com as palavras do colega André, e também com as palavras que a deputada já expressou aqui no início, também saúde do meu querido amigo Pague do Sá que está aqui do nosso lado. E estamos abordando aqui assunto que é 1 questão de Estado, né? Questão que diz respeito ao estado brasileiro, porque assim vejo porque entendo que o estado especificamente o estado brasileiro, ou seja, eu não estou falando de estado muito rico, não não falo do estado americano nem no estado inglês eu falo do estado brasileiro e esse estado tem 1 responsabilidade muito grande com as pessoas que estão nos patamares sociais mais baixos. Não por outra razão, mas até a própria deputada já mencionou isso aqui, mas porque os problemas que essas pessoas que estão nessas camadas sociais mais baixas são graves graves gravíssimos. Os problemas sociais brasileiros estão nessa dimensão. Então o Estado brasileiro se preocupar com isso aí, e deve se preocupar, eu acho que faz o o maior sentido, mas nós temos as nossas críticas. Quando eu falo em críticas estou falando especificamente na medida em que o Estado brasileiro destina recursos para determinadas camadas da sociedade, né? E algumas camadas são camadas sociais muito privilegiadas. A partir do dos dos rentistas, que são os credores em última instância, da brutal dívida pública que que o estado brasileiro enfrenta. E essas despesas com esses esses membros da sociedade, eles são são pagas, são quitadas sem nenhuma discussão, não se discute o que se paga de juros da dívida pública brasileira. Isso já faz parte de de procedimento automático que o que esses pagamentos são realizados. Começamos a discutir aqui agora recentemente questões relacionadas com programas sociais. Não tenho nenhuma dúvida de dizer, expressar aqui, que isso é indiscutível, não tem o que se discutir, paguese. A verdade é essa, por quê? Porque por essa motivação inicial a nossa sociedade é deformada, a nossa sociedade tem pessoas que passam por dificuldades extremas e você vai discutir os pagamentos que deve ser feito a essas pessoas colocando lá num num num grau de preferência, aos nossos olhos eu tenho também que abrir espaço aqui pra dizer que a a opinião que eu expresso não é a opinião unânime do Conselho Federal de Economia, eu preciso dizer isso até porque já me perguntaram hoje aqui, mas eu acho que essas as opiniões dentro do conselho federal não se afastam muito do que o presidente do conselho acaba de dizer aqui, o que acaba de expressar aqui. E não me constrange, deputada, repeti pela terceira terceira vez. Essas essas coisas que até o já o o cartaz ali já expressa, não é? Nós nós não discutimos, falo pela terceira vez, paguese que é dever da sociedade que está sendo exercido e está sendo cumprido e deve ser cumprido pelo estado brasileiro aí representado pelo poder Pagunçar é isso senhoras e senhores.

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