
Bom dia, deputado general Pazuello, através do qual cumprimento de demais integrantes da mesma em função aí do nosso reduzido tempo, tentar aproveitar o máximo possível esses 5 minutos e agradeço pelo convite pra agência, pra ANP que é a agência nacional do petróleo gás natural e biocombustíveis, agora mais de recentemente, a agência reguladora da captura e estocagem de carbono e do hidrogênio também, pra participar desse importante debate. Parabéns pelo pelo requerimento, considero matemática que é de essencial relevância pro nosso país, o que é 1 questão de estado planejar e se preparar pra aproveitar de nossas potencialidades, pra que a gente possa assumir o protagonismo nesse novo mundo descarbonizado né o net 0 é o net 0 não significa 0 carbono né mas desenvolvimento industrial que traga balanço entre as emissões do seu controle mitigação Secretário Adalberto do MMA foi muito feliz de mencionar as escolhas do consumidor, que quer energia barata, acessível e sustentável né. E por exemplo no abastecimento veicular inclusive o consumidor brasileiro já pode escolher entre a gasolina e o etanol né 80 por 100 da nossa pronta é de carros flexer né e o etanol é combustível sustentável que pode com as novas tecnologias se tornar combustível de emissões negativas inclusive de emissões carbono negativas falamos pouco dos cenários dos cenários internacionais e da posição do Brasil da potencialidade do Brasil é o Brasil de acordo com agência internacional de energia e outros estudos da própria EPE, da empresa de pesquisa energética, emite mais de 2000000 de toneladas de CO2 equivalente, e figura entre os principais emissores globais anuais. Só que no nosso caso, particularmente as mudanças no uso da terra, ou seja, particularmente, as mudanças no uso da terra, ou seja, o desmatamento e a agropecuária, juntas representam 70, mais ou menos, 75 por 100 dessas das emissões totais do Brasil. Enquanto no mundo, o setor energético é responsável por 75 porcento das emissões de gases de estufa, no Brasil com essa nossa matriz energética limpa já mencionada, a energia corresponde somente a 18 por 100 das emissões grutas de gases de efeito estufa. O Brasil é importante ressaltar que embora seja dos maiores emissores essas emissões são dos da terra e não de energia. Significa que o Brasil é país pobre energeticamente, e sem energia não tem educação, sem energia a gente não tem 1 lâmpada, para fazer 1 leitura noturna. Sem energia não tem saúde, 95 por 100 dos lados brasileiros são abastecidos com GLP, gás de cozinha, pra cocção, pro cozimento de alimentos. E sem 1 cocção que seja saudável, que não se substitua o GLP, por madeira não certificada, madeira envernizada que solta fungos tóxicos e faz muito mal para a saúde, traz custo para administração pública, do ponto de vista de saúde não se tem desenvolvimento. Então energia tem papel predominante e essencial nos aspectos de saúde e educação. Deputado general Pazuello, o senhor saber que o norteamericano emite 7 vezes mais gases de efeito estufa do que nós no consumo de energia, do que nós brasileiros, o europeu e o chinês emitem 3 vezes mais do que a média do brasileiro. Então, só para que a gente tenha 1 noção comparativa do quanto nós somos baixos consumidores de energia no nosso país e o quanto o consumo de energia está intimamente relacionado com os aspectos de educação. Falando especificamente de energia, do ponto de vista da exploração e produção de petróleo nós tivemos recentemente 1 política pública muito consistente, a resolução CMPE, 8 de 2024, que determinou o fomento do desenvolvimento tecnológico para a criação de novas tecnologias de descarbonização, a minimização da queima do gás natural e a manutenção da queima 0 de rotinas, unidade de produção tem Flare, que é 1 chaminée de queima como a gente vê refinarias também para gases de exaustão e para segurança. Então essa queima de rotina no Brasil é muito baixa, é menos de 3 por 100 de projetos novos do présal de 2 por 100, que é a ideia que nós não tenhamos a queima 0 de rotina, a redução das emissões de metano e dióxido de carbono também observando os compromissos da convenção quadra das Nações Unidas sobre mudança clima, adoção das melhores práticas e tecnologias que reduzam as emissões de gás de efeito estufa, e nós tivemos a resolução CNP 2 de 2020 e que determinou que nos aspectos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, nós pudéssemos fomentar a pesquisa hidrogênio, energia nuclear, biocombustíveis, armazenamento de energia, tecnologias para geração termoelétrica sustentável, transformação digital e minerais estratégicos do setor energético. E como essa política implementada pela ANP? A ANP dos contratos de concessão e partilha de produção, há 1 cláusula que determina a aplicação de por 100 da receita bruta das produtoras de petróleo e gás natural em pesquisa. Esse por 100 significa mais ou menos 4000000000 de reais por ano e é regulado pela pela ANP. Então só para se ter 1 ideia, desde 2020 e nós tivemos 4 por 100 desses investimentos em transição energética, em 2022 esses, em 2023 esses investimentos passaram para 14 por 100 e agora em 2024, nós estamos em 24 por 100 dos investimentos no por 100 da receita bruta das empresas em transição energética. Menciono captura de carbono, menciono hidrogênio, menciono eólica, oxhore e outras novas energias que são financiadas pela indústria do petróleo. A indústria do petróleo tem aspecto de desenvolvimento tecnológico, o Brasil é líder tecnológico em desenvolvimento em águas ultra profundas e esse conhecimento de engenharia é transferível a aspectos como a captura de carbono, que é a perfuração de poço para estocagem geológica do CO2 que é emitido, esse CO2 pode ser capturado inclusive indústrias pesadas, indústrias que são de difícil abatimento de carbono como cimenteiras, como a nossa indústria siderúrgica pode ser aproveitado esses processos, e pra finalizar, os meus meus 5 minutos eu mencionaria o nosso potencial na indústria de biocombustíveis, especificamente do etanol. O etanol é da produção do etanol e da fermentação, nós temos CO2 puro com potencial de ser capturado junto com o processo chamado de CCS, e dessa maneira nós podemos cada vez mais tornar o etanol e os biocombustíveis em geral cada vez mais sustentáveis no Brasil. Muito obrigado pela oportunidade mais 1 vez de falar em nome da da ANP nessa audiência e nós ficamos aí disponíveis para tirar as dúvidas e para participar do debate até o seu final. Muito obrigado.
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